-
Garmin Forerunner 570 tem desconto de 47% no Mercado Livre
-
ASUS lança Oxiis E250G1, acessório que transforma bicicletas comuns em elétricas
-
Hyundai confirma Tucson híbrido de 245 cv e consumo de 17,4 km/l
-
Parlamento taiwanês aprova US$ 7,6 bilhões para drones diante da ameaça da China
-
1º Tour pela História das Confeitarias do Rio de Janeiro acontece neste sábado
-
Educação empreendedora: preparando jovens para o futuro e inovação
-
Estado de saúde do rei Harald da Noruega é 'extremamente grave', afirma o palácio
-
Artista japonesa de vanguarda Yayoi Kusama morre aos 97 anos
-
Nvidia vai adquirir plataforma de IA Hugging Face por US$ 12,9 bilhões, segundo a imprensa
-
Mensik e Muchova vencem o torneio de duplas mistas do US Open
-
Santa Fe elimina River Plate nos pênaltis e avança na Copa Sul-Americana
-
Vozinha estreia no Colo-Colo
-
Portugal lança projeto Valverde Train com comboio-hotel de luxo
-
Pelo menos 180 mortos e mais de 1.300 desaparecidos após avalanche entre Nepal e Tibete
-
Ferrari Enzo e o pedal de travão ajustável
-
Socorristas buscam centenas de desaparecidos após inundações entre Nepal e Tibete
-
Meta fecha acordo bilionário com estados americanos sobre vício de menores
-
Quase 700 agentes de IA da OpenAI colaboraram em ataque autônomo, diz relatório
-
EUA suspende agendamentos para vistos de imigrante
-
Meta fecha acordo com estados americanos sobre vício de menores
-
Resgate é mobilizado após inundações que deixam ao menos 160 mortos entre Nepal e Tibete
-
Nico González deixa Manchester City para jogar no Newcastle
-
Savinho estreia no Tottenham com gol e vitória na Copa da Liga Inglesa
-
Brasil exige R$ 500 milhões da Discord por 'dano moral coletivo'
-
Real Madrid vence Real Sociedad (4-1) com hat-trick de Mbappé e é líder do Espanhol
-
Nvidia supera expectativas e afirma que demanda por chips segue em alta
-
Músico uruguaio Rubén “Negro” Rada morre aos 83 anos
-
Fenerbahçe elimina Lyon (2-1) e garante vaga na Liga dos Campeões
-
Grupo de ex-jogadores manifesta apoio a Infantino em meio à crise na Fifa
-
Goleiro da seleção paraguaia Orlando Gill assina com Lille até 2031
-
Chefe do Comando Sul visita Colômbia, novo aliado dos EUA no combate ao narcotráfico
-
Nvidia supera expectativas no 2T e diz que demanda por chips segue em alta
-
Enchente deixa ao menos 160 mortos e centenas de desaparecidos na fronteira sino-nepalesa
-
Juliano Floss é visto em Chapada dos Veadeiros com a atriz Thainá Duarte
-
Uefa poderá retirar sua ameaça de boicote aos torneios da Fifa
-
Controle de 25 anos do Xbox terá preço de R$ 799 no Brasil
-
Meta fecha acordo bilionário com estados dos EUA sobre dependência de menores em redes
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente do Irã
-
EUA designa grupo Palestine Action como 'organização terrorista'
-
Irmãs Williams e Stan Wawrinka são convidados para disputar o US Open
-
Técnico Arbeloa, do Fulham, confia no desempenho de Gonzalo García na Premier League
-
Estúdio Rockstar Games lamenta vazamento de vídeos do 'GTA VI'
-
EUA se despede de Dolly Parton, a lenda da música country
-
Venus e Serena Williams são convidadas para as duplas femininas do US Open
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente iraniano
-
Quase 100 mortos e centenas de desaparecidos após fortes enchentes entre Nepal e China
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em caso sobre dependência de menores nas redes
-
Bill Gates faz advertência sobre consequências da IA
-
Meta atinge acordo com 29 estados dos EUA para limitar uso de adolescentes no Instagram e Facebook
-
Barcelona mantém proposta por Julián Álvarez, diz presidente do clube
Gaza, o lugar mais mortal para jornalistas em 2023 (informe)
Mais de três quartos dos 99 jornalistas e funcionários da imprensa que perderam a vida em 2023 morreram sob os bombardeios israelenses em Gaza, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira (15) pelo Comitê para a Proteção dos Jornalistas (CPJ).
No total, 72 jornalistas, a maioria palestinos, morreram na guerra travada por Israel na Faixa de Gaza desde os atentados lançados em 7 de outubro por militantes do movimento islamista Hamas em território israelense. A eles se somam três jornalistas libaneses e dois israelenses.
"Cada jornalista morto é mais um golpe em nossa compreensão de mundo", lamenta a diretora-executiva do CPJ, Jodie Ginsberg.
Em três meses, o conflito tirou mais vidas do que em um ano em um país inteiro, alertou a organização com sede em Nova York.
E as mortes continuam. Em 7 de fevereiro, o CPJ anunciou que o número de comunicadores mortos em Gaza havia subido para 85. Em alguns casos, até familiares de jornalistas foram alvos das forças israelenses, denuncia o comitê.
O CPJ, que já denunciou no passado o que parece ser uma "perseguição" das forças israelenses contra jornalistas, investiga se doze jornalistas mortos em Gaza foram deliberadamente atacados por seus soldados, o que constituiria "um crime de guerra".
Em um relatório publicado em maio de 2023, a organização acusou o Exército israelense de assassinar pelo menos 20 jornalistas em 22 anos, "sem que ninguém fosse responsabilizado".
Em dezembro, o CPJ também anunciou que Israel entrou pela primeira vez na lista de países com maior número de jornalistas presos, com 17 casos em 1º de dezembro de 2023.
- Profissão "mortal" no México -
A nível mundial, o número de comunicadores mortos no ano passado é o mais alto desde 2015 e supõe um aumento de quase 44% em relação aos números de 2022 (69 mortos).
Ao todo, foram 78 jornalistas assassinados no exercício da profissão, um recorde. As circunstâncias das mortes de outras oito pessoas ainda estão sendo investigadas e 13 são funcionários de apoio à imprensa.
Se excluirmos as mortes em Israel, Gaza e Líbano, em 2023, 22 jornalistas morreram no exercício da sua profissão em 18 países, o que "não significa que o jornalismo esteja mais seguro", alerta a organização.
A maior redução foi registada na Ucrânia e no México, que passaram de 13 assassinatos para 2 cada.
Sobre o México, o CPJ adverte que, junto com as Filipinas e a Somália, é "um dos países mais mortais do mundo para jornalistas", onde, em um contexto de corrupção e crime organizado, são alvos de ataques, assédio, ameaças e sequestros.
A isto se soma a "espionagem" por parte de agências governamentais, que fez com que "um número significativo de jornalistas abandonassem suas casas e suas profissões devido à violência", denuncia a organização.
Estes crimes "indicam claramente que devemos trabalhar coletivamente para garantir que os assassinos de jornalistas sejam levados à Justiça, que a cultura da segurança prevaleça nas redações e que o direito do público à informação seja protegido daqueles que se veem ameaçados pela comunicação", recomenda Ginsberg.
P.Cavaco--PC