-
Artista japonesa de vanguarda Yayoi Kusama morre aos 97 anos
-
Nvidia vai adquirir plataforma de IA Hugging Face por US$ 12,9 bilhões, segundo a imprensa
-
Mensik e Muchova vencem o torneio de duplas mistas do US Open
-
Santa Fe elimina River Plate nos pênaltis e avança na Copa Sul-Americana
-
Vozinha estreia no Colo-Colo
-
Portugal lança projeto Valverde Train com comboio-hotel de luxo
-
Pelo menos 180 mortos e mais de 1.300 desaparecidos após avalanche entre Nepal e Tibete
-
Ferrari Enzo e o pedal de travão ajustável
-
Socorristas buscam centenas de desaparecidos após inundações entre Nepal e Tibete
-
Meta fecha acordo bilionário com estados americanos sobre vício de menores
-
Quase 700 agentes de IA da OpenAI colaboraram em ataque autônomo, diz relatório
-
EUA suspende agendamentos para vistos de imigrante
-
Meta fecha acordo com estados americanos sobre vício de menores
-
Resgate é mobilizado após inundações que deixam ao menos 160 mortos entre Nepal e Tibete
-
Nico González deixa Manchester City para jogar no Newcastle
-
Savinho estreia no Tottenham com gol e vitória na Copa da Liga Inglesa
-
Brasil exige R$ 500 milhões da Discord por 'dano moral coletivo'
-
Real Madrid vence Real Sociedad (4-1) com hat-trick de Mbappé e é líder do Espanhol
-
Nvidia supera expectativas e afirma que demanda por chips segue em alta
-
Músico uruguaio Rubén “Negro” Rada morre aos 83 anos
-
Fenerbahçe elimina Lyon (2-1) e garante vaga na Liga dos Campeões
-
Grupo de ex-jogadores manifesta apoio a Infantino em meio à crise na Fifa
-
Goleiro da seleção paraguaia Orlando Gill assina com Lille até 2031
-
Chefe do Comando Sul visita Colômbia, novo aliado dos EUA no combate ao narcotráfico
-
Nvidia supera expectativas no 2T e diz que demanda por chips segue em alta
-
Enchente deixa ao menos 160 mortos e centenas de desaparecidos na fronteira sino-nepalesa
-
Juliano Floss é visto em Chapada dos Veadeiros com a atriz Thainá Duarte
-
Uefa poderá retirar sua ameaça de boicote aos torneios da Fifa
-
Controle de 25 anos do Xbox terá preço de R$ 799 no Brasil
-
Meta fecha acordo bilionário com estados dos EUA sobre dependência de menores em redes
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente do Irã
-
EUA designa grupo Palestine Action como 'organização terrorista'
-
Irmãs Williams e Stan Wawrinka são convidados para disputar o US Open
-
Técnico Arbeloa, do Fulham, confia no desempenho de Gonzalo García na Premier League
-
Estúdio Rockstar Games lamenta vazamento de vídeos do 'GTA VI'
-
EUA se despede de Dolly Parton, a lenda da música country
-
Venus e Serena Williams são convidadas para as duplas femininas do US Open
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente iraniano
-
Quase 100 mortos e centenas de desaparecidos após fortes enchentes entre Nepal e China
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em caso sobre dependência de menores nas redes
-
Bill Gates faz advertência sobre consequências da IA
-
Meta atinge acordo com 29 estados dos EUA para limitar uso de adolescentes no Instagram e Facebook
-
Barcelona mantém proposta por Julián Álvarez, diz presidente do clube
-
Inflação nos EUA permanece alta em julho, a 3,7%
-
Polícia dos EUA prende homem com guilhotina em caminhonete em Washington
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em processo por dependência de menores
-
Morre Peter Nadas, uma das grandes vozes da narrativa húngara
-
'Não recuaremos', afirma presidente do TPI sobre sanções dos EUA
-
Príncipe Harry e família retornam ao Reino Unido
-
Fortes enchentes deixam 19 mortos no Nepal e 384 turistas desaparecidos
Moscovitas seguem honrando a memória do opositor Navalny
Dezenas de pessoas depositaram flores nesta segunda-feira (19) em um monumento de Moscou para honrar a memória do opositor Alexei Navalny, morto na prisão, apesar das centenas de prisões efetuadas nesses dias.
No entanto, nesta segunda-feira, a polícia permitiu que os moscovitas, alguns deles chorando, colocassem flores, um a um, aos pés de um monumento dedicado às vítimas da repressão política durante a era soviética, levantado em frente ao Lubianka, a sede da KGB soviética e, atualmente, dos serviços de segurança russos, o FSB.
"Alexei Navalny está vivo em nossa memória, é um raio de luz em nossa vida. Honraremos sua memória e continuaremos seu trabalho", declarou em tom solene à AFP Larissa, uma motorista de ambulância de 54 anos.
Alexandra, de 21 anos, disse que lhe dava medo visitar o monumento, pelos vídeos que viu das prisões realizadas nos últimos dias. Mas ainda assim, decidiu ir. "Durante os primeiros dias, chorei sem parar. Estou muito chateada", contou.
"Embora estivesse na prisão, embora o tivessem levado para além do círculo polar, seguia vivo. É como se ainda houvesse esperança", acrescentou a mulher que disse que costumava ir às manifestações convocadas por Navalny. "É o tipo de pessoa que queremos seguir, e houve gente que o seguiu".
- "A esperança de milhões de russos" -
Konstantin, de 16 anos, afirmou que começou a se interessar pela política aos 11, quando descobriu Alexei Navalny. "Segui tudo o que ele fez durante todos esses anos. E a notícia de sua morte, melhor de seu assassinato em 16 de fevereiro, certamente me comoveu", apontou.
"Ele me ensinou que a política não é algo chato que está apenas nos jornais. Era uma estrela de rock da política russa", acrescentou Konstantin, destacando que o opositor era "capaz de despertar o interesse de diferentes segmentos da população" russa.
Conhecido por suas investigações anticorrupção e sua firme oposição a Vladimir Putin e seu "partido de ladrões e vigaristas", Alexei Navalny morreu na sexta-feira na colônia penitenciária do Ártico, onde cumpria uma pena de 19 anos.
As circunstâncias da morte ainda não estão claras e, até agora, as autoridades não permitiram que seus familiares e pessoas próximas vissem o corpo do opositor, morto aos 47 anos.
O advogado carismático, que sobreviveu por pouco a um envenenamento em 2020 e que enfrentava duras condições na prisão, era especialmente popular entre a juventude das grandes cidades como Moscou e São Petersburgo.
Com o tempo, tornou-se uma figura de destaque de uma oposição russa cada vez menor, vítima de anos de repressão.
"Para milhões de russos, ele ainda era um vestígio de esperança, e não se sabe quem poderá ser a próxima esperança, depois dele", comentou, com a voz embargada, Elizaveta, de 47 anos.
F.Moura--PC