-
EUA suspende agendamentos para vistos de imigrante
-
Meta fecha acordo com estados americanos sobre vício de menores
-
Resgate é mobilizado após inundações que deixam ao menos 160 mortos entre Nepal e Tibete
-
Nico González deixa Manchester City para jogar no Newcastle
-
Savinho estreia no Tottenham com gol e vitória na Copa da Liga Inglesa
-
Brasil exige R$ 500 milhões da Discord por 'dano moral coletivo'
-
Real Madrid vence Real Sociedad (4-1) com hat-trick de Mbappé e é líder do Espanhol
-
Nvidia supera expectativas e afirma que demanda por chips segue em alta
-
Músico uruguaio Rubén “Negro” Rada morre aos 83 anos
-
Fenerbahçe elimina Lyon (2-1) e garante vaga na Liga dos Campeões
-
Grupo de ex-jogadores manifesta apoio a Infantino em meio à crise na Fifa
-
Goleiro da seleção paraguaia Orlando Gill assina com Lille até 2031
-
Chefe do Comando Sul visita Colômbia, novo aliado dos EUA no combate ao narcotráfico
-
Nvidia supera expectativas no 2T e diz que demanda por chips segue em alta
-
Enchente deixa ao menos 160 mortos e centenas de desaparecidos na fronteira sino-nepalesa
-
Juliano Floss é visto em Chapada dos Veadeiros com a atriz Thainá Duarte
-
Uefa poderá retirar sua ameaça de boicote aos torneios da Fifa
-
Controle de 25 anos do Xbox terá preço de R$ 799 no Brasil
-
Meta fecha acordo bilionário com estados dos EUA sobre dependência de menores em redes
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente do Irã
-
EUA designa grupo Palestine Action como 'organização terrorista'
-
Irmãs Williams e Stan Wawrinka são convidados para disputar o US Open
-
Técnico Arbeloa, do Fulham, confia no desempenho de Gonzalo García na Premier League
-
Estúdio Rockstar Games lamenta vazamento de vídeos do 'GTA VI'
-
EUA se despede de Dolly Parton, a lenda da música country
-
Venus e Serena Williams são convidadas para as duplas femininas do US Open
-
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente iraniano
-
Quase 100 mortos e centenas de desaparecidos após fortes enchentes entre Nepal e China
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em caso sobre dependência de menores nas redes
-
Bill Gates faz advertência sobre consequências da IA
-
Meta atinge acordo com 29 estados dos EUA para limitar uso de adolescentes no Instagram e Facebook
-
Barcelona mantém proposta por Julián Álvarez, diz presidente do clube
-
Inflação nos EUA permanece alta em julho, a 3,7%
-
Polícia dos EUA prende homem com guilhotina em caminhonete em Washington
-
Meta pagará US$ 16,7 bi a estados dos EUA em processo por dependência de menores
-
Morre Peter Nadas, uma das grandes vozes da narrativa húngara
-
'Não recuaremos', afirma presidente do TPI sobre sanções dos EUA
-
Príncipe Harry e família retornam ao Reino Unido
-
Fortes enchentes deixam 19 mortos no Nepal e 384 turistas desaparecidos
-
Trabalhadores estrangeiros do Golfo permanecem apesar da guerra: 'Não tenho outra opção'
-
EUA 'não ganhará nada' com pressão econômica, alerta o presidente do Irã
-
Comunidade LGBT dos EUA chora a morte de sua 'diva' Dolly Parton
-
Manchester City contrata o marroquino Bouaddi por mais de 100 milhões de dólares
-
Panamá e El Salvador declaram estado de emergência devido ao intenso fenômeno El Niño
-
Meta negocia acordo extrajudicial com estados dos EUA em caso sobre segurança de menores
-
Irã afirma que Estreito de Ormuz continua fechado apesar de negociações sobre 'corredor temporário' com Omã
-
Polícia australiana procura ladrões de 250.000 dólares en ostras
-
Candidatos de Trump vencem primárias na Carolina do Sul e Oklahoma
-
Incêndio em hospital no Paquistão mata 14 bebês
-
Avós podem ser obrigados a pagar pensão alimentícia se o pai estiver ausente
Centenas de russos se reúnem no túmulo de Navalny no dia seguinte ao seu funeral
Centenas de russos visitaram, neste sábado (2) em Moscou, o túmulo de Alexei Navalny, o principal crítico de Vladimir Putin que morreu na prisão, para lhe prestar homenagem, um dia depois do funeral e apesar das advertências do Kremlin.
À tarde e sob um sol de inverno, dezenas de pessoas fizeram fila em frente ao túmulo do opositor carregando flores, observou um jornalista da AFP.
Como no dia anterior, a polícia instalou portões de detecção de metais na entrada do cemitério.
Algumas das pessoas que compareceram, muitas delas jovens que são a base de apoio de Navalny, passaram em frente ao túmulo do opositor com lágrimas nos olhos.
Navalny, o mais ferrenho crítico do presidente Vladimir Putin durante mais de uma década, morreu aos 47 anos em uma colônia penitenciária do Ártico no mês passado, onde cumpria uma pena de 19 anos sob acusações de "extremismo", em condições que ainda não foram esclarecidas.
A sua mãe, Liudmila Navalnaya, visitou o seu túmulo, coberto de flores e coroas de flores, no cemitério de Borisovo, ao sul de Moscou, na manhã deste sábado, observaram jornalistas da AFP.
Ela estava acompanhada por Alla Abrosimova, mãe da viúva de Navalny, Yulia Navalnaya.
Yulia Navalnaya, os dois filhos do casal e o irmão de Navalny moram no exterior e não compareceram ao funeral por medo de serem presos.
A viúva do opositor prometeu continuar o trabalho do marido e culpou Putin pela sua morte.
- Fim das esperanças de mudança -
Vadim, 52 anos, declarou-se "entristecido pela perda de um homem digno do nosso tempo" e exortou os seus compatriotas a "continuarem vivendo como Alexei teria desejado: fazendo todo o possível para que o povo do nosso país e de todo o mundo viva mais feliz".
Mas para outras pessoas entrevistadas no sábado, a morte de Navalny significa o fim das esperanças de mudança, depois de mais de um quarto de século de Putin no poder.
"Tudo o que foi construído ao longo dos anos com ele foi enterrado aqui", lamentou Roman, um jovem de 29 anos.
Milhares de apoiadores de Navalny compareceram ao funeral do opositor na véspera para lhe prestar uma última homenagem.
Ao saírem de uma igreja perto do cemitério, em uma longa fila, alguns gritavam "Não à guerra!" e outros slogans a favor de Navalny.
Na sexta-feira, a polícia russa deteve pelo menos 128 pessoas que participavam em homenagens a Navalny em 19 cidades, segundo a ONG de direitos humanos OVD-Info.
As cenas de milhares de pessoas marchando em apoio ao opositor, exigindo o fim da ofensiva russa na Ucrânia e atacando o Kremlin, não eram vistas na Rússia desde o início da operação militar, em fevereiro de 2022.
O Kremlin reprime duramente a dissidência e utiliza leis rigorosas para perseguir centenas de pessoas que se manifestaram publicamente contra a campanha.
O.Salvador--PC