-
Arthur Fils vence Cobolli e é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Irã diz que vai considerar "inimigo" qualquer país que participe da "guerra econômica" dos EUA
-
Bayern vence na visita ao Dortmund (2-1) e conquista Supercopa da Alemanha
-
Füllkrug marca em seu retorno ao Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Inter de Milão abre a Serie A com goleada sobre o Monza (4-1)
-
Arthur Fils vence Cobolli é o primeiro finalista do Masters 1000 de Cincinnati
-
Atual vice-campeão, Lens goleia Auxerre (5-2) em sua estreia na Ligue 1
-
Carney decide enfrentar Trump, apesar dos perigos
-
João Pedro renova com Chelsea até 2032
-
Sheinbaum critica "arrogância" de governador mexicano procurado por tráfico nos EUA
-
Canadá responde com tarifas após fracasso das negociações com EUA
-
Serena Williams e Carlos Alcaraz se unem para as duplas mistas do US Open
-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
'Presidente eleito': oposição venezuelana pede reconhecimento mundial de González Urrutia
A oposição venezuelana aposta no reconhecimento internacional de Edmundo González Urrutia como "presidente eleito", apesar da proclamação da reeleição de Nicolás Maduro em meio a denúncias de fraude.
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) declarou Maduro vencedor das eleições de 28 de julho, mas sem apresentar a apuração detalhada mesa por mesa, como exige a lei. O órgão alegou um ataque hacker a seus sistemas, hipótese rejeitada por especialistas e pela oposição, que afirma ter provas da vitória de Edmundo González Urrutia, contra quem pesa uma ordem de prisão por "conspiração".
"O mundo sabe que Edmundo González é o presidente eleito e que Maduro foi derrotado por uma grande margem", disse Machado em um fórum virtual com a organização americana Americas Society/Council of the Americas, com sede em Nova York.
"Chegamos a um ponto em que precisamos avançar, como eu disse, e este é um momento em que Edmundo González deve ser reconhecido como presidente eleito da Venezuela", acrescentou a líder da oposição, que falou da clandestinidade diretamente de Caracas.
Os Estados Unidos, a União Europeia e vários países da América Latina não reconhecem a reeleição de Maduro, mas têm sido cautelosos ao usar o termo "presidente eleito" para González Urrutia, que também está na clandestinidade.
Na Europa, por exemplo, os países concordam em não reconhecer a reeleição de Maduro, mas não há unanimidade para atribuir a vitória à oposição.
Um antecedente preocupante é o amplo reconhecimento que Juan Guaidó recebeu como "presidente interino" em 2019, após a primeira reeleição de Maduro no ano anterior: o dirigente - hoje no exílio - obteve controle de vastos recursos no exterior, mas nunca conseguiu controlar o poder e muito menos provocar a queda do governante de esquerda. Ele fugiu da Venezuela quatro anos depois.
Os Estados Unidos, então, impuseram uma série de sanções a Caracas, incluindo um embargo petrolífero que foi sendo flexibilizado nos últimos anos.
Com o cenário eleitoral atual, Washington afirmou que considera "opções" contra Maduro.
Enquanto isso, os esforços de Brasil e Colômbia para alcançar uma solução pacífica estão se desfazendo. O ministro do Interior venezuelano, o poderoso dirigente Diosdado Cabello, desmentiu uma reunião entre Maduro e os presidentes desses países para mediar a crise.
- "Justiça com as próprias mãos" -
A proclamação de Maduro como vencedor desencadeou protestos em todo o país, os quais resultaram em 27 mortos, 192 feridos e 2.400 detidos, incluindo mais de uma centena de menores de idade, embora 86 adolescentes já tenham sido libertados sob medidas cautelares.
O mandatário responsabiliza Machado e González pela violência e pede que ambos sejam presos.
"É preciso entender a natureza do regime", afirmou Machado. "Maduro sente que pode matar pessoas, desaparecer pessoas, prender pessoas sem que nada aconteça (...) Ele precisa prestar contas pelos crimes que cometeu, e precisa entender que o mundo não ficará apenas olhando para o outro lado, como ocorria antes".
O Tribunal Penal Internacional abriu uma investigação contra a Venezuela por possíveis crimes contra a humanidade após a repressão às manifestações em 2017.
Enquanto isso, as autoridades estão atrás de González Urrutia, procurado pela justiça por "desobediência às leis", "conspiração", "usurpação de funções" e "sabotagem".
A ordem de prisão contra o opositor também foi condenada por diversos países.
O foco da investigação é um site que a oposição liderada por Machado alimentou com cópias de mais de 80% das atas de votação, as quais, segundo seus membros, servem para provar uma vitória esmagadora de seu González Urrutia.
"O Ministério Público ratifica a citação ou a ordem de prisão em curso contra o senhor González Urrutia para ser entrevistado e reafirma que ele está sendo procurado, devendo se apresentar e se colocar à disposição da justiça", reiterou o procurador-geral, Tarek William Saab, em uma coletiva de imprensa nesta quinta-feira.
Seu advogado, José Vicente Haro, se reuniu na véspera com Saab, a quem entregou um documento com as razões para justificar sua ausência.
No documento, González indicou que seu “comparecimento só poderia contribuir para intensificar ainda mais a tensão social, além de consolidar um contexto de judicialização incriminatória da política que todos devemos rejeitar".
Saab respondeu: "Ele se declara juiz, faz justiça com as próprias mãos e afirma que é inocente... E o mais grave é que anuncia que vai continuar desacatando".
M.A.Vaz--PC