-
Ataques entre Ucrânia e Rússia deixam 13 mortos
-
Lando Norris (McLaren) conquista pole do GP dos Países Baixos de F1
-
Papa Leão XIV pede coragem para enfrentar a desigualdade
-
Kimi Antonelli vai largar do meio do grid no GP da Itália em setembro
-
Manchester United perde (2-0) em sua estreia no Inglês para o recém-promovido Hull
-
Parlamento da Venezuela investiga deputado que propõe dolarização
-
Rodri não jogará na estreia do Barça no Campeonato Espanhol, diz Flick
-
Navio sul-coreano inicia viagem pela rota do Ártico
-
Juíza anula suspensão de vistos imposta por Trump a 75 países
-
Cerca de cem feridos após incidentes em jogo da Copa da Alemanha
-
Vítima de ataque com espada em escola na Suécia é uma aluna de 17 anos
-
Russell (Mercedes) vence sprint do GP dos Países Baixos de F1; Bortoleto é 9º
-
Ucrânia procura desaparecidos após ataque russo a shopping que matou 16
-
Negociação entre EUA e Canadá fracassa e tarifas de 50% entram em vigor
-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
-
Número 1 do mundo, Jannik Sinner desiste do US Open devido a lesão
-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
EUA acusa Irã de fornecer mísseis à Rússia e anuncia novas sanções
O secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou nesta terça-feira (10), durante uma visita ao Reino Unido, que o Irã forneceu mísseis à Rússia para serem usados "nas próximas semanas" na Ucrânia e anunciou novas sanções contra o governo de Teerã.
"A Rússia recebeu entregas destes mísseis balísticos e provavelmente irá usá-los dentro de semanas na Ucrânia contra os ucranianos", disse Blinken em coletiva de imprensa em Londres, ao lado do ministro das Relações Exteriores britânico, David Lammy.
Blinken explicou que os Estados Unidos e os seus aliados pretendem impor estas novas sanções contra o governo de Teerã, em particular contra a companhia aérea nacional Iran Air.
O diplomata americano afirmou que a república islâmica seguiu em frente, apesar dos avisos do seu governo e que dezenas de soldados russos treinaram no Irã utilizando o míssil Fath-360, que tem um alcance de 120 quilômetros.
"Tínhamos alertado o Irã em privado que tomar esta medida constituiria uma escalada dramática", disse Blinken.
Na segunda-feira, a União Europeia garantiu que os aliados ocidentais têm "informações" sobre o fornecimento de mísseis balísticos iranianos à Rússia.
"O novo presidente e o novo ministro das Relações Exteriores do Irã afirmaram repetidamente que querem restabelecer o diálogo com a Europa. Querem que as sanções sejam reduzidas. Ações desestabilizadoras como estas terão exatamente o efeito oposto", alertou Blinken.
- Viagem conjunta à Ucrânia -
O diplomata americano e o ministro das Relações Exteriores britânico, David Lammy, viajarão juntos "esta semana" para a Ucrânia, informou este último.
"Somos os aliados mais próximos, por isso estou muito satisfeito por estarmos viajando juntos, demonstrando o nosso compromisso com a Ucrânia", disse Lammy.
Por outro lado, Blinken descreveu como "injustificada" a morte de Aysenur Ezgi Eygi, de 26 anos, uma ativista turco-americana que foi morta a tiros pelo Exército israelense na Cisjordânia ocupada na semana passada.
Eygi pertencia ao Movimento Internacional de Solidariedade (ISM), uma organização pró-palestina, e estava em Beita para participar de uma manifestação semanal contra os assentamentos israelenses.
Blinken chegou a Londres na segunda-feira para se encontrar com Lammy e com o primeiro-ministro Keir Starmer nesta terça para compartilhar a determinação de ambos os países em ajudar a Ucrânia e resolver as suas diferenças sobre Gaza.
- Visita de Starmer aos EUA -
A visita do secretário de Estado americano precede a de Keir Starmer à Casa Branca na sexta-feira, na segunda viagem do primeiro-ministro trabalhista a Washington desde que chegou ao poder no início de julho, após 14 anos de governos conservadores.
Se a "relação especial" entre estes dois países aliados perdurou para além das divisões partidárias, historicamente considera-se que os democratas sempre estiveram mais próximos dos trabalhistas britânicos do que dos conservadores.
Mas para Keir Starmer, um alinhamento total com os democratas poderia ser arriscado dois meses antes das eleições americanas, caso o partido de Blinken seja derrotado nas eleições.
Kamala Harris deu aos democratas uma maior esperança de vitória depois de sua entrada tardia na campanha para substituir Joe Biden e as pesquisas mostram uma disputa acirrada com o candidato republicano Donald Trump.
Keir Starmer repetiu que manteria a posição do seu antecessor conservador, que apoiou fortemente a Ucrânia contra a Rússia.
O Reino Unido é um dos mais importantes apoiadores da Ucrânia.
Por outro lado, Starmer assumiu uma postura mais dura em relação a Israel do que os conservadores.
Na semana passada, o governo trabalhista anunciou a suspensão de cerca de 30 licenças de exportação de armas para Israel, de um total de 350, alegando que havia "um risco" de serem usadas em violação do direito humanitário internacional no conflito contra o Hamas em Gaza.
X.Brito--PC