-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
-
Número 1 do mundo, Jannik Sinner desiste do US Open devido a lesão
-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
-
Gamescom 2026 celebra nova edição do aguardado 'GTA VI' na Alemanha
-
Trump promete 'era de ouro' das viagens espaciais
-
Presidente do Irã quer fim da guerra enquanto país está em 'posição de força'
-
Capitão indiano detido em Londres por transportar petróleo russo é 'bode expiatório', diz esposa
-
Antonelli (Mercedes) lidera o único treino livre em Zandvoort
-
Epidemia de ebola na RD Congo avança de 'forma exponencial', diz ONU
-
Bandar Abbas, o polo comercial iraniano às margens de Ormuz e na linha de frente da guerra
-
Harry e William, uma reconciliação que parece improvável a curto prazo
-
EUA e Coreia do Sul concluem exercícios militares
-
Imprensa britânica afirma que Tottenham contratou o brasileiro Savinho
-
ONU tem nova 'votação indicativa' para o cargo de secretário-geral
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia por 'incitação à subversão'
-
No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
LDU elimina Mirassol nos pênaltis e vai enfrentar o Palmeiras nas quartas da Libertadores
-
Miguel Borja, ex-Palmeiras e Grêmio, é anunciado pelo América de México
-
Rybakina desiste do WTA 1000 de Cincinnati e não será número 1 do mundo
-
Torcedores alemães preparam campanha de protestos contra o VAR
-
'Ouvi dizer que sentiram minha falta', diz Melania Trump ao reaparecer depois de um mês
-
Milhares de pessoas protestam na Argentina por endividamento dos lares
-
Fórmula 1 retorna das férias de verão no GP dos Países Baixos
-
Ex-candidato presidencial venezuelano impulsiona pacto nacional seguindo linha traçada por EUA
Israel enfrenta onda de indignação após novo ataque contra capacetes azuis no Líbano
Israel enfrenta uma onda de indignação da comunidade internacional nesta sexta-feira (11), depois que suas forças atacaram, pelo segundo dia consecutivo, os capacetes azuis da ONU no Líbano, enquanto o primeiro-ministro libanês pediu um cessar-fogo "imediato" entre os israelenses e o movimento islamista Hezbollah.
A força da ONU, Unifil, que está instalada entre Líbano e Israel, informou nesta sexta-feira que dois capacetes azuis do Sri Lanka ficaram feridos perto da fronteira com o território israelense, após dois soldados indonésios terem se ferido na quinta-feira em um ataque que gerou condenações internacionais.
O ataque contra as forças da ONU provocou reações severas, e na quinta-feira a Casa Branca expressou sua "profunda preocupação"; a Itália chegou a mencionar a possibilidade de classificar os incidentes como "crimes de guerra", e nesta sexta-feira a França convocou o embaixador de Israel.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que o incidente constitui "uma violação do direito humanitário internacional", enquanto a Unifil afirmou que essas ações "representam um grande risco para as forças de paz".
O Exército israelense anunciou que abriu uma investigação "em profundidade" e disse que disparou em direção a uma "ameaça" que estava localizada perto da posição das forças da ONU.
Além disso, o Líbano relatou a morte de dois de seus soldados em bombardeios israelenses no sul do país.
Os incidentes ocorrem após Israel intensificar a campanha militar contra a milícia libanesa Hezbollah, aliada ao Irã, em 23 de setembro, e uma semana depois de iniciar incursões terrestres no Líbano.
- Líbano pede cessar-fogo "imediato" -
O primeiro-ministro do Líbano, Najib Mikati, pediu nesta sexta-feira ao Conselho de Segurança da ONU um cessar-fogo "imediato" entre Israel e o Hezbollah, depois de Beirute ter sido atingida, na quinta-feira, pelo bombardeio israelense mais letal, o qual deixou 22 mortos, desde a escalada do conflito.
Este bombardeio ocorreu na véspera do Yom Kippur, o Dia do Perdão, festividade mais importante do calendário judaico, que coincide com um momento em que Israel trava uma guerra contra o Hezbollah no Líbano e outra em Gaza contra o movimento islamista palestino Hamas.
Mikati pediu que o Exército libanês e as forças de paz sejam os únicos efetivos implantados no sul do país e afirmou que o "Hezbollah concorda", apesar de o grupo islamista não ter feito comentários a respeito
No Líbano, um país mergulhado em uma crise institucional e econômica, o poder e a influência do Hezbollah, que é formado por uma milícia, mas também por um partido político com uma importante representação parlamentar, se consolidaram.
- "Nenhum lugar seguro?" -
O Hezbollah abriu uma frente contra Israel há um ano para apoiar o Hamas, que entrou em guerra com os israelenses após o ataque mortal de 7 de outubro de 2023.
Desde então, mais de 2.100 pessoas morreram no Líbano, das quais 1.200 perderam a vida desde a intensificação dos bombardeios israelenses em 23 de setembro, segundo um levantamento realizado pela AFP com base em números oficiais.
A ONU registrou cerca de 700.000 deslocados internos no Líbano devido à violência, e 400.000 pessoas fugiram para a Síria.
"O chefe do aparato de segurança do Hezbollah, Wafic Safa, foi o alvo" do bombardeio de quinta-feira em Beirute, indicou à AFP uma fonte próxima ao movimento islamista pró-iraniano, sem especificar o que aconteceu com o alto funcionário.
Na manhã seguinte, os moradores de Basta, uma das áreas mais afetadas, voltaram para suas casas.
"Aqui vivem muitas famílias", muitos deslocados do sul do Líbano que têm parentes no bairro, afirmou Bilal Othman. "Querem nos dizer que já não há nenhum lugar seguro neste país?".
- Alerta antiaéreo no noroeste de Israel -
Os Estados Unidos, principal aliado de Israel, buscam impedir a propagação do conflito em todo o Oriente Médio, em um momento em que o governo israelense prometeu responder ao ataque de mísseis lançado pelo Irã contra seu território em 1 de outubro.
Segundo especialistas, os países do Golfo não permitirão que Israel utilize seu espaço aéreo para atacar o Irã.
O conflito entre Israel e Hamas eclodiu após o ataque sem precedentes de milicianos islamistas em solo israelense, em 7 de outubro de 2023, que causou a morte de 1.206 pessoas, a maioria civis, segundo um levantamento da AFP com base em números oficiais israelenses.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva implacável que já matou 42.126 palestinos na Faixa de Gaza, governada pelo Hamas. As vítimas são majoritariamente civis, segundo dados do ministério da Saúde do território palestino, considerados confiáveis pela ONU.
Desde domingo, as tropas israelenses cercam e bombardeiam a localidade de Jabaliya, no norte de Gaza.
Segundo o porta-voz da Defesa Civil de Gaza, Mahmud Basal, ao menos 140 pessoas morreram desde o início desta operação.
Após ter enfraquecido o Hamas em sua ofensiva em Gaza, o Exército israelense deslocou, em meados de setembro, a maior parte de suas operações para o Líbano, a fim de combater o Hezbollah e permitir o retorno dos deslocados pela violência em sua fronteira norte.
A poucas horas do início do Yom Kippur, as sirenes de alerta antiaéreas soaram em várias localidades do noroeste de Israel.
E.Raimundo--PC