-
Messi marca um gol pela primeira vez desde o falecimento de seu pai
-
Flamengo vence Cruzeiro (2-1) e vai às quartas de final da Libertadores
-
Reino Unido convoca diplomata de Israel por projeto de assentamento
-
Trump anuncia "guerra econômica" contra Irã e ameaça parceiros com represálias
-
CK Hutchison exige indenização do Panamá por cancelamento de concessão portuária
-
Chefe da DEA destaca atuação argentina no combate ao narcotráfico
-
Palmeiras vence Cerro Porteño (1-0) em Assunção e avança às quartas da Libertadores
-
Trump apresenta novo heliporto da Casa Branca
-
Zverev, cabeça de chave número 1, é eliminado por Tommy Paul nas oitavas de Cincinnati
-
Nasa anuncia fracasso de missão para resgatar telescópio
-
Dez mortos em bombardeios israelenses em Gaza, segundo fontes palestinas
-
Príncipe Harry e sua esposa Meghan voltarão a morar no Reino Unido
-
Algumas ferramentas de segurança da Meta foram "projetadas para falhar", diz ex-funcionário em julgamento
-
Diego Moreira, da seleção belga, deixa o Strasbourg e se transfere para o Milan
-
Atlético de Madrid estreia no Campeonato Espanhol com vitória por 2-0 sobre o Málaga
-
Arsenal luta pelo bicampeonato da Premier League diante de rivais em reconstrução
-
Netanyahu diz que Israel enviou "mensagem clara" à Turquia sobre a Síria
-
Corinthians busca vaga nas quartas da Libertadores após encerrar novela Memphis
-
Nova temporada, mesma ambição para o PSG
-
Tirante é o 1º argentino a chegar às quartas em Cincinnati desde Del Potro
-
Estreia do PSG no Francês é transferida do Parque dos Príncipes para casa do Rennes
-
Oito mortos em ataques na Ucrânia e na Rússia
-
Mais de 100 países debatem na Argentina estratégias contra o tráfico de drogas
-
Primeiro-ministro britânico vai doar parte do salário para os sem-teto
-
Acidente de helicóptero no Quênia deixa sete mortos, incluindo chefe de inteligência do Equador
-
Reijnders deixa o Manchester City rumo à Arábia Saudita
-
ONU, Alemanha e França condenam declarações "desumanas" de ministro israelense sobre Gaza
-
Chanceleres da OEA vão debater medidas contra a Nicarágua por eliminação de eleições
-
Honduras declara alerta em quase 80% de seu território devido ao El Niño
-
Moderna e Merck anunciam resultados promissores de tratamento contra câncer de pele
-
Presidente de honra do Bayern diz que disfunção neurológica de Musiala é um "drama"
-
Swiatek avança às quartas do WTA 1000 de Cincinnati e espera por Rybakina
-
França investiga novas agressões de ex-cirurgião pedófilo condenado
-
Mais de 5 mil casos de ebola registrados na RDC
-
Carlos Sainz renova contrato com a Williams
-
Irã ameaça países do Golfo que ajudam o Exército dos Estados Unidos
-
Lawson substituirá Hadjar, lesionado, no GP dos Países Baixos de F1
-
Trump diz que se reunirá com líder norte-coreano Kim Jong Un este ano
-
Esquerda consegue vitória surpreendente na Flórida, enquanto candidatos de Trump tropeçam
-
Emirados cancelam shows de Shakira e Christina Aguilera
-
OEA aprova reunião de chanceleres para discutir medidas contra a Nicarágua
-
Arsenal chega a acordo com Aston Villa para contratar zagueiro Ezri Konsa
-
Facções brasileiras expandem seu poder com violência nas fronteiras da Bolívia
-
Vice-presidente do Conselho da Fifa retira apoio a Infantino
-
Diretor de cinema britânico John Irvin morre aos 86 anos
-
'American Doctor' leva às telas o horror testemunhado por médicos em Gaza
-
'Sobrenatural: Agora Entre Nós' nasceu do medo da paternidade, afirma diretor
-
Imprensa britânica criticada após morte de professor negro de Cambridge
-
TPI condena sanções dos EUA à sua presidente como 'ataque flagrante'
-
China expande centros de dados para o interior do país como forma de impulsionar IA
Tratado de defesa entre Coreia do Norte e Rússia entra em vigor, anuncia agência KCNA
O histórico acordo de defesa firmado entre Coreia do Norte e Rússia em junho, que sela a aproximação dos dois países em meio à guerra na Ucrânia, entrou em vigor, anunciou a agência oficial norte-coreana KCNA nesta quarta-feira (4).
O líder norte-coreano, Kim Jong Un, e o presidente russo, Vladimir Putin, assinaram o tratado estratégico durante uma visita do chefe do Kremlin a Pyongyang em junho.
O acordo entrou em vigor nesta quarta com a troca dos documentos ratificados em Moscou entre os dois países, acrescentou a agência.
A oficialização do pacto acontece no momento em que Estados Unidos e Coreia do Sul acusam a Coreia do Norte, que possui arma nuclear, de enviar mais de 10 mil soldados para ajudar a Rússia a combater a Ucrânia.
Segundo os especialistas, o dirigente norte-coreano quer adquirir, em troca, tecnologia de ponta de Moscou e experiência de combate para suas tropas.
O acordo obriga os dois Estados a proporcionarem assistência militar "sem demora" em caso de ataque contra um deles e a se oporem conjuntamente às sanções ocidentais.
Os legisladores russos votaram no mês passado, por unanimidade, a favor do tratado, que foi depois firmado por Putin. Pyongyang declarou que o acordo foi ratificado por um decreto de Kim.
O tratado servirá de "poderosa força motriz para acelerar o estabelecimento de uma ordem mundial multipolar, independente e justa, sem dominação, submissão nem hegemonia", declarou a KCNA.
Segundo analistas, Pyongyang poderia utilizar a Ucrânia para reorientar sua política externa.
Ao enviar soldados, a Coreia do Norte se posiciona dentro da economia de guerra russa como fornecedor de armas, de apoio militar e mão de obra, e inclusive poderia contornar seu aliado tradicional, vizinho e principal parceiro comercial, a China.
Coreia do Norte e Rússia reforçaram seus laços militares desde a invasão russa da Ucrânia em fevereiro de 2022.
Os dois países estão submetidos a uma série de sanções da ONU: Pyongyang por seu programa de armamento nuclear e Moscou pelo conflito ucraniano.
Kim declarou na semana passada, durante uma visita a Pyongyang do ministro da Defesa russo, Andrei Belousov, que seu governo, seu Exército e seu povo "apoiariam invariavelmente a política da Federação da Rússia de defesa de sua soberania e integridade territorial".
O presidente russo classificou em junho o acordo de "documento revolucionário".
O.Gaspar--PC