-
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, depõe a portas fechadas em comissão do Congresso dos EUA
-
Desabamento de prédio no norte do Líbano deixa 14 mortos
-
Justiça de Hong Kong condena magnata da imprensa e ativista pró-democracia Jimmy Lai a 20 anos de prisão
-
Astronauta levará coelho de pelúcia da filha de três anos para o espaço
-
Aliado de María Corina Machado é detido poucas horas após sua libertação
-
Bad Bunny brilha no Super Bowl e faz sua cidade em Porto Rico dançar
-
Os últimos dez campeões do Super Bowl após título do Seattle Seahawks
-
Seattle Seahawks atropela Patriots (29-13) e conquista seu segundo Super Bowl
-
Sengün vai substituir o lesionado SGA no All-Star Game da NBA
-
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
-
Super Bowl começa com duelo Patriots-Seahawks e apresentação de Bad Bunny
-
Trump diz que presidente chinês visitará Casa Branca 'no final do ano'
-
Com show de Dembélé, PSG goleia Olympique de Marselha (5-0) e recupera liderança da Ligue 1
-
Trump chama de 'perdedor' esquiador olímpico por suas dúvidas de representar os EUA
-
Aliados de María Corina Machado são soltos dias antes de anistia na Venezuela
-
Real Madrid vence Valencia (2-0) e continua na cola do Barça
-
Socialista moderado vence extrema direita e se elege presidente em Portugal
-
Gramado natural ou sintético: estrelas do Super Bowl dão suas opiniões
-
Os números mais curiosos e exorbitantes do Super Bowl 2026
-
Betis vence na visita ao Atlético de Madrid (1-0) com golaço de Antony
-
Israel anuncia medidas para aumentar controle sobre a Cisjordânia ocupada
-
Inter de Milão goleia Sassuolo (5-0) e dispara na liderança da Serie A
-
City vence Liverpool de virada (2-1) e segue na briga pelo título da Premier com Arsenal
-
Bayern goleia Hoffenheim (5-1) com 3 gols de Luis Díaz e mantém distância na liderança
-
Aliado de María Corina Machado é solto na Venezuela
-
Cerca de 180 palestinos saíram de Gaza após reabertura da passagem de Rafah
-
Lindsey Vonn passa por cirurgia após sofrer fratura na perna esquerda em queda
-
Irã condena ganhadora do Nobel a seis anos de prisão
-
Irã desafia ameaças dos EUA e insiste em direito de enriquecer urânio
-
Gabinete nega reunião do Dalai Lama com Epstein
-
Chefe de gabinete do premier britânico renuncia por vínculo de ex-embaixador com Epstein
-
Primeira-ministra do Japão caminha para vitória contundente nas eleições legislativas
-
'Uma Batalha após a Outra' vencê prêmio do sindicato de diretores nos EUA
-
Lindsey Vonn sofre forte queda no downhill dos Jogos de Inverno
-
Familias denunciam condições insalubres onde aguardam asilo nos EUA
-
Irã descarta renunciar ao enriquecimento de urânio, mesmo em caso de 'guerra'
-
Portugal elege presidente com moderado como favorito frente à extrema direita
-
Messi marca seu primeiro gol do ano mas Inter Miami empata em amistoso no Equador
-
O novo Ioniq 3 chega já em 2026
-
O novo Twingo e-tech está na linha de partida
-
Novo Ypsilon e Ypsilon hf
-
O Cupra Raval será lançado em 2026
-
O novo id.Polo chega com motor elétrico
-
Patriots buscam recuperar a glória perdida no Super Bowl de Bad Bunny
-
Lens bate Rennes e é líder provisório; Lyon vence apesar da expulsão de Endrick
-
Palmeiras contrata atacante colombiano Jhon Arias, que estava no Wolverhampton
-
Conselho de transição do Haiti entrega o poder ao premiê Fils-Aimé
-
João Fonseca espera superar decepção do Aberto da Austrália em Buenos Aires e no Rio de Janeiro
-
A descoberta inquietante durante busca por mineradores sequestrados no México
-
Protesto contra Jogos de Inverno termina em confrontos em Milão
Sem Xi e Putin, Brics realiza cúpula no Rio com cautela frente a Trump
Sem o presidente chinês, Xi Jinping, e seu contraparte russo, Vladimir Putin, o Brics buscará impor seu peso durante uma cúpula no domingo (6) e na segunda-feira, no Rio de Janeiro, em um mundo conturbado pelas políticas de Donald Trump, mas a cautela deve prevalecer para não prejudicar as relações com os Estados Unidos.
Com forte presença das Forças Armadas, a capital fluminense sediará a reunião anual do grupo de 11 países — que inclui Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, e juntos representam quase metade da população do planeta e cerca de 40% do PIB mundial.
O anfitrião, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, deverá compor com as ausências de Xi, que faltará pela primeira vez à reunião desde que assumiu o poder em 2012, e Putin, que é alvo de um mandado de prisão internacional por supostos crimes de guerra na Ucrânia.
O primeiro-ministro Li Qiang substituirá Xi, enquanto Putin poderia participar de modo virtual, segundo Moscou.
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, no centro das atenções pela recente escalada bélica com Israel e Estados Unidos, e o egípcio Abdel Fattah al Sissi também faltarão à cúpula, disse à AFP uma fonte do governo brasileiro.
Além da guerra no Oriente Médio, a reunião será marcada pelas tensões tarifárias, outra frente na qual Trump desafia a diplomacia dos países emergentes.
Na quinta-feira, o presidente americano disse que pretende enviar a partir desta sexta (4) cartas aos parceiros comerciais dos Estados Unidos, informando-os sobre a proximidade da imposição de tarifas alfandegárias punitivas para dezenas de países.
- "Tom cuidadoso" -
"A tendência é que o tom da cúpula seja cuidadoso: vai ser difícil que os Estados Unidos sejam nomeados diretamente na declaração final", disse à AFP Marta Fernández, especialista em Relações Internacionais e diretora do BRICS Policy Center da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).
A China, por exemplo, "vem tentando uma postura contida sobre Oriente Médio, e uma cúpula capturada por esse conflito talvez não seja do interesse de Pequim", acrescentou.
Após o bombardeio ordenado em junho por Trump contra instalações nucleares iranianas, o Brics emitiu "uma declaração totalmente vaga" sobre o conflito, afirmou, por sua vez, Oliver Stuenkel, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Isso se deveu "às divergências entre os membros", com países como a Índia, que negociam acordos comerciais com Washington e "não querem se indispor com os Estados Unidos", acrescentou.
Apesar disso, o Brasil pretende orientar uma posição comum no Rio.
"O Brics, ao longo da sua história, tem construído consensos para falar com uma só voz sobre os grandes temas da realidade internacional, e não será diferente desta vez sobre o Oriente Médio", assegurou à AFP o chanceler brasileiro, Mauro Vieira.
- Lula defende desdolarização -
A busca de uma alternativa ao dólar para o comércio entre os membros do grupo voltou a ser defendida por Lula nesta sexta-feira.
"É complicado, eu sei. Tem problemas políticos, eu sei. Mas se a gente não encontrar uma nova fórmula, a gente vai terminar o século XXI igual a gente começou o século XX", disse o presidente na abertura de um evento do banco do Brics no Rio.
No entanto, um avanço neste sentido parece pouco provável depois que Trump ameaçou os membros do Brics com tarifas de 100% se esta ideia prosperar.
"Tarifas, sanções e restrições financeiras estão sendo usadas como ferramentas de subordinação política", disse no mesmo evento a presidente do banco do Brics, a ex-presidente Dilma Rousseff.
A presidência brasileira busca consensos em temas como a luta contra as mudanças climáticas — crucial para o país, que este ano receberá a COP30 em Belém (PA) —, a governança da inteligência artificial e a reforma das organizações multilaterais.
"Essa escalada [no Oriente Médio] reforça a urgência do debate sobre a necessidade de reforma da governança global e do reforço do multilateralismo", frisou Mauro Vieira.
Desde 2023, a lista de países do Brics se ampliou para Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, incorporados tardiamente ao grupo fundado em 2009 para fortalecer o chamado Sul Global perante as potências ocidentais.
- Caças com mísseis sobre o RJ -
"Os presidentes da Rússia e da China não vêm, então obviamente que muda o nível de risco", mas "o momento geopolítico não pode ser descartado", considerou o general Lúcio Alves de Souza, porta-voz da operação de segurança.
T.Vitorino--PC