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'O que incomoda os EUA de Cuba é a verdadeira independência', diz presidente
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, reagiu, neste sábado (12), às sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos, que o acusa de cometer "graves violações dos direitos humanos" nos protestos antigovernamentais que sacudiram a ilha há quatro anos.
A administração do presidente americano, Donald Trump, impôs, na sexta-feira, as primeiras sanções contra Díaz-Canel após estes protestos que deixaram um morto, dezenas de feridos e centenas de detidos.
Díaz-Canel deu "a ordem de combate" para que os cubanos afins ao governo enfrentassem os manifestantes.
"O que incomoda os EUA de Cuba é a verdadeira independência, que aqui não governem as transnacionais, que tenhamos saúde e educação grátis, que não peçamos permissão para condenar crimes como os Israel e EUA contra os palestinos", escreveu o presidente cubano em sua conta no X.
Washington sempre condenou a resposta de Havana aos protestos, mas as relações bilaterais ficaram ainda mais tensas com a volta de Trump à Casa Branca, em janeiro.
No fim de junho, o republicano assinou um memorando para blindar sua política de linha-dura com a ilha comunista.
O Departamento de Estado disse, na sexta-feira, que "tomará medidas para implementar" esta política.
Washington restringe a entrada em território americano de "líderes-chave do regime" cubano por "sua participação em graves violações dos direitos humanos", informou a pasta em um comunicado.
A decisão inclui Díaz-Canel, que também chefia o Partido Comunista no poder, e dois ministros: o da Defesa, Álvaro López Miera, e o do Interior, Lázaro Alberto Álvarez Casas.
O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, um aliado próximo de Cuba, condenou as sanções contra o colega cubano.
"Nós nos solidarizamos com o presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, ante as medidas ilegais impostas contra ele", publicou Maduro no Telegram. "Venezuela sempre com Cuba!", ressaltou.
Washington também restringe os vistos para "muitos funcionários judiciais e penitenciários cubanos, responsáveis ou cúmplices da detenção injusta e a tortura dos manifestantes de julho de 2021", acrescenta o comunicado do Departamento de Estado sem mencionar suas identidades.
Segundo os Estados Unidos, ainda há 700 pessoas presas pelas manifestações de julho de 2021, que são submetidas "a tortura ou abusos", enquanto organizações de defesa dos direitos humanos as estimam entre 360 e 420.
A.Motta--PC