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Trump e chefe da UE se reúnem na Escócia para tentar acordo sobre tarifas
Donald Trump se reúne neste domingo (27) na Escócia com a presidente da Comissão Europeia para tentar chegar a um acordo sobre as tarifas, no limite do prazo, e afirmou que há 50% de chances de conseguir um pacto.
O tempo é curto antes do prazo final de 1º de agosto imposto pelo presidente republicano, que lançou uma grande ofensiva protecionista que ameaça com tarifas de 30% sobre os produtos europeus.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, exerce forte pressão para alcançar um acordo que salve uma relação comercial que chega a US$ 1,9 trilhão (R$ 10,5 trilhões, na cotação atual) anuais em bens e serviços.
Se Trump e Von der Leyen chegarem a um acordo, os termos deverão ser validados pelos 27 Estados-membros do bloco, e seus representantes têm prevista uma reunião neste domingo, caso haja sinal positivo.
O encontro entre ambos está previsto para as 16h30 (12h30 em Brasília) em Turnberry, costa oeste da Escócia, onde a família do republicano possui um luxuoso complexo de golfe.
"Acredito que temos 50% de chances" de alcançar um acordo, afirmou Trump ao chegar à Escócia, citando que há pontos de conflito em 20 temas.
- "Muito respeitada" -
Antes da reunião, o magnata elogiou a chefe da UE, afirmando que ela é uma "mulher muito respeitada", um tom que contrasta com seu discurso habitual sobre a União Europeia, com declarações em que acusa o bloco de "se aproveitar" dos Estados Unidos.
No entanto, as conversas noturnas da UE com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, no sábado para finalizar os detalhes foram "combativas em alguns momentos", informou o Financial Times.
Até a noite de sábado, "ainda havia muitas questões em aberto", particularmente sobre as tarifas no setor farmacêutico, segundo declarou um diplomata da UE.
Os níveis tarifários na área automotiva também são cruciais para os europeus, principalmente para França e Alemanha.
Segundo várias fontes europeias, o texto em discussão propõe a imposição de uma tarifa básica de 15% por parte dos EUA sobre os produtos da UE, com isenções para os setores de aeronáutica, madeira e bebidas alcoólicas, exceto vinho.
O bloco europeu pressiona para alcançar um acordo sobre o aço, que permita a entrada de uma cota em solo americano sem tarifas.
Em troca, os europeus se comprometeriam a comprar gás natural liquefeito e a investir nos Estados Unidos. Um acordo semelhante ao pacto alcançado recentemente entre EUA e Japão.
Os produtos da União Europeia têm atualmente uma taxa de 25% para veículos, de 50% para aço e alumínio, e uma tarifa geral de 10%, que Washington ameaça elevar para 30% caso não haja acordo.
Os 15% seriam superiores às taxações americanas pré-existentes sobre produtos europeus (4,8%) e às atuais de 10%.
Se as negociações fracassarem, os Estados da UE deram luz verde a tarifas sobre US$ 109 bilhões (R$ 604 bilhões, na cotação atual) de produtos americanos, incluindo aviões e automóveis, que entrarão em vigor por etapas a partir de 7 de agosto.
Bruxelas também está elaborando uma lista de serviços americanos aos quais poderia ser aplicada.
O Executivo europeu, sob o impulso de alguns países como a França, poderia também congelar o acesso aos mercados públicos europeus ou bloquear alguns investimentos.
Mas o desdobramento deste arsenal, denominado nessas discussões como "bazuca", implicaria uma escalada sem precedentes da disputa comercial entre Estados Unidos e Europa, que teria efeitos em ambos os lados do Atlântico.
- Em queda nas pesquisas -
Trump afirma estar em posição de força. Mas algumas pesquisas mostram que os americanos têm dúvidas sobre sua estratégia comercial e seu desempenho em geral.
Uma pesquisa recente da Gallup revelou que o nível de confiança no mandatário caiu para 37%, 10 pontos percentuais a menos do que em janeiro.
Nesse contexto, ele se beneficiaria do anúncio de um acordo com a UE, depois de ter assinado cinco pactos comerciais com Japão, Indonésia, Vietnã, Filipinas e Reino Unido, como parte de sua política protecionista que prometeu "90 acordos em 90 dias".
H.Portela--PC