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Nasralla amplia vantagem sobre candidato apoiado por Trump para presidência de Honduras
O apresentador de televisão Salvador Nasralla ampliou sua vantagem nesta quarta-feira (3) sobre o empresário Nasry Asfura, apoiado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na caótica contagem dos votos das eleições presidenciais de Honduras.
Os candidatos de direita Nasralla e Asfura continuam empatados, três dias após as eleições, cuja contagem de votos foi marcada por problemas técnicos e temores de fraude.
Com resultados escassos, o desfecho das eleições gerais mantém em suspense este país empobrecido, assolado pela violência do narcotráfico, das gangues e da corrupção.
Com 79% das urnas apuradas, Nasralla, do Partido Liberal (PL), obtém 40,34% dos votos contra 39,57% de Asfura, do Partido Nacional (PN), de acordo com o Conselho Nacional Eleitoral (CNE).
O CNE interrompeu na madrugada de segunda-feira a divulgação dos dados, quando Asfura tinha uma ligeira vantagem sobre Nasralla, o que levou Trump a ameaçar "consequências graves" a Honduras se decidissem "alterar os resultados".
A divulgação foi retomada ao meio-dia de terça-feira, com uma ligeira vantagem de Nasralla. Em Honduras, onde as eleições presidenciais são de turno único, o vencedor pode ser proclamado com apenas um voto de diferença.
"É uma falta de respeito para todos os hondurenhos que fomos votar e eles vêm com isso de que há problemas com o sistema [de resultados]. Para mim, há algo estranho", disse à AFP Katherin Matías, 21 anos, na universidade de Tegucigalpa, onde estuda Direito.
O CNE explicou que a contagem havia sido interrompida na segunda-feira em 57% das atas devido a "problemas técnicos" da empresa colombiana ADS, contratada para o processamento e divulgação dos dados.
A presidente do CNE, Ana Paola Hall, garantiu que a contagem agora é feita manualmente, as inconsistências das atas são revisadas e as que estão chegando de locais remotos do país são escrutinadas. "Haverá resultados definitivos e legítimos", prometeu.
Por isso, a declaração do vencedor pode demorar dias. O CNE, cuja credibilidade costuma ser questionada por ser controlado pelos partidos políticos, tem legalmente um mês para fazê-lo.
- Triunfo da direita -
Seja quem for o vencedor, as eleições, nas quais também foram eleitos deputados e prefeitos, marcaram o retorno da direita após quatro anos de governo de esquerda.
Trump tornou-se protagonista na reta final do processo com seu apoio a Asfura, empresário da construção civil de 67 anos que ele considera um "amigo da liberdade".
O presidente dos Estados Unidos classifica Nasralla como "quase comunista" porque ele ocupou um cargo importante no atual governo da presidente Xiomara Castro.
Nasralla, narrador esportivo de 72 anos, rompeu com Castro e se declara admirador dos presidentes de direita da Argentina, Javier Milei, e de El Salvador, Nayib Bukele.
As eleições representaram um castigo para a esquerda em meio à polarização política, sequela do golpe de Estado que derrubou em 2009 o presidente Manuel Zelaya, um liberal que depois se aliou à Venezuela de Hugo Chávez.
A presidente Castro, esposa de Zelaya e próxima ao governo venezuelano, tem sido criticada por não cumprir promessas de emprego, austeridade e combate ao nepotismo, já que vários de seus familiares ocupam cargos no governo.
"Estamos vivendo isso com muita incerteza. Mas quero que qualquer um dos dois ganhe para tirar a família do poder", disse à AFP Irvin Zúñiga, enfermeiro de 29 anos, se referindo à lentidão da contagem de votos.
A candidata do partido no poder, Rixi Moncada, de 60 anos, ficou em terceiro lugar, com 19,02% dos votos.
- "Minha condenação é injusta!" -
Trump também agitou o processo ao perdoar e libertar na segunda-feira o ex-presidente Juan Orlando Hernández (2014-2022), antigo líder do PN, condenado no ano passado a 45 anos de prisão por narcotráfico.
"A situação para ele não é fácil devido à insegurança, às ameaças contra sua vida", disse em entrevista à AFP Ana García, esposa de Hernández, ao indicar que seu marido não pensa em viajar para Honduras por enquanto.
Hernández, advogado de 57 anos, enviou uma carta de quatro páginas a Trump na qual culpa o governo de Joe Biden por sua condenação e afirma que ela se baseou em declarações não comprovadas de traficantes condenados. "Minha condenação é injusta", escreveu.
"Assim como você, presidente Trump, eu sofri perseguição política", acrescentou Hernández, pedindo que ele corrigisse uma "grave injustiça".
Por enquanto, ainda não se sabe se a intervenção do presidente americano influenciou os resultados.
P.Mira--PC