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EUA redefine sua estratégia de segurança mundial com foco nas Américas
O governo de Donald Trump publicou, nesta sexta-feira (5), um documento que redefine sua estratégia de Segurança Interna, no qual antecipa o "desaparecimento da civilização" europeia e defende o combate às "migrações em massa" e a restauração do "predomínio dos Estados Unidos na América Latina".
O documento, denominado "Estratégia de Segurança Interna", expõe com firmeza o objetivo de reforçar a influência dos Estados Unidos na América Latina, onde a administração Trump ataca lanchas associadas ao narcotráfico no Caribe e no Pacífico, busca uma troca de governo na Venezuela de Nicolás Maduro e toma o controle de recursos-chave como o Canal do Panamá.
Concebido para desenvolver a visão "America First" (Estados Unidos em primeiro lugar, em tradução livre) de Trump, a nova estratégia americana marca uma reorientação de sua política dos últimos anos centrada na Ásia, embora continue identificando a China como seu principal competidor.
- "Corolário Trump" da Doutrina Monroe -
O documento afirma que os EUA aplicarão um "Corolário Trump" à Doutrina Monroe, da década de 1820, quando Washington consolidou sua hegemonia frente aos europeus na América Latina, que considerava o "quintal" dos Estados Unidos.
O governo americano reajustará sua "presença militar global para enfrentar ameaças urgentes em nosso Hemisfério, e se afastar de cenários cuja importância relativa para a segurança interna dos Estados Unidos diminuiu nas últimas décadas ou anos", afirma o texto.
Washington também deseja, sob a presidência de Trump, pôr fim às migrações em massa no mundo e fazer do controle das fronteiras "o elemento principal da segurança" dos Estados Unidos, segundo o documento.
"A era das migrações em massa deve chegar ao fim. A segurança das fronteiras é o elemento principal da segurança interna", indica a nova estratégia.
"Devemos proteger nosso país contra as invasões, não apenas contra migrações descontroladas, mas também contra ameaças transfronteiriças como terrorismo, drogas, espionagem e tráfico de pessoas", acrescenta.
- Europa "irreconhecível" em 20 anos -
No texto, Washington também critica duramente seus aliados europeus e sinaliza que os Estados Unidos apoiarão aqueles que se opuserem aos valores promovidos pela União Europeia, sobretudo sobre a questão migratória.
O governo afirma que cultivará uma "resistência à trajetória atual da Europa" dentro das próprias nações europeias. A Alemanha respondeu rapidamente, dizendo que não precisa de "conselhos externos".
O documento destaca a diminuição da participação da Europa na economia global - que é em grande parte resultado do crescimento da China e de outras potências emergentes -, pontuando que "este declínio econômico é eclipsado pela perspectiva real e marcada do desaparecimento da civilização".
"Se as tendências atuais continuarem, o continente será irreconhecível em 20 anos ou menos", adicionou.
Em um momento em que Trump busca pôr fim à guerra na Ucrânia com um plano que seria favorável à Rússia, seu governo acusa os europeus de fraqueza no documento e afirma que os Estados Unidos deveriam se concentrar em "acabar com a percepção, e prevenir a realidade, da Otan como uma aliança em expansão perpétua".
- China e Oriente Médio -
A estratégia sobre a China reitera, por sua vez, os apelos por uma região Ásia-Pacífico "livre e aberta", mas com um enfoque maior na competição econômica representada pelo gigante asiático.
Após especulações sobre se Trump cederia no tema Taiwan, ilha de regime democrático que Pequim reivindica como sua, a estratégia deixa claro que os EUA apoiam o status quo, mas instou os aliados Japão e Coreia do Sul a contribuírem mais para garantir a defesa desta região.
A estratégia dedica relativamente pouco espaço ao Oriente Médio, que por muito tempo monopolizou as atenções de Washington.
Ao apontar o aumento da produção de energia em solo americano, o documento afirma que "a razão histórica para os Estados Unidos se concentrarem no Oriente Médio diminuirá", uma vez que esta região já não é "a fonte potencial de catástrofes iminentes que costumava ser".
"Em vez disso está emergindo como um lugar de associação, amizade e investimento", segundo o documento, que, entretanto, declara que a segurança de Israel continua sendo uma prioridade para Washington.
S.Caetano--PC