-
Opositores esperam 'ansiosos' por libertações anunciadas na Venezuela
-
Inter e Napoli empatam, e Serie A continua aberta
-
Policial acusado de 'traição à pátria' morre sob custódia na Venezuela
-
Endrick estreia pelo Lyon e marca gol da vitória sobre o Lille (2-1) na Copa da França
-
Barcelona vence Real Madrid (3-2) e é bicampeão da Supercopa da Espanha
-
Trump insta Cuba a fazer acordo 'antes que seja tarde demais'
-
Governo do Irã aumenta repressão a protestos e convoca marcha de apoio
-
Governo Trump anuncia envio de 'centenas' de agentes adicionais a Minneapolis
-
United perde para Brighton (2-1) em Old Trafford e está fora da Copa da Inglaterra
-
Bayern atropela Wolfsburg (8-1) e dá mais um passo rumo ao título alemão
-
Incêndios florestais devastam mais de 15 mil hectares na Patagônia argentina
-
Governo sírio retoma controle de Aleppo após expulsar combatentes curdos
-
Novos bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Milan arranca empate com Fiorentina e pode ver Inter disparar na liderança do Italiano
-
Família relata busca angustiante por cinco presos na Venezuela
-
Com hat-trick de Martinelli, Arsenal goleia Portsmouth (4-1) e avança na Copa da Inglaterra
-
Trump alerta Cuba para fazer um acordo 'antes que seja tarde demais'
-
Bublik é campeão em Hong Kong e entra no Top 10 do ranking da ATP
-
Trump republica mensagem sugerindo que Rubio seja presidente de Cuba
-
A uma semana do Aberto da Austrália, Sabalenka é campeã do WTA 500 de Brisbane
-
Venezuelanos aguardam libertação de mais presos políticos; Maduro diz estar 'bem'
-
Protestos no Irã deixam quase 200 mortos, diz ONG
-
Forças curdas evacuam Aleppo após vários dias de combates mortais
-
Milhares protestam nos EUA por morte de mulher por agente migratório
-
Chelsea goleia Charlton (5-1) na estreia de Rosenior e avança na Copa da Inglaterra
-
Irã registra nova manifestação, apesar dos temores de repressão brutal
-
Egito vence Costa do Marfim (3-2) e vai enfrentar Senegal na semifinal da Copa Africana
-
Nicarágua liberta dezenas de presos políticos
-
Aston Villa elimina Tottenham (2-1) e avança na Copa a Inglaterra
-
EUA registra fim de semana de protestos após morte de mulher por agente migratório
-
Stuttgart goleia Leverkusen e sobe na tabela do Campeonato Alemão
-
Roma vence Sassuolo e sobe para 3º no Campeonato Italiano
-
Cruzeiro anuncia contratação de Gerson
-
Nigéria vence Argélia (2-0) e vai enfrentar Marrocos na semifinal da Copa Africana
-
Honduras retira denúncia de tratado de extradição com EUA
-
Villarreal vence Alavés (3-1) e se consolida em 3º no Campeonato Espanhol
-
City atropela time da 3ª divisão e avança na Copa da Inglaterra
-
Brinquedos com IA provocam polêmica e fabricantes prometem reforçar segurança
-
Grande incêndio florestal na Patagônia argentina afeta 5.500 hectares
-
Captura de Maduro: duro golpe para serviços de inteligência cubanos
-
Alcaraz bate Sinner em jogo exibição na Coreia do Sul
-
Exército sírio anuncia fim de sua operação em Aleppo, mas curdos negam
-
Atual campeão, Crystal Palace é eliminado da Copa da Inglaterra por time da 6ª divisão
-
Protestos continuam no Irã, apesar dos temores de repressão brutal
-
Chavistas se armam com 'vontade de lutar' após queda de Maduro
-
Exército sírio afirma controlar último bairro curdo em Aleppo, mas milicianos negam
-
Groenlândia responde a Trump: 'Não queremos ser americanos'
-
Protestos continuam no Irã e filho do xá defende 'tomar' cidades
-
Venezuela e EUA trabalham para restabelecer relações após queda de Maduro
-
Minneapolis pede que autoridades estaduais investiguem morte de mulher pelo ICE
Opositores esperam 'ansiosos' por libertações anunciadas na Venezuela
Integrantes da oposição aguardam ansiosamente sua libertação em meio a um processo de solturas graduais de prisioneiros anunciado há três dias na Venezuela, sob pressão dos Estados Unidos, disse a esposa de um deles neste domingo (11).
O governo interino de Delcy Rodríguez começou a libertar prisioneiros na quinta-feira, depois de prometer cooperar com Washington, após a captura do líder deposto Nicolás Maduro durante uma ação militar americana em Caracas há uma semana.
Embora o governo venezuelano tenha anunciado que haveria um "número significativo" de libertações, apenas cerca de 20 foram soltos, segundo balanços de ONGs.
Freddy Superlano, colaborador próximo da líder opositora María Corina Machado, pôde ver pela primeira vez sua esposa neste domingo desde que foi preso dois dias depois das eleições de 28 de julho de 2024, nas quais Maduro foi reeleito para um terceiro mandato sob denúncias de fraude.
Ele está recluso na penitenciária de Rodeo I, onde dezenas de familiares se reúnem desde a quinta-feira com a esperança de ver seus entes queridos fora das celas. Antes, Superlano esteve na temida prisão do Serviço Bolivariano de Inteligência (Sebin) no Helicoide, classificada como um centro de tortura por defensores dos direitos humanos.
"Pude constatar que ele está vivo [...] e que está forte e convencido de que logo vai sair dali", disse à imprensa sua esposa Aurora Silva, de 36 anos, que passou meses sem saber o paradeiro de Superlano, inabilitado politicamente logo após vencer as eleições para o governo do estado de Barinas, um antigo reduto do chavismo.
Superlano contou a sua esposa que seus companheiros estão a par das libertações anunciadas: "Estão ansiosos, lúcidos e aguardam sua liberdade."
Dezenas de familiares de presos políticos se enfileiraram na entrada do Rodeo I para uma nova jornada de visitas, o que renovou suas esperanças após três dias de angústia.
O ativista Roland Carreño, jornalista de profissão, está detido nessa penitenciária, situada nas imediações de Caracas. "Está com saúde e está lá dentro também", assegurou Aurora Silva.
Carreño esteve preso anteriormente entre 2020 e 2023, acusado de "terrorismo". Foi detido novamente em plena crise pós-eleitoral após a reeleição de Maduro.
O presidente deposto agora enfrenta a Justiça americana em Nova York por acusações como tráfico de drogas. Forças americanas o capturaram junto com sua esposa Cilia Flores em uma operação militar em 3 de janeiro em Caracas.
Segundo a ONG Foro Penal, mais de 800 pessoas estão detidas por razões políticas na Venezuela.
F.Santana--PC