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อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
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एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
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Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
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Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
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Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
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Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
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أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
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알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
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亞歷克斯·博迪(Alex Bodi)與迪特爾·拉齊克(Dieter Lazik)教授簽署關於 ALPHA WHEY 及 BODI 能量飲料的合約
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Alex Bodi și prof. dr. Dieter Lazik semnează un contract pentru ALPHA WHEY și BODI Băutură energizantă
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Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
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Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
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As reações do mundo ao ataque de EUA e Israel contra o Irã
O ataque dos Estados Unidos e de Israel lançado contra o Irã neste sábado (28) provocou fortes reações internacionais, que oscilam entre o apoio e a desaprovação, com grande preocupação diante do risco de uma escalada regional.
- Brasil
O governo brasileiro condenou e expressou "grave preocupação" com os ataques lançados contra o Irã.
"O Brasil apela a todas as partes que respeitem o Direito Internacional e exerçam máxima contenção, de maneira a evitar a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil", declarou o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado.
- Irã
O Ministério das Relações Exteriores do Irã prometeu que seu país "responderá com firmeza" aos ataques americanos e israelenses.
- Rússia
A Rússia denunciou os ataques contra o Irã como uma "aventura perigosa" que ameaça o Oriente Médio com uma "catástrofe". Segundo o seu Ministério das Relações Exteriores, a ação busca "destruir" o governo iraniano "que tem se negado a se submeter ao ditado da força e do hegemonismo".
- China
A China pediu um "cessar imediato das ações militares" após os ataques no Irã e urgiu "que se evitem futuras escaladas das tensões", encorajando "a retomada do diálogo e das negociações para manter a paz e a estabilidade no Oriente Médio", declarou o ministério das Relações Exteriores chinês.
"A soberania nacional, a segurança e a integridade territorial do Irã devem ser respeitadas", acrescentou.
- ONU
O alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, afirmou que os ataques só provocam "morte, destruição e sofrimento humano".
- Omã
O chanceler Badr Albusaidi, que atuou como mediador entre Washington e Teerã, disse estar "consternado" porque "as negociações ativas e sérias foram novamente minadas".
"Insto os Estados Unidos a não se deixarem arrastar ainda mais. Esta não é a sua guerra", acrescentou.
- Territórios Palestinos
O movimento islamista palestino Hamas declarou que a operação dos Estados Unidos e de Israel "constitui um ataque direto contra toda a região, assim como contra sua segurança, estabilidade e soberania".
- Hamas
O movimento islamista palestino Hamas condenou "com a máxima firmeza a agressão americana-sionista" ao Irã.
O grupo afirma que a ação "constitui um ataque direto contra toda a região, assim como a sua segurança, estabilidade e soberania".
- Líbano
O Líbano não aceitará ser "arrastado" para o conflito com o Irã, disse o seu primeiro-ministro, enquanto as autoridades temem o envolvimento do Hezbollah pró-iraniano.
"Reitero que não aceitaremos que ninguém arraste o país para aventuras que ameacem sua segurança e sua unidade", declarou Nawaf Salam na rede social X.
- União Europeia
Em uma declaração conjunta da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do presidente do Conselho Europeu, António Costa, ambos os dirigentes pediram "a máxima moderação" a todas as partes e a garantia da "segurança nuclear".
- França
O presidente Emmanuel Macron advertiu que a escalada em torno do Irã é "perigosa para todos" e "deve cessar". Também pediu uma "reunião urgente" do Conselho de Segurança da ONU.
- Reino Unido
O governo britânico instou a evitar que a situação "degenere em um conflito regional mais amplo".
- Espanha
O presidente do governo, Pedro Sánchez, expressou seu repúdio à "ação militar unilateral de EUA e Israel, que representa uma escalada e contribui para uma ordem internacional mais incerta e hostil", mas também "às ações do regime iraniano".
- Suécia
A ministra das Relações Exteriores da Suécia, Maria Malmer Stenergard, pediu "moderação" e um "retorno imediato às negociações diplomáticas" em uma região "já por si só tensa".
- Noruega
O chanceler norueguês disse que o ataque apresentado por Israel como "preventivo" não se enquadra no direito internacional porque "um ataque preventivo pressupõe a existência de uma ameaça iminente".
- Países Baixos
"Os Países Baixos conclamam todas as partes a agir com moderação e a evitar qualquer nova escalada. A estabilidade na região é essencial", afirmou o seu chefe da diplomacia, Tom Berendsen, no X.
- Austrália
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, manifestou seu apoio à ação americana. "Há muito tempo se reconhece que o programa nuclear iraniano constitui uma ameaça à paz e à segurança mundiais", escreveu no X.
- União Africana
A União Africana (UA) fez um apelo à "moderação, a uma urgente desescalada e a um diálogo contínuo".
"Qualquer nova escalada corre o risco de agravar a instabilidade mundial, com graves consequências para os mercados de energia, a segurança alimentar e a resiliência econômica, em particular na África", advertiu o presidente da Comissão da UA, Mahamud Ali Yusuf.
burs-jmo/pt/mcd/meb/dbh/yr
L.Henrique--PC