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Trump e Merz estão 'em sintonia' sobre o Irã
O presidente americano, Donald Trump, e o chefe do governo alemão, Friedrich Merz, demonstraram, nesta terça-feira (3), sua boa sintonia sobre o Irã e outros temas, embora o chanceler tenha admitido que teme as consequências da guerra para a economia mundial.
Previsto há muito tempo, este encontro na Casa Branca tinha uma conotação particular, pois se tratou da primeira reunião entre Trump e um líder estrangeiro desde o início da guerra no Irã, lançada no sábado.
Trump elogiou "o trabalho muito bom" e "a popularidade" do chanceler alemão, e ressaltou que ambos ficaram "amigos", apesar de suas diferenças, especialmente comerciais, e das tensões com os europeus.
No entanto, o presidente americano criticou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, a quem acusou de falta de espírito cooperativo, e a Espanha por, segundo ele, não permitir o uso de suas bases durante a ofensiva contra o Irã.
Merz foi recebido com discrição na Casa Branca, mas os dois líderes falaram com a imprensa credenciada no Salão Oval da Casa Branca.
Enquanto o presidente americano afirmou que "tudo foi destruído" no Irã, o chanceler disse estar "na mesma sintonia no que diz respeito a derrubar esse terrível regime em Teerã".
No entanto, o líder alemão expressou a esperança de que a guerra termine o quanto antes para evitar repercussões econômicas.
"Isto, obviamente, causa danos à nossa economia. É assim no que diz respeito ao preço do petróleo e também ao do gás. Por isso, todos esperamos que esta guerra chegue ao fim o mais rapidamente possível", declarou.
"E esperamos que os exércitos israelense e americano tomem as medidas necessárias para pôr fim a esta situação e instaurar um novo governo que restabeleça a paz e a liberdade", acrescentou.
No domingo, Merz disse que a Alemanha não daria "lições" sobre a legalidade dessa operação, invocando a recusa de Teerã em renunciar aos seus programas nuclear e balístico.
O chefe do governo alemão mostrou-se disposto a tomar as "ações defensivas necessárias e proporcionais" para destruir as capacidades militares de Teerã diante das represálias iranianas em toda a região, em um comunicado assinado com o presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
Em junho de 2025, Merz havia aprovado "o trabalho sujo que Israel faz por todos nós", apoiando os ataques contra instalações estratégicas iranianas, declarações polêmicas tanto na Alemanha quanto no exterior.
Merz não mencionou, nesta terça-feira, o acordo recente entre oito países europeus, incluindo França e Alemanha, para "reforçar sua cooperação no tema da dissuasão" nuclear.
Por ora, a Alemanha tem contado essencialmente com a proteção militar dos Estados Unidos através da Otan.
Durante o encontro com a imprensa, Merz disse que tinha previsto falar com Trump sobre o acordo comercial entre os europeus e os Estados Unidos, que "gostaria de ver em vigor o quanto antes", assim como da guerra na Ucrânia.
"Como vamos tratar a Alemanha? Seria preciso atingi-los com muita força", brincou Trump, em alusão ao 'tarifaço' global que seu governo adotou.
mt-clp-aue-lb/bpe/gma/mar/yr/am/mvv
P.Serra--PC