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EUA anunciam diálogo entre Líbano e Israel e expressa otimismo sobre o Irã
O governo dos Estados Unidos expressou otimismo a respeito das negociações com o Irã e prosseguiu com os esforços de mediação entre Israel e Líbano, ao anunciar que os "líderes" dos dois países conversarão nesta quinta-feira (16), informação corroborada por uma ministra israelense, mas que não foi confirmada por Beirute.
O presidente americano, Donald Trump, escreveu na noite de quarta-feira em sua rede Truth Social que Washington está "tentando criar um pouco de espaço para respirar entre Israel e Líbano.
"Faz muito tempo que os dois líderes não conversam, quase 34 anos. Vai acontecer amanhã. Ótimo!", afirmou.
O anúncio foi feito após o encontro, na terça-feira, entre os embaixadores dos dois países em Washington, no contexto da guerra entre Israel e o grupo libanês pró-iraniano Hezbollah.
Uma fonte oficial libanesa, no entanto, negou ter conhecimento da conversa anunciada por Trump: "Não estamos a par de qualquer contato previsto com a parte israelense e não fomos informados sobre isso pelos canais oficiais", declarou à AFP.
A ministra israelense da Inovação, Gila Gamliel, afirmou que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu "conversará pela primeira vez" com o presidente libanês, Joseph Aoun, "após tantos anos de ruptura total do diálogo entre os dois países".
"Esperamos que a iniciativa conduza finalmente à prosperidade e ao desenvolvimento do Líbano como Estado", acrescentou à rádio militar.
- Importância do cessar-fogo -
A reunião de terça-feira em Washington entre Líbano e Israel – dois países tecnicamente em guerra há décadas – foi o primeiro diálogo direto de alto nível entre as partes desde 1993.
O Líbano foi arrastado para o conflito no Oriente Médio em 2 de março, quando o Hezbollah atacou Israel em resposta aos bombardeios israelense-americano contra o Irã que desencadearam o conflito em 28 de fevereiro.
Segundo as autoridades libanesas, os ataques israelenses mataram mais de 2.000 pessoas e deixaram pelo menos um milhão de deslocados.
O presidente libanês reiterou nesta quinta-feira, em um comunicado, a importância de um cessar-fogo, que considera o "ponto de partida natural para as negociações diretas entre os países", um processo que ele não confirmou.
As forças israelenses ocupam atualmente partes do sul do Líbano. O governo de Israel resiste a considerar qualquer cessar-fogo até que o Hezbollah seja desmantelado.
"O desmantelamento" do Hezbollah é o primeiro objetivo das negociações entre Israel e Líbano, insistiu Netanyahu na quarta-feira.
O Hezbollah reivindicou nesta quinta-feira vários ataques contra posições militares no norte de Israel e afirmou que lançou drones contra Hanita e os quartéis da região de Liman.
A agência oficial de notícias libanesa (ANI) informou que Israel executou dois ataques no sul do país contra a ponte de Qasmiyeh, a última que ligava a região de Tiro com Sidon, que foi "completamente destruída".
Também noticiou a morte de uma pessoa em um ataque israelense contra um veículo na rodovia que liga a capital libanesa, Beirute, à capital da Síria, Damasco.
Washington pressiona pelo fim do conflito no Líbano, por temer riscos ao cessar-fogo com o Irã, em vigor desde 8 de abril, e para uma possível solução à guerra, que provocou um forte abalo na economia mundial.
Após o fracasso das negociações com o Irã no fim de semana em Islamabad, Washington anunciou que está discutindo uma segunda rodada de conversações na capital do Paquistão.
"Estas conversas estão sendo realizadas", mas não há nada oficial ainda, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, segundo quem o governo americano é "otimista em relação às perspectivas de um acordo".
- Bloqueio duplo -
O otimismo surgiu após uma intensa viagem diplomática de quatro dias do primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, durante a qual ele se reuniu na quarta-feira com o príncipe-herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman.
O porta-voz da diplomacia iraniana, Esmaeil Baqaei, confirmou que "várias mensagens foram trocadas com a mediação do Paquistão" nos últimos três dias.
Contudo, ele insistiu em uma exigência crucial do Irã: o direito do país a um programa nuclear civil, abrindo apenas a porta para debates sobre "o nível e o tipo de enriquecimento" de urânio.
Outro tema crucial do conflito entre Estados Unidos e Irã é o estratégico Estreito de Ormuz, por onde, antes da guerra, transitavam 20% do petróleo e do gás mundial.
Teerã mantém o bloqueio ao Estreito de Ormuz e Washington impõe, desde segunda-feira, um bloqueio aos navios que zarpam de ou se dirigem aos portos iranianos.
O Exército americano anunciou na quarta-feira que impediu a saída de 10 navios dos portos iranianos.
Em resposta, o Exército iraniano ventilou a ameaça de um bloqueio do Mar Vermelho, além do Estreito de Ormuz.
Mohsen Rezaei, conselheiro do líder supremo iraniano, também ameaçou afundar os navios americanos caso tentem agir como a "polícia" na área do estreito.
burs-ec/dcp/mvl/mas/hgs/fp-jc
L.Mesquita--PC