-
Produtora de "Star Wars" vai comandar cerimônias das Olimpíadas de Los Angeles 2028
-
Inter de Milão vence lanterna Venezia (2-0) e segue líder no Italiano
-
Snapchat vai a julgamento nos EUA por vício de jovens em redes sociais
-
Sem maioria clara, presidente de Israel quer evitar novas eleições
-
Djokovic vence Humbert de virada na primeira rodada do ATP 500 da Basileia
-
Para o Hezbollah, não importa quem vença as eleições em Israel
-
Conmebol rejeita ação do Flamengo por escalação de Rojo na semifinal da Libertadores
-
Tribunal da Noruega bloqueia temporariamente novos termos de uso da Meta
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA depois de fugir do Brasil
-
Etiópia anuncia que recebeu 12 caças russos
-
Flávio Bolsonaro: de quase presidente à fuga pela porta dos fundos
-
Sergio Pérez renova contrato com a Cadillac até 2029
-
Ao menos 68 mortos no segundo acidente ferroviário grave do ano na Espanha
-
Governo britânico aumenta impostos sobre bancos para ajudar famílias
-
Segundo dia consecutivo de trégua humanitária na cidade ucraniana de Oleshky
-
Oposição exige explicações do governo de Milei por fuga de Flávio Bolsonaro pela Argentina
-
Técnico do Cruzeiro diz que time pode fazer 'coisas que ninguém espera' na Libertadores feminina
-
Os Bolsonaro: uma história de poder, prisão e exílio
-
COPs são um 'monte de bobagens', afirma o Panamá, que quer sediar a próxima reunião
-
Banco Mundial alerta para forte alta nos preços dos alimentos até 2027
-
Vice-presidente da Federação Japonesa renuncia após apoio da Ásia a Infantino
-
Onze mulheres são condenadas na Indonésia por maus-tratos a crianças em uma creche
-
Britânica denuncia que marido a drogava e a amarrava para ser violada por outros homens
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos Estados Unidos depois de fugir do Brasil
-
Colisão de trens na Espanha deixa 64 mortos
-
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
-
Migrantes criam raízes no México após bloqueio de Trump ao 'sonho americano'
-
Tribunal iraniano condena cineasta Jafar Panahi a cinco anos de prisão
-
Zelensky teme que reunião entre EUA, Rússia e China vire plataforma de redistribuição da influência mundial
-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
-
Pelo menos 10 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
-
Síria reabre fronteira com a Jordânia
-
Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA, indica imprensa
-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Com lesão no joelho, Kawhi Leonard vai desfalcar Toronto Raptors contra Clippers
-
Netanyahu promete formar novo governo 'forte' em Israel
-
Zverev e Alcaraz avançam no ATP 500 de Viena
-
Boca de urna aponta empate entre Eisenkot e Netanyahu em Israel
-
Flávio Bolsonaro chegou aos EUA (imprensa)
-
"Que ninguém se intrometa" na "estabilidade" da Venezuela, adverte Delcy
-
GA-ASI e Saab realizam testes de voo avançados de alerta aéreo antecipado com o MQ-9B não tripulado
-
Messi busca recuperação do Inter Miami na MLS; Griezmann e Lewandowski duelam
-
Argentina fecha acordo com FMI para repasse de US$ 900 milhões
-
Fuga de Flávio Bolsonaro coloca à prova relação Brasil-EUA
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
Os partidos árabes provavelmente têm a chave para formar um governo em Israel depois das eleições de terça-feira, nas quais o bloco de direita de Benjamin Netanyahu e o bloco de centro de Gadi Eisenkot não conseguiram uma maioria clara, com quase 80% dos votos apurados.
Apesar de uma taxa de participação de quase 78%, a mais elevada desde 1999, os resultados parciais e as projeções da imprensa apontam um cenário fragmentado.
Com 77,6% das urnas apuradas, o bloco de Netanyahu tinha 54 das 120 cadeiras do Parlamento, sem alcançar as 61 necessárias para obter a maioria.
A coalizão de oposição de Eisenkot tinha 49, enquanto os partidos árabes teriam 17 cadeiras, um recorde.
Yussef Jabareen, líder da Lista Unificada — uma coalizão de esquerda de maioria árabe — fez um apelo e pediu a formação de "uma verdadeira aliança judaico-árabe" para desbancar Netanyahu, que passou quase 19 anos - não consecutivos - no poder.
Os resultados parciais, no entanto, podem mudar nas próximas horas.
- "Panorama transformado" -
Sem maioria clara, o país pode iniciar um período de várias semanas de negociações para estabelecer alianças e até mesmo passar por novas eleições, em caso de fracasso das conversações.
O presidente israelense, Isaac Herzog, pediu aos partidos que façam "todo o possível" para formar uma coalizão e evitar um novo pleito.
Um empate poderia beneficiar, a curto prazo, Netanyahu, que permaneceria como primeiro-ministro interino até a formação de um novo governo.
Os resultados completos devem ser anunciados até a noite de quinta-feira ou na manhã de sexta-feira.
O foco se concentra em uma possível aliança entre o bloco de Eisenkot e os partidos árabes, duas forças críticas a Netanyahu que, juntas, poderiam formar a maioria.
Mas esta coalizão não é algo evidente em um país onde a minoria árabe, que representa 20% da população, enfrenta forte discriminação e em que a ideia de colaborar com seus representantes é inaceitável para parte da maioria judaica.
"A participação árabe aumentou de maneira realmente espetacular, a ponto de transformar o panorama político", declarou à AFP Gideon Rahat, cientista político da Universidade Hebraica de Jerusalém.
Mas o 7 de outubro gerou "muita desconfiança e muito medo" da maioria judaica em relação à minoria árabe, acrescentou.
Até o momento, apenas o líder do principal partido de esquerda de Israel e integrante do bloco de Eisenkot, Yair Golan, mostrou-se favorável à aliança. "Temos uma responsabilidade. E temos a oportunidade de formar um governo de mudança em parceria com os cidadãos árabes de Israel", escreveu na rede social X.
Sem uma aliança do tipo, a situação parece estar, por enquanto, em um impasse, afirmou Ilana Shpaizman, professora de Ciências Políticas na Universidade Bar-Ilan.
"Netanyahu não tem qualquer maneira de formar um governo com seus aliados atuais. E o bloco de Eisenkot deverá ou formar um governo com os partidos árabes, ou estabelecer um governo minoritário", duas opções que até agora foram rejeitadas pelo campo da oposição, disse.
- "Não resta nada" -
As eleições aconteceram em um momento em que Israel se vê cada vez mais isolado no cenário mundial, devido à guerra no Irã e à campanha militar em Gaza, onde os moradores expressaram sua incerteza sobre o impacto dos resultados.
"Nosso temor é que estas eleições possam resultar na chegada de um líder ainda pior e de pessoas mais violentas e sanguinárias", declarou à AFP Huda Al Huli, uma deslocada de Gaza.
Outro morador, Thabit al Amur, afirmou que, mesmo que o atual dirigente permaneça no poder, "praticamente não resta nada em Gaza sobre o que Netanyahu possa infligir mais destruição".
Eisenkot concorda com Netanyahu em várias questões na área de segurança e apoiou a ofensiva em Gaza após os ataques de 7 de outubro, o que reduziu o território palestino a escombros.
Ele se comprometeu, no entanto, a criar um ambiente mais inclusivo dentro de Israel e a frear os colonos violentos na Cisjordânia.
A.P.Maia--PC