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França concede maior condecoração do país a jornalista da AFP morto na Ucrânia
A França condecorou a título póstumo o jornalista da AFP Arman Soldin, que morreu durante a cobertura da guerra da Ucrânia, com a Legião de Honra, a principal distinção do país.
"Com efeito a partir de 28 de junho de 2023, Arman Soldin foi condecorado com o grau de cavaleiro por decreto do presidente da República", informa a edição desta sexta-feira (14) do Diário Oficial.
"Estamos emocionados com o reconhecimento a Arman", declarou o diretor de Informação da AFP, Phil Chetwynd. A condecoração "homenageia seu grande jornalismo e ajuda a manter sua memória viva".
Soldin, coordenador de vídeos da AFP na Ucrânia, morreu em 9 de maio durante um ataque de foguetes russos Grad perto da cidade devastada de Bakhmut, no leste do país. Ele tinha 32 anos.
A morte desencadeou uma onda de solidariedade e condolências de instituições, líderes políticos franceses e estrangeiros, assim como de meios de comunicação.
"Seu nome permanecerá associado à honra de sua profissão", escreveu o presidente francês, Emmanuel Macron, em uma carta enviada à AFP em maio.
"Arman Soldin encarnava a paixão de sua equipe editorial, uma paixão por transmitir a verdade, contar histórias e reunir testemunhos. Era uma paixão por uma causa: o dever de informar", afirmou.
A Legião de Honra condecora tanto militares como civis por serviços prestados ao país. Foi instituída por Napoleão Bonaparte em 1802 e inclui cinco categorias (Grã-Cruz, Grande-Oficial, Comendador, Oficial e Cavaleiro).
- Jornalista elogiado -
Soldin foi elogiado pelos amigos por seu humanismo e por ser um jornalista "sempre sério", que filmava o "mais próximo possível", inclusive nos locais mais difíceis.
"Ele tinha a rara capacidade de encontrar sopros de vida, eu diria até de poesia, no horror", declarou a a ministra da Cultura da França, Rima Abdul Malak.
Experiente, Arman se mudou de Londres para a Ucrânia em setembro de 2022 para trabalhar como coordenador de vídeos e viajava com frequência documentar o conflito.
Vítima da guerra da Bósnia, ele deixou Sarajevo e se mudou para a França com a mãe quando tinha apenas um ano.
"Gostaria de ter menos orgulho de você e que você estivesse vivo", afirmou a mãe no funeral.
No momento da morte, Soldin integrava uma equipe de repórteres da AFP que acompanhava soldados ucranianos perto de Bakhmut, cenário da batalha mais violenta da guerra.
A equipe retornava para seu veículo perto da cidade de Chasiv Yar quando foi alvo de disparos de foguetes Grad. O restante da equipe sobreviveu.
Soldin "morreu com a câmera na mão", afirmou o colega de AFP Emmanuel Peuchot.
A Procuradoria Antiterrorista da França abriu uma investigação de crime de guerra para apurar as circunstâncias de sua morte.
Ao menos 17 jornalistas e funcionários de meios de comunicação morreram na Ucrânia desde o início da invasão russa, em 24 de fevereiro de 2022, de acordo com as informações do Comitê para a Proteção dos Jornalistas.
H.Portela--PC