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Kevin Spacey, absolvido por júri, mas rejeitado por Hollywood
Kevin Spacey construiu uma grande carreira dando vida a anti-heróis enigmáticos, perigosos e carismáticos, mas acabou sendo marginalizado por Hollywood devido às várias acusações de agressão sexual contra diferentes homens, das quais sempre foi absolvido.
Uma nova vitória judicial anunciaria seu retorno às telonas? Após um mês em julgamento em Londres, nesta quarta-feira (26), dia em que completa 64 anos, o ator foi considerado inocente de agredir sexualmente quatro homens no Reino Unido.
Duas vezes vencedor do Oscar, o ator começou no teatro e depois foi para o cinema, onde fez sucesso com os blockbusters "Beleza Americana" (1999), "Seven: Os Sete Crimes Capitais" (1995) e "Superman: O Retorno" (2006).
Mas desde 2017, Spacey quase não é visto fora dos tribunais. Ele foi uma das primeiras celebridades expostas pelo movimento global #MeToo, acusado de assédio sexual por vários jovens - alegações que ele sempre negou.
Kevin Spacey Fowler nasceu em 1959, no estado americano de Nova Jersey. Cresceu na Califórnia, onde estudou por pouco tempo em uma escola militar, da qual foi expulso.
Nos tribunais, ator falou sobre uma infância difícil, com um pai que descreveu como um "supremacista branco" e "neonazista", que desprezava os gays e não valorizava o interesse de seu filho no teatro.
Apesar disso, em 1979, Spacey se matriculou em Juilliard, a prestigiosa escola de arte de Nova York.
Seu maior sucesso nos primeiros anos de teatro viria em 1986, em "Long Day's Journey Into Night", peça na qual contracenava com Jack Lemmon.
Seu primeiro papel em um filme foi em "A Difícil Arte de Amar", no mesmo ano, protagonizado por Meryl Streep e Jack Nicholson.
Na televisão, seus primeiros passos foram aclamados ao dar vida a um jovem chefe do crime paranoico, psicótico e incestuoso na série "O Homem da Máfia" (1987-1990).
Em 1995, interpretou o assassino em série de "Seven" e, com "Os Suspeitos", levou o Oscar de melhor ator coadjuvante.
Mas a consagração de Spacey chegou em 1999 com "Beleza Americana", em que encarna um pai de meia idade que fica obcecado por uma adolescente. Ganhou seu segundo Oscar, desta vez de melhor ator, com este longa que recebeu cinco prêmios da Academia, incluindo melhor filme.
- Dos palcos à Netflix -
Nos anos seguintes, Spacey colecionou resenhas mistas ao se inclinar a papéis mais leves.
Em 2003, anunciou que assumiria a direção artística do teatro Old Vic de Londres. Sua gestão de 10 anos no histórico teatro foi amplamente comemorada.
Protagonizou e atraiu atores e diretores a produções diversas e atrevidas, encantando com "Richard III" de Shakespeare e colocando em cena clássicos americanos de Eugene O'Neill, Arthur Miller e Tennessee Williams.
Nessa época, também foi aplaudido no cinema como o nefasto vilão Lex Luthor em "Superman: O Retorno".
Em 2013, Spacey contribuiu com a revolução do streaming em Hollywood ao estrelar a primeira grande série da Netflix, "House of Cards". Ele interpretava um congressista ambicioso e sem escrúpulos que chegava à Casa Branca.
A série virou um fenômeno cultural. Foi a primeira exclusivamente online indicada e vencedora de um Emmy.
- #MeToo -
Mas o império de Spacey começou a ruir em outubro de 2017.
Apenas três semanas depois das acusações contra o produtor Harvey Weinstein virem a público, o astro foi impactado pelo movimento #MeToo.
O ator Anthony Rapp foi o primeiro a acusá-lo, afirmando que Spacey o havia agredido sexualmente aos 14 anos, em uma festa em Nova York em 1986.
Spacey logo se desculpou, mas foi criticado por tentar desviar a atenção da notícia confirmando finalmente que era gay, um segredo aberto em Hollywood havia anos.
Menos de um mês mais tarde, ele já havia sido acusado de agressão sexual por vários homens nos Estados Unidos e no Reino Unido. Foi então expulso pela Netflix e retirado de última hora do filme "Todo o Dinheiro do Mundo" (2017).
Em 2019, as acusações de agressão sexual contra o ator em Massachusetts foram retiradas. E em outubro de 2022, um tribunal de Nova York rejeitou o processo de US$ 40 milhões (cerca R$ 189 milhões) de Rapp por má conduta sexual.
V.F.Barreira--PC