-
Diretor da Williams diz que pensar em título em 2026 ou 2027 'não é realista'
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
"Mbappé não precisa correr 11 km por jogo", diz Deschamps
-
Trump recebe Petro na Casa Branca para zerar relação EUA-Colômbia
-
Futebol nos Jogos de Los Angeles 2028 se estenderá da Califórnia a Nova York
-
Economia russa desacelerou e cresceu 1% em 2025, anuncia Putin
-
Técnico da seleção da Alemanha lamenta nova lesão de Ter Stegen
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Homenagem ou propaganda? Samba-enredo sobre Lula gera polêmica antes do Carnaval
-
Kirsty Coventry demarca caminho do COI: mais esporte, menos política
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
América do México anuncia oficialmente a contratação de Raphael Veiga
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
-
Quatro em cada 10 casos de câncer são evitáveis, diz OMS
-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Guardiola ironiza ao falar dos gastos em contratações do Manchester City
-
'Uma viagem humilhante', denuncia palestina ao retornar do Egito
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Acidente de ônibus com romeiros deixa 15 mortos em Alagoas
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Tribunal europeu condena Rússia por 'tratamento desumano' ao líder da oposição Navalny
-
Waymo capta 16 bilhões de dólares para expandir táxis autônomos
-
Famílias chinesas buscam filhos sequestrados na era da política do filho único
-
Rússia retoma ataques em larga escala contra Ucrânia durante onda de frio
-
Um mês sem Maduro no poder: o que mudou na Venezuela?
-
Bill e Hillary Clinton prestarão depoimento no Congresso dos EUA sobre caso Epstein
-
Petro espera começar do zero com Trump na Casa Branca
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Papa Leão XIV opta pela diplomacia discreta diante de Trump
-
Presidente da Fifa critica possível boicote à Copa e defende reintegração da Rússia
-
Netflix transmitirá show de retorno da banda sul-coreana BTS ao vivo
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Rússia retoma ataques contra Kiev em momento de frio extremo
-
Irã ordena negociações 'equitativas' com EUA após advertências de Trump
-
Nova York registra 13 mortes relacionadas ao frio desde o fim de janeiro
-
Bill e Hillary Clinton vão depor em investigação do Congresso sobre Epstein
-
Presidente interina da Venezuela se reúne com chefe de missão diplomática dos EUA
-
Oitavas da Copa da França começam com Olympique de Marselha e Lyon como favoritos após eliminação do PSG
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
Cuba e EUA estão em 'comunicação', mas 'não existe diálogo', diz vice-chanceler
-
Zagueiro Jérémy Jacquet vai deixar Rennes após fim da temporada para jogar no Liverpool
-
Trump diz que México 'deixará' de enviar petróleo a Cuba
-
Trump diz que conversará sobre narcotráfico com Petro
-
Ressurgimento de Yamal aumenta otimismo do Barça, que enfrenta Albacete na Copa do Rei
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
Otan completa 75 anos mais forte do que nunca graças à guerra na Ucrânia
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) se prepara para celebrar o seu 75º aniversário na quinta-feira (4), mais forte do que nunca, mas ainda sob a ameaça da Rússia e do espectro de Donald Trump.
A aliança militar, que surgiu na Guerra Fria para confrontar a União Soviética, foi revitalizada com a invasão russa da Ucrânia e tem mais tropas do que nunca no seu flanco oriental.
Com a adesão da Suécia e da Finlândia, a aliança que em 2019 estava em "morte cerebral", segundo o presidente da França, Emmanuel Macron, passou a ter um número recorde de 32 países membros.
Sendo assim, a aliança militar reorientou os seus objetivos, concentrando-se novamente em Moscou, o seu adversário original, embora a Rússia de hoje esteja longe da agora extinta União Soviética e seus aliados.
Esta tendência de fortalecimento começou em 2014, quando a Rússia tomou a península da Crimeia da Ucrânia, mas tornou-se plena após fevereiro de 2022.
Entre essas duas datas, a Otan atingiu a sua maior crise com a desastrosa retirada do Afeganistão, um passo que fez com que várias capitais europeias questionassem - mais ou menos abertamente - a dependência excessiva da aliança em relação aos Estados Unidos.
A invasão russa da Ucrânia mudou tudo para a Otan. Os países da Aliança enviaram armamento de dezenas de bilhões de dólares às forças ucranianas.
Com as forças russas ganhando terreno na Ucrânia e a redução das entregas de armas ocidentais a Kiev, os observadores temem que os países da Otan possam ser os próximos na mira da Rússia se o Kremlin conseguir uma vitória na Ucrânia.
"Se a ajuda diminuir e a Ucrânia estiver sob pressão para negociar e aceitar uma má paz, isso aumentaria o risco de uma Rússia agressiva. É por isso que é essencial apoiar a Ucrânia agora. É um investimento na Otan de amanhã", afirmou James Black, da empresa americana RAND Corporation.
- O fator Trump -
Mas a Rússia não é a única ameaça que paira sobre a Otan. O outro grande fator de incerteza é o eventual retorno de Donald Trump à Casa Branca.
O seu período como presidente dos Estados Unidos causou uma tempestade na Aliança. Em sua campanha para um novo mandato, ele já gerou uma grave crise com apenas uma frase.
No início deste ano, em um evento de campanha, Trump garantiu que se fosse reeleito encorajaria a Rússia a "fazer o que quiser" com os países da Otan que não estão em dia com as suas obrigações financeiras.
Na opinião de Camille Grand, ex-funcionário de alto escalão da Otan, "o verdadeiro problema de Trump é a sua imprevisibilidade".
"A retirada dos Estados Unidos nem sequer é necessária. Um tuíte ou uma frase como 'nenhum soldado americano morrerá por um aliado como a Lituânia'" seria suficiente para outra crise, disse Grand, que é agora membro do think-tank Conselho Europeu de Relações Exteriores.
Por esta razão, a Otan iniciou um forte esforço para aumentar o número de países que cumprem o objetivo de investir na Defesa o equivalente a 2% do PIB.
Em 2014, apenas três países da aliança atingiram esse nível e a Otan espera que até o final deste ano esse número suba para 20.
Diplomatas na sede da Otan, em Bruxelas, estão otimistas quanto a um possível segundo mandato de Trump.
Em tal cenário, mencionam que, para convencer os Estados Unidos de que a Otan continua relevante, devem intensificar a atenção que prestam à China, uma preocupação fundamental para Washington.
Mas mesmo apesar do aumento dos gastos com a defesa nos países europeus, muitos acreditam que a Otan sem o poder dos Estados Unidos simplesmente não funcionaria.
"Se os Estados Unidos recuarem, então não seremos capazes de administrar (…). A Europa está acelerando o ritmo, mas levará algum tempo até que possa se aproximar" da contribuição americana, disse um diplomata europeu, sob condição de anonimato.
A.F.Rosado--PC