-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
-
Rebeca Andrade tira nota mais alta do mundo no salto em 2026
-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Espanha lança ultimato à Itália para que levante controles fronteiriços
-
Obras do salão de baile de Trump são bloqueadas em recurso
-
Cambridge revisará seu processo de contratação após escândalo por suposto plágio
-
Novo técnico da Bélgica conversará com Courtois sobre seu futuro na seleção
-
Diretor da McLaren exalta 'harmonia reforçada' entre Norris e Piastri
-
Real Madrid empresta Mastantuono à Fiorentina
-
México e Peru restabelecem relações diplomáticas após ruptura por asilo
-
Bayern de Munique vence Aston Villa em amistoso em Hong Kong
-
EUA perde empregos, um golpe às afirmações de Trump sobre a economia
-
OMS propõe testar na RDC uma vacina já existente contra outra cepa do ebola
-
Notre-Dame, Champs-Élysées e vítimas de abusos: a agenda do papa na França
-
Arábia Saudita, Paquistão e Turquia assinam pacto de defesa em meio a tensão com Irã
-
Coreia do Norte recomenda sopa de cachorro para enfrentar o calor
-
Desemprego na França sobe para 8,3%, seu nível mais alto desde a pandemia
Papua-Nova Guiné afirma que mais de 2.000 pessoas foram sepultadas em deslizamento de terra
Mais de 2.000 pessoas foram sepultadas no gigantesco deslizamento de terra que destruiu um vilarejo em Papua-Nova Guiné, anunciou o governo do país, que pediu ajuda internacional para os trabalhos de resgate.
"O deslizamento sepultou mais de 2.000 pessoas vivas e provocou uma grande destruição em edifícios, hortas e causou grande impacto na base econômica do país", afirmou o centro nacional de gestão de catástrofes em um documento enviado à ONU, ao qual a AFP teve acesso.
O vilarejo de Yambali, na encosta de uma colina na província de Enga, no centro do arquipélago, foi arrasado quando parte do Monte Mongalo desabou na manhã de sexta-feira, soterrando várias casas e as pessoas que dormiam no momento da tragédia.
A principal rodovia que leva à mina de ouro de Porgera estava "completamente bloqueada", informou o centro de gestão de catástrofes no documento enviado ao escritório do coordenador residente da ONU na capital, Port Moresby.
"A situação continua instável porque o deslizamento de terra continua avançando lentamente, o que coloca em perigo tanto as equipes de resgate como os possíveis sobreviventes", acrescentou o centro de gestão.
O governo pediu às Nações Unidas que informem os parceiros de desenvolvimento de Papua-Nova Guiné sobre a tragédia, assim como "outros amigos internacionais".
- Ajuda internacional -
A ONU organizará uma reunião na terça-feira com diversos governos para tentar coordenar os trabalhos de resgate, muito complexos devido à distância do local, além dos bloqueios nas estradas e os confrontos tribais na região.
Moradores e socorristas utilizam pás e pedaços de madeira para tentar encontrar corpos sob a avalanche, que pode ter até oito metros de profundidade e com um comprimento equivalente a quase quatro campos de futebol.
"Ninguém escapou. Não sabemos quem morreu porque os arquivos estão enterrados", declarou à AFP Jacob Sowai, professor de uma localidade vizinha.
Serhan Aktoprak, funcionário da agência de migração da ONU, afirmou que estão aparecendo rachaduras nos terrenos próximos à tragédia, o que "poderia desencadear um novo deslizamento".
A Organização Mundial da Saúde (OMS) ofereceu ajuda para "atender as necessidades urgentes", anunciou na rede social o diretor geral da instituição, Tedros Adhanom Ghebreyesus.
A Austrália, parceira do arquipélago, informou que enviará suprimentos de emergência, como abrigos, kits de higiene e apoio específico para mulheres e crianças.
O presidente da China, Xi Jinping, disse que está "profundamente triste" com a catástrofe e ofereceu a assistência de seu país.
Estados Unidos, França e Japão também ofereceram ajuda.
- Acesso bloqueado -
Os vizinhos afirmaram que o deslizamento pode ter sido provocado pelas chuvas recentes, muito intensas.
Papua-Nova Guiné tem um dos climas mais úmidos do planeta. Estudos mostraram que as mudanças nos padrões de tempestades relacionadas à mudança climática podem exacerbar o risco de deslizamentos de terra.
Estabelecer o número exato de vítimas é difícil porque muitas pessoas que fugiram da violência tribal se mudaram para a região nos últimos anos, afirmou Nicholas Booth, funcionário do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.
As agências de ajuda humanitária calculam que mais de mil pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas devido à catástrofe.
A entrega de ajuda a partir da capital provincial, Wabag, foi prejudicada por uma série de confrontos tribais não relacionados com a tragédia, segundo Aktoprak.
As autoridades aguardavam a chegada de equipamentos pesados e escavadeiras no domingo, mas o envio foi adiado devido ao bloqueio nas estradas.
Papua-Nova Guiné registrou vários terremotos, inundações e deslizamentos de terra desde o início do ano.
Ferreira--PC