-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI sobe 1,08% na abertura; EDP Renováveis lidera ganhos
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Polícia alemã invade escritórios da National-Bank por suspeita de fraude fiscal
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Gaur e Tigue registados a altitudes recorde no Himalaia
-
Cienciano avalia saída de Melgarejo após gesto em Matute
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Veneto aprova variação orçamental de 48,8 milhões para infraestruturas e serviços
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Electrolux reduz despedimentos em Itália e anuncia investimentos de 18,5 milhões
-
Ministro da Finanças do Kuwait discute cooperação económica em Istambul
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Renault 5 E-Tech: Teste de 1.000 km entre Nice e Paris revela autonomia e conforto
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel investe R$ 10,4 milhões em energia solar no Rio de Janeiro
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Cinco novos detidos na França pelo roubo no Louvre
A polícia francesa prendeu, na noite de quarta-feira (29), cinco novos suspeitos relacionados ao roubo no Museu do Louvre, incluindo um que pode ter feito parte do grupo que invadiu o local, disse a promotora de Paris, Laure Beccuau, nesta quinta-feira (30).
"Um deles era de fato um alvo dos investigadores; nós o tínhamos em nossa mira", disse a promotora à rádio RTL, acrescentando que as joias roubadas, avaliadas em cerca de 88 milhões de euros (cerca de 550 milhões de reais), ainda não foram recuperadas.
Na noite de quarta-feira, a Justiça indiciou e prendeu outros dois homens, de 34 e 39 anos, que haviam sido detidos no sábado pelo roubo ocorrido em 19 de outubro.
Acredita-se que ambos faziam parte do grupo que entrou no famoso museu parisiense por uma janela e "admitiram parcialmente os fatos", disse Beccuau.
Em relação aos últimos cinco indivíduos detidos, ela explicou que foram encontrados "vestígios de DNA" que vinculam um deles ao roubo e sugeriu que o indivíduo poderia ser um dos quatro assaltantes.
"Quanto aos outros detidos, são pessoas que poderão eventualmente nos fornecer informações sobre como os fatos se desenrolaram", acrescentou a oficial, recusando-se a dar detalhes sobre seus perfis.
Essas cinco prisões mais recentes ocorreram em diferentes partes de Paris e seus arredores.
- "Determinada" a encontrar as joias -
Segundo a promotora, essas novas prisões "não têm relação alguma com as declarações" dos dois indiciados e foram possíveis graças a "provas dos autos do processo", como gravações de câmeras de vigilância e a análise de comunicações telefônicas.
As "batidas realizadas durante a tarde e a noite não nos permitiram encontrar os bens roubados", enfatizou a promotora.
Contudo, ela indicou que seu papel não é "se preocupar" com o destino das joias, mas sim "estar determinada" a recuperá-las.
"A cooperação na investigação será levada em consideração na sentença", ressaltou Beccuau, que no dia anterior havia instado à "devolução" dos bens roubados, lembrando a todos que quem os comprasse seria "culpado de receptação".
Segundo a promotora, o Escritório Central de Combate ao Tráfico de Bens Culturais (OCBC) está investigando "diversos mercados paralelos" onde as joias roubadas poderiam ser vendidas.
- "Declarações minimalistas" -
Os dois indiciados — um preso no Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, quando tentava viajar para a Argélia, e o outro em um subúrbio ao norte parisiense — "recusaram-se a depor" perante o juiz de instrução na noite de quarta-feira.
A autoridade explicou que os dois homens já haviam prestado depoimentos que tanto os investigadores quanto os promotores "consideraram minimalistas em comparação com o que o processo parece demonstrar".
"Se analisarmos seus antecedentes criminais, não podemos considerá-los como figuras de destaque no crime organizado", acrescentou, instando as pessoas a abandonarem a imagem do crime organizado como uma "máfia".
Ela explicou que o crime organizado também pode ser alimentado por "pessoas recrutadas nas redes sociais, sem antecedentes criminais", e capazes de cometer crimes graves por "quantias que nos deixam perplexos" — ou seja, quantias modestas.
O grupo de quatro homens roubou oito joias da coroa francesa em questão de minutos.
Os ladrões invadiram o museu parisiense na manhã de 19 de outubro usando um elevador de carga instalado na rua. Eles arrombaram as vitrines das joias com uma serra circular e fugiram em duas motocicletas conduzidas por seus cúmplices.
Entre as peças roubadas estavam uma tiara de pérolas que pertenceu à imperatriz Eugênia e um conjunto de colar e brincos de safira que pertenceu à rainha Maria Amélia.
Durante a fuga, eles deixaram cair uma coroa que pertenceu à imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III, que foi danificada. Sua restauração será "delicada", alertou Beccuau na quarta-feira.
T.Vitorino--PC