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Austrália inicia votação de histórico referendo indígena
Os australianos começaram a votar neste sábado (14) em um histórico referendo sobre os direitos e o reconhecimento dos cidadãos indígenas, após uma campanha que deixou evidente as profundas divisões entre a maioria branca e os descendentes das populações originais.
Quase 18 milhões de australianos poderão votar a favor ou contra uma reforma constitucional que reconhece explicitamente, e pela primeira vez, os povos indígenas e cria um órgão chamado "Voice" ("A Voz") para avaliar as leis que afetam essas comunidades.
Mas as pesquisas de opinião indicam que as chances de vitória são pequenas, com pouco mais de 40% pelo "sim" e quase 60% pelo "não".
Atualmente, os povos indígenas australianos, cujos ancestrais viveram no continente durante mais de 60.000 anos, são apenas 3,8% da população e têm sofrido uma desigualdade extrema desde a chegada dos colonos brancos, há mais de 200 anos.
Os povos aborígenes e das Ilhas do Estreito de Torres têm mais possibilidades de contraírem doenças, serem presos ou morrerem jovens do que seus compatriotas brancos.
Os defensores da reforma dizem que essa iniciativa ajudará a enfrentar essas desigualdades. Mas as pesquisas indicam consistentemente que os australianos têm pouco interesse pelos problemas das comunidades indígenas.
- "Dia de vergonha" -
A campanha de oposição conseguiu ampliar os temores sobre o papel e a efetividade do "Voice", e pediu que as pessoas votassem pelo "não" em caso de dúvida.
Karen Wyatt, defensora do "sim", disse à AFP que tenta "manter-se positiva" em face do que parece ser uma derrota.
Mas, inclusive antes da contagem dos votos, surgem dúvidas sobre o que significaria um triunfo do "não" sobre a forma como os australianos se avaliam uns aos outros e sua disposição de enfrentar um legado muitas vezes brutal.
O rechaço ao "Voice" seria "um dia de vergonha para a Austrália", comentou Wyatt, de 59 anos, à AFP. "Acho que, sim, diz algo sobre o rumo deste país, dizer 'não' a algo que é um simples pedido e uma proposta generosa", acrescentou.
Mas Dee Duchesne, de 60 anos, voluntária do "não", afirma que está "lutando para manter uma camada adicional de burocracia fora de nossa constituição". Ela conta que foi chamada de racista ao entregar panfletos perto de uma seção eleitoral em Sydney. "Não sou", garantiu.
O primeiro-ministro Anthony Albanese, de centro-esquerda, dedicou o último ano e muito capital político para promover o "sim". Um dia antes da votação, fez um apelo emocionado para que os australianos mostrassem sua bondade e destacou que uma vitória no referendo "poderia tornar a vida melhor" para os povos indígenas.
O voto é obrigatório para os 17,5 milhões de australianos em idade eleitoral. O referendo só pode ser aprovado com o apoio de uma maioria de votantes a nível nacional e uma maioria em pelo menos quatro dos seis estados do país.
As urnas abriram na costa leste às 8h (18h de sexta-feira em Brasília) com mais de 7.000 centros de votação em todo o país.
A.S.Diogo--PC