-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
Inflação desacelera em outubro e acalma os mercados nos EUA
A inflação caiu em outubro nos Estados Unidos após vários meses de aceleração, uma boa notícia para o governo de Joe Biden, a um ano da eleição presidencial, para o Federal Reserve (Fed, banco central) e para os mercados.
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 3,2% nos 12 meses terminados em outubro, meio ponto percentual a menos que a taxa anual registrada em setembro (3,7%), informou o Departamento de Trabalho em comunicado.
A inflação se manteve inalterada no comparativo mensal de outubro em relação a setembro, embora tenha-se registrado uma forte queda nos preços da energia.
Tanto o números anuais quanto mensais estiveram abaixo das expectativas gerais dos economistas entrevistados pela consultoria MarketWatch.
Embora a redução do preço da gasolina tenha sido o principal responsável pela moderação nos preços ao consumidor, a queda foi parcialmente compensada pela contínua alta no setor de habitação, informou o Departamento de Trabalho.
Também foram registradas quedas nos preços de diárias em hotéis, aluguéis de carros e passagens aéreas. No entanto, houve alta nos setores de alimentação e habitação, seguros de automóveis e cuidados com a saúde.
O núcleo da inflação, que exclui as variações de preços da alimentação e energia, também teve uma redução importante, para seu nível mais baixo em dois anos, 4% na taxa anual e 0,2% na mensal ante a 0,3% em setembro.
Os analistas esperavam um aumento de 0,1% na taxa mensal e 3,3% na anual, com um núcleo de inflação estável.
Os preços dispararam depois da pandemia nos Estados Unidos, como em todo o mundo, em sua maior alta em 40 anos em junho do ano passado, a 9,1%.
Um ano depois já estava em 3%. Porém, impulsionada pela habitação e gasolina, a inflação voltou a subir durante o verão no hemisfério norte.
Os republicanos acusaram o Executivo de Biden de alimentar a disparada de preços com seus bilionários planos de reativação e pacotes de ajuda, que injetaram trilhões de dólares na economia.
Em resposta aos números da inflação, a bolsa de Nova York abriu em forte alta nesta terça. Nas primeiras operações o índice Dow Jones ganhava 1,08%, o tecnológico Nasdaq 1,79% e o S&P 500 1,40%.
- A visão do Fed -
O Federal Reserve dos Estados Unidos manteve recentemente sua taxa básica de juros nos níveis mais altos em 22 anos (de 5,25% a 5,50%), em sua segunda reunião consecutiva.
Alguns analistas e operadores chegaram a prever que o Fed já havia deixado de lado o endurecimento de sua política monetária.
No entanto, vários funcionários do banco central, entre eles, o presidente do Fed, Jerome Powell, têm indicado que estão dispostos a subir as taxas novamente em caso de necessidade.
"Não hesitaremos" em subir as taxas de juros "se for apropriado" para conter a inflação, advertiu Powell na última quinta-feira.
O aumento das taxas de juros supõe encarecer o crédito, e com isso, desacelerar o consumo e os investimentos, reduzindo a pressão sobre os preços.
A meta do banco central é uma inflação anual de 2%, considerada saudável para a economia.
H.Portela--PC