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Emprego nos EUA tem resultado mais sólido que o esperado em novembro
O mercado de trabalho nos Estados Unidos se mostrou muito mais sólido do que o esperado em novembro, com 199.000 postos líquidos criados, um aumento em relação aos 150.000 em outubro, de acordo com dados divulgados pelo Departamento do Trabalho nesta sexta-feira (8).
A cifra também é superior às 175.000 vagas esperadas pelo mercado, conforme consenso reunido pela Briefing.com.
Esse aumento pode se resultado, em parte, da retomada das atividades dos fabricantes de automóveis, após uma greve histórica que afetou os "três grandes" do setor em Detroit - Ford, GM e Stellantis - durante seis semanas, destaca o economista-chefe da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson.
A taxa de desemprego voltou a cair, para 3,7%, depois de uma alta de 3,9% da população economicamente ativa em outubro. Trata-se de um mínimo desde julho, próximo aos níveis históricos mais baixos.
O presidente Joe Biden, em campanha para a reeleição, destacou que desde sua chegada à Casa Branca, em janeiro de 2021, "14 milhões de americanos" conseguiram um emprego e a "tranquilidade de um salário".
"O mercado de trabalho continua sólido, com um crescimento do emprego que se mantém sendo robusto e uma taxa de desemprego em níveis extraordinariamente baixos", disse Rubeela Farooqi, economista da High Frequency Economics, em uma nota de análise.
Na quarta-feira, foram divulgados os dados de emprego no setor privado, que criou menos postos no mês passado, de acordo com a pesquisa mensal ADP/Stanford Lab.
O setor privado criou 103.000 empregos em novembro nos Estados Unidos, menos do que no mês anterior e abaixo do que o mercado antecipava, com os salários aumentando em um ritmo mais lento.
"A economia em seu conjunto deve registrar um ritmo de contratações e de aumento salarial mais moderado em 2024", afirmou a economista-chefe da ADP, Nela Richardson, citada em um comunicado.
- Perspectiva futura -
A escassez de mão de obra fez subir os salários e pressionou a alta de preços nos últimos anos. Com sua política de aumento dos juros, o Federal Reserve (Fed, Banco Central americano) buscou encarecer o crédito e, assim, esfriar o consumo e o investimento.
O Fed deseja uma certa desaceleração do mercado de trabalho que ajude a manter os aumentos de preços sob controle.
Na terça e quarta-feiras, o Fed fará sua última reunião de política monetária do ano, e o mercado espera que mantenha as taxas estáveis pela terceira reunião consecutiva.
Os dados de emprego de novembro não mudam as perspetivas para o Fed, estimou Rubeela Farooqi: "As taxas estão em um máximo (em 22 anos), e a próxima medida do Fed será uma redução das taxas, provavelmente em meados do ano que vem".
"Nosso cenário de base é que um provável um enfraquecimento do mercado de trabalho e da atividade econômica no médio prazo em resposta à política monetária restritiva", concluiu.
G.Teles--PC