-
Adolescentes armados com metralhadoras espalham medo nas ruas de Teerã
-
Missão Artemis II que levará astronautas à Lua está pronta para lançamento
-
Suprema Corte dos EUA examina direito à cidadania por nascimento
-
Espanha investiga gritos islamofóbicos durante amistoso contra Egito
-
Chocolate e sal, uma combinação surpreendente
-
Mulheres russas rejeitam planos de terapia para incentivá-las a ter filhos
-
Greenpeace acusa empresas de petróleo de obterem 'lucros de guerra' no Oriente Médio
-
Paquistão anuncia negociações com o Afeganistão na China
-
Lei que permite guarda compartilhada em caso de divórcio entra em vigor no Japão
-
Táxis-robôs param na China por aparente 'falha técnica', diz polícia
-
Israel ataca a capital do Irã; Trump prepara discurso sobre a guerra
-
Chefe de inteligência da Colômbia deixa o cargo após escândalo por vazamento de informação para guerrilha
-
Iraque vence Bolívia (2-1) e é a última seleção classificada para a Copa de 2026
-
México brilha por 45 minutos contra Bélgica (1-1) e se reconcilia com torcida às vésperas da Copa
-
Rubio diz que EUA terá que 'reavaliar' relação com Otan
-
Brasil vence Croácia (3-1) em amistoso preparatório para Copa de 2026
-
Argentina goleia Zâmbia (5-0) em amistoso preparatório para Copa do Mundo de 2026
-
OpenAI capta US$ 122 bilhões em rodada de financiamento
-
Trump afirma que guerra terminará em 'duas, talvez três semanas'
-
Portugal vence EUA (2-0) em amistoso em Atlanta
-
Assassinato de Charlie Kirk: análise balística é inconclusiva, diz defesa
-
RD Congo vence Jamaica na prorrogação (1-0) e vai à Copa de 2026
-
Juiz determina paralisação de obras de salão de baile na Casa Branca
-
Trump decreta regras mais rígidas para voto pelo correio
-
Equador empata com Países Baixos (1-1) em amistoso preparatório em Eindhoven
-
Adversária do Brasil na Copa, Escócia perde mais uma em amistoso contra Costa do Marfim
-
Juiz impede Trump de cortar financiamento de mídias públicas
-
Uruguai segue em crise ofensiva com empate sem gols contra Argélia
-
Espanha fica no empate com Egito (0-0) em amistoso preparatório para Copa
-
Netanyahu diz que Israel seguirá 'esmagando o regime' iraniano
-
Itália perde nos pênaltis para Bósnia e fica fora da Copa pela 3ª edição seguida
-
República Tcheca vence Dinamarca nos pênaltis e se garante na Copa de 2026
-
Kast acelera mudança de rumo no Chile
-
Suécia vence Polônia (3-2) na repescagem europeia e vai à Copa do Mundo
-
Turquia vence Kosovo (1-0) e volta à Copa do Mundo após 24 anos
-
Argentina registrou leve queda na pobreza em 2025
-
Inglaterra é derrotada pelo Japão (1-0) em Wembley
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos vence Paraguai (2-1) em amistoso
-
Papa diz esperar que Trump busque uma saída para a guerra no Oriente Médio
-
Antílope-negro é abatido em zoológico na Áustria
-
Irã tem 'vontade' de encerrar a guerra, mas quer garantias, diz presidente
-
Justiça anula multa milionária aplicada a Neymar por danos ambientais
-
Noruega e Suíça empatam sem gols em amistoso em Oslo
-
Vaso sanitário dourado é instalado em Washington para ironizar Trump
-
Processo de venda do estádio de San Siro vira alvo de investigação na Itália
-
Ministro húngaro denuncia 'ingerência estrangeira' após acusação de passar informação à Rússia
-
Tiger Woods portava forte analgésico no bolso quando sofreu acidente, diz polícia
-
Patriarca latino anuncia que Páscoa em Jerusalém será a portas fechadas
-
Nobel da Paz iraniana teria sofrido infarto, advertem apoiadores
-
Suprema Corte dos EUA invalida lei no Colorado que proibia 'terapias de conversão'
EUA diz que "bola está com a China" em relação às tarifas
A bola "está com a China" para encontrar um acordo sobre as tarifas dos Estados Unidos, afirmou nesta terça-feira (15) a Casa Branca, em meio a pressões de Pequim, que deixou de receber entregas de aviões da Boeing.
"O presidente afirmou, novamente, que está claramente aberto a um acordo com a China. Mas é a China que precisa de um acordo com os Estados Unidos" e não o contrário, disse a jornalistas a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
"A China quer o que nós temos: o consumidor americano", afirmou. "Em outras palavras, [os chineses] precisam do [nosso] dinheiro".
Para Leavitt, "a bola está com a China" caso queira encerrar a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, iniciada por Trump com tarifas que abalaram os mercados financeiros.
Mas Pequim, que reage sistematicamente aos impostos dos EUA, optou por manter a pressão.
Sua contramedida mais recente consistiu em deixar de aceitar a entrega de aviões fabricados pela fabricante americana Boeing.
Um gesto que Trump denunciou em sua rede Truth Social.
"Curiosamente, eles acabam de recuar de um acordo importante com a Boeing, alegando que 'não tomarão posse' dos aviões" cobertos por pedidos firmes, declarou.
A agência de notícias Bloomberg, citando fontes não identificadas, afirmou que a China ordenou às suas companhias aéreas que deixem de aceitar aviões da Boeing.
Pequim também parece determinada a atingir a agricultura americana.
O canal australiano ABC afirmou que as exportações de carne bovina para a China aumentaram consideravelmente, enquanto os exportadores americanos não conseguiram renovar as licenças.
A Federação Americana de Exportadores de Carne não respondeu às perguntas da AFP.
– "Posição de força" –
O presidente chinês, Xi Jinping, realiza desde segunda-feira um giro pelo sudeste asiático, tentando organizar uma resposta coordenada às tarifas americanas com os países vizinhos.
China e Estados Unidos entraram em uma guerra tarifária.
Washington impôs um total de 145% de sobretaxas aos produtos chineses que entram em seu território, além das já existentes antes do retorno de Trump à Casa Branca, em janeiro.
Mas suavizou o tom ao isentar computadores, smartphones e outros produtos eletrônicos, assim como semicondutores — a maioria dos quais vem da China.
Pequim respondeu com uma taxa que já chega a 125%.
Para todos os outros países, o presidente americano suspendeu por 90 dias as tarifas adicionais que ultrapassassem os 10%. E a Casa Branca abriu a porta para negociações.
A União Europeia (UE) está "em uma posição de força" nas conversas, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em entrevista à revista alemã Die Zeit. "Os europeus sabem exatamente o que querem e quais são seus objetivos", avaliou.
Outro país na mira de Trump, o Canadá, fez nesta terça-feira um gesto aos fabricantes de automóveis: permitiria a importação de certa quantidade de veículos montados nos Estados Unidos, em troca do compromisso de manter a produção em território canadense sem tarifas.
Ottawa impôs tarifas de 25% sobre esses produtos, em retaliação aos 25% aplicados por Washington aos veículos que entram no país.
Segundo a imprensa japonesa, a Honda considera transferir suas linhas de produção canadenses para os Estados Unidos, um projeto que o grupo negou.
Além dos automóveis, Trump também impôs tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio. Ele planeja fazer o mesmo com os semicondutores e os produtos farmacêuticos "dentro de um ou dois meses", segundo seu secretário de Comércio, Howard Lutnick.
Nogueira--PC