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Rubio e Wang tiveram reunião 'positiva' na cúpula do Sudeste Asiático
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta sexta-feira (11) que teve uma reunião "positiva" com seu contraparte chinês, Wang Yi, à margem de uma cúpula de ministros das Relações Exteriores da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).
O encontro entre Wang e Rubio ocorre em um contexto de múltiplas disputas entre as duas maiores economias do mundo em campos como o comércio, a rivalidade tecnológica, o tráfico de fentanil e a situação de Taiwan.
"Foi uma reunião muito construtiva e positiva", disse Rubio à imprensa após o encontro de uma hora, mas ressaltou que "não foi uma negociação".
"Acho que saímos com a sensação de que há algumas áreas em que poderemos trabalhar juntos", acrescentou.
"Ambas as partes concordaram que o encontro foi positivo, pragmático e construtivo", destacou o Ministério das Relações Exteriores da China, esclarecendo em um comunicado que ambas as potências concordaram em "fortalecer a comunicação e o diálogo".
Rubio também expressou sua confiança de que ocorrerá um encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu contraparte chinês, Xi Jinping.
"Há um forte desejo de ambas as partes", disse, embora tenha acrescentado que nenhuma data havia sido definida.
Os dois chefes da diplomacia estão em Kuala Lumpur, capital da Malásia, para esta cúpula de países do Sudeste Asiático, na qual também participam representantes de Japão, Coreia do Sul e Austrália.
A reunião viu-se abalada pela ameaça do presidente americano Donald Trump de impor tarifas elevadas a mais de 20 países, muitos deles asiáticos, se não fecharem um acordo comercial com Washington antes de 1º de agosto.
Membros da Asean como Indonésia, Laos, Tailândia, Malásia, Filipinas, Brunei e Mianmar estão expostos a tarifas de 20% a 40%, enquanto aliados tradicionais de Washington como Japão e Coreia do Sul enfrentam tarifas de 25%.
Ainda assim, Rubio disse na quinta-feira em Kuala Lumpur que "muitos países do Sudeste Asiático terão taxas alfandegárias melhores que as de outras regiões do mundo".
"Mas as conversas continuam. Haverá mais na próxima semana com o Japão. Há intercâmbios em curso com praticamente todos os países aqui representados", assinalou.
Wang, por sua vez, pediu na quinta-feira, sem mencionar diretamente os Estados Unidos, uma ordem internacional "mais justa e razoável".
"Enfrentamos desafios como o impacto do protecionismo unilateral e o abuso das tarifas por parte de um determinado grande país", afirmou o chanceler chinês.
As tensões entre Washington e Pequim aumentaram com o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro, que lançou uma ofensiva tarifária contra seu grande rival econômico.
O dirigente republicano chegou a impor tarifas adicionais de 145% sobre os produtos da China, que respondeu com sobretaxas de 125% às importações dos Estados Unidos.
Em maio, em uma reunião em Genebra, na Suíça, ambas as partes concordaram com uma trégua temporária para reduzir significativamente essas tarifas.
E.Raimundo--PC