-
Nova York registra 13 mortes relacionadas ao frio desde o fim de janeiro
-
Bill e Hillary Clinton vão depor em investigação do Congresso sobre Epstein
-
Presidente interina da Venezuela se reúne com chefe de missão diplomática dos EUA
-
Oitavas da Copa da França começam com Olympique de Marselha e Lyon como favoritos após eliminação do PSG
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
Cuba e EUA estão em 'comunicação', mas 'não existe diálogo', diz vice-chanceler
-
Zagueiro Jérémy Jacquet vai deixar Rennes após fim da temporada para jogar no Liverpool
-
Trump diz que México 'deixará' de enviar petróleo a Cuba
-
Trump diz que conversará sobre narcotráfico com Petro
-
Ressurgimento de Yamal aumenta otimismo do Barça, que enfrenta Albacete na Copa do Rei
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Insatisfeito, Benzema deixa Al-Ittihad e assina com rival Al-Hilal
-
Sunderland vence Burnley (3-0) e é 8º na Premier League
-
Governo Milei anuncia libertação de um dos argentinos presos na Venezuela
-
Roma perde na visita à Udinese (1-0) e fica em 5º lugar no Italiano
-
Presidente eleita da Costa Rica diz contar com Bukele em sua estratégia contra o narcotráfico
-
Atlético de Madrid contrata meio-campista mexicano Obed Vargas
-
Trabalhadores a favor e contra o governo exigem melhorias salariais na Venezuela
-
Trump anuncia acordo comercial com Índia após conversa com Modi
-
Seleção feminina do Brasil fará amistosos contra Costa Rica, Venezuela e México
-
Relação entre Colômbia e EUA 'será relançada' com visita de Petro, diz chanceler
-
Crystal Palace contrata atacante norueguês Larsen em 'transferência recorde' para o clube
-
França aprova orçamentos para 2026 após meses de debates
-
A improvável trajetória dos Patriots e dos Seahawks até a revanche no Super Bowl
-
Presidente da Autoridade Palestina convoca primeiras eleições ao Parlamento da OLP
-
'Fiz o possível e o impossível' para voltar ao Flamengo, diz Paquetá
-
Portugal se soma a países que querem proibir redes sociais para menores de 16 anos
-
Mamadou Sarr retorna ao Chelsea após período de empréstimo no Strasbourg
-
Pacientes palestinos começam a chegar ao Egito após abertura limitada da passagem de Rafah
-
Napoli contrata por empréstimo o atacante brasileiro Alisson Santos, do Sporting
-
Nasa realizas testes essenciais antes de lançar missão lunar Artemis 2
-
Menino que não tinha dinheiro para passagem de ônibus participará da abertura dos Jogos de Inverno
-
Irã se prepara para negociações com EUA sobre seu programa nuclear
-
Chile, México e Brasil impulsionam candidatura de Bachelet para secretária-geral da ONU
-
Milan desiste de contratar Mateta, do Crystal Palace, após exames médicos
-
Juventus reforça defesa com lateral sueco Emil Holm, que estava no Bologna
-
Maracanã vai receber jogo da NFL na temporada de 2026
-
Rússia confirma conversas com Ucrânia na quarta e na quinta-feira em Abu Dhabi
-
Iranianos na Turquia observam de longe agitação em seu país natal
-
Observatório astronômico europeu celebra cancelamento de projeto de hidrogênio verde no Chile
-
Cuba sofreu forte queda no turismo em 2025
-
Incerteza no Congresso dos EUA sobre as negociações orçamentárias
-
Kendrick Lamar: o poeta do rap consagrado no Grammy
-
Russell diz estar 'pronto' para desafiar Verstappen pelo título da F1
-
Começa a limpeza profunda do Juízo Final de Michelangelo na Capela Sistina
-
Verona e Pisa, último e penúltimo do Campeonato Italiano, demitem seus treinadores
-
México reforça operação de busca por mineradores sequestrados
-
Técnico do Chelsea não impõe prazo para retorno de Estêvão, que está no Brasil por motivos pessoais
Harvard processa Trump por vetar estudantes estrangeiros
A Universidade de Harvard processou o governo de Donald Trump, nesta sexta-feira (23), após sua decisão de impedir que estudantes estrangeiros se matriculem nesta prestigiosa instituição, de acordo com um documento judicial.
Na quinta-feira, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, anunciou a "revogação com efeito imediato" da possibilidade de estrangeiros se matricularem na instituição, ameaçando o futuro de milhares de estudantes.
Trump está furioso com Harvard, de onde saíram 162 vencedores do Prêmio Nobel, depois que a universidade rejeitou sua exigência para se submeter a uma supervisão de admissões e contratações.
Para o presidente, a instituição é um foco de antissemitismo e da ideologia liberal progressista.
Seu governo já ameaçou revisar US$ 9 bilhões (quase R$ 51 bilhões) em financiamento governamental para Harvard, congelou uma primeira parcela de US$ 2,2 bilhões (R$ 12,4 bilhões) em subsídios e US$ 60 milhões (R$ 339 milhões) em contratos oficiais, além de ter deportado um pesquisador da Harvard Medical School.
Este é "o mais recente ato do governo em clara retaliação ao exercício dos direitos de Harvard, amparados pela Primeira Emenda, ao rejeitar as exigências do governo de controlar a governança, o currículo e a 'ideologia' de seu corpo docente e seus estudantes", afirma a ação movida no tribunal federal de Massachusetts.
A perda de alunos estrangeiros - mais de um quarto do corpo discente - pode custar caro para a instituição, que cobra dezenas de milhares de dólares por ano em mensalidades.
- "Ilegal e injustificado" -
O veto aos estudantes estrangeiros ocorreu mediante a revogação da certificação do Programa de Estudantes e Visitantes de Intercâmbio (Sevis), que permite a estrangeiros estudar nos Estados Unidos.
Esta medida vai impedir Harvard de matricular estrangeiros com visto de não imigrante F ou J para o ano letivo 2025-2026.
Um juiz federal ordenou na quinta-feira a suspensão, em âmbito nacional, de qualquer revogação do status legal de estudantes estrangeiros, embora não esteja claro se a decisão afeta os matriculados em Harvard.
O presidente da instituição de ensino superior, Alan Garber, condenou nesta sexta-feira (23) a "ação ilegal e injustificada" do governo americano.
"Coloca em perigo o futuro de milhares de estudantes e acadêmicos de Harvard e funciona como advertência para inúmeras pessoas da universidade de todo o país que vieram aos Estados Unidos para continuar sua educação e realizar seus sonhos", declarou.
"Acabamos de registrar uma queixa e, em seguida, solicitaremos uma ordem de restrição temporária", acrescentou.
A princesa belga Elisabeth, filha mais velha do rei Philippe e herdeira da coroa, é uma das estudantes cujo status foi posto em dúvida. Ela cursa um mestrado em políticas públicas na Kennedy School de Harvard e ainda tem um ano para concluir seus estudos.
Um porta-voz da coroa belga disse que o palácio real estava "analisando" a situação para entender mais sobre o "potencial impacto" do caso da princesa de 23 anos.
- Estudantes chineses -
Noem declarou na quinta-feira que o governo "responsabiliza Harvard por fomentar a violência, o antissemitismo e a coordenação com o Partido Comunista Chinês em seu campus".
Os estudantes chineses representam mais de 20% das matrículas internacionais da universidade, segundo seus dados internos, e Pequim afirmou que a decisão "só prejudicará a imagem e a posição internacional dos Estados Unidos".
"A parte chinesa tem se oposto sistematicamente à politização da cooperação educacional", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning.
Karl Molden, um aluno austríaco de Harvard, disse que havia solicitado uma transferência para Oxford, no Reino Unido, com medo das medidas do governo americano.
"É assustador e triste", disse à AFP, na quinta-feira, o estudante de literatura clássica de 21 anos, que considerou sua admissão na instituição como o "maior privilégio" de sua vida.
Os líderes da seção de Harvard da Associação de Professores Universitários classificou a decisão como "a última de uma série de medidas abertamente autoritárias e retaliatórias contra a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos".
M.Gameiro--PC