-
Atacante sérvio Dusan Vlahovic deixa Juventus e assina com Besiktas
-
Putin visita ilhas disputadas com Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Barthez se junta à comissão técnica de Zidane na seleção francesa
-
Supercopa da Espanha de 2027 será disputada na Turquia
-
Explosão é registrada em fábrica de munições perto de Roma
-
Colômbia esgota prazo crucial para encontrar sobreviventes de terremoto
-
Israel envia tropas a uma cidade da Cisjordânia em meio a críticas dos EUA
-
Corte dos EUA indefere ação do governo Trump contra Harvard por antissemitismo
-
Turistas são evacuados no norte da Grécia por incêndio perto de Tessalônica
-
Rebeldes houthis reivindicam ataque contra refinaria saudita
-
México diz que Colômbia vetou envio de socorristas por falta de certificação
-
EUA afirma que 40 países servem de base para reenvio de produtos chineses
-
Porsche prevê parar de produzir o Taycan, seu único modelo 100% elétrico, até 2030
-
Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana
-
Futuro de Infantino deve ser decidido nas eleições, diz dirigente do futebol africano
-
Sindicato sueco encerra greve na Tesla após quase três anos
-
Manchester City renova com Jérémy Doku por mais cinco anos
-
Irã exige compensações por maré negra no Estreito de Ormuz
-
Bomba soviética de 500 kg é encontrada em jardim no Afeganistão
-
Irã afirma que controla o Estreito de Ormuz e contradiz Trump
-
Após 72 horas, Colômbia corre para encontrar sobreviventes após terremoto
-
Matthew McConaughey e seu doce retorno ao cinema com 'The Rivals of Amziah King'
-
IA tira trabalho de videntes cegos na Coreia do Sul
-
Fluminense demite técnico Zubeldía após oito partidas sem vitórias
-
Embaixador americano em Israel denuncia cerco de colonos a famílias palestinas na Cisjordânia
-
Vítimas de sequestro na Nigéria escapam de cativeiro infernal, espancadas e desnutridas
-
Parisienses ricos encontram sua Riviera às margens do Sena para escapar do calor
-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
-
Venezuela reduz jornada do setor público para "acalmar" crise elétrica
-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
Kirsty Coventry abre novo capítulo do COI
Primeira mulher e primeira africana na presidência do Comitê Olímpico Internacional (COI), a zimbabuana Kirsty Coventry substituiu nesta segunda-feira (23) o alemão Thomas Bach no cargo de maior prestígio e responsabilidade política no esporte mundial.
A cerimônia de transição aconteceu em Lausanne (Suíça) com uma imagem simbólica: Bach cedendo o poder à candidata que apoiou nos bastidores e que foi eleita há três meses na Grécia.
Aos 41 anos, Coventry será a décima pessoa à frente do COI e inicia um mandato de oito anos, que pode ser prorrogado por mais quatro anos, e deve começar a trabalhar efetivamente na terça ou na quarta-feira consultando os mais de 100 membros da entidade para estabelecer "uma nova rota".
"Quando eu era uma menina de nova anos, nunca imaginava que estaria aqui, diante de vocês, com a possibilidade de retribuir ao nosso incrível movimento", declarou em março a dona de sete medalhas olímpicas na natação, depois de ter superado seus seis adversários nas eleições à presidência do COI.
- Mensagem forte do COI -
"Em paz" em sua despedida, Bach afirmou que o COI enviou "uma mensagem forte ao mundo" ao eleger uma ex-ministra do Zimbábue.
Integrante da comissão de atletas em 2013, a eleição de Coventry é o símbolo da mudança do COI, frequentemente encarado como um clube seleto de aristocratas e dirigentes ocidentais, que durante o mandato de Thomas Bach deu um salto em termos de internacionalização e participação feminina.
"Ela reflete a verdadeira natureza mundial do nosso movimento e seu foco voltado para a juventude", resumiu o alemão durante a cerimônia de transição.
"Temos uma atleta à frente da organização. É algo bom, avaliou o britânico Sebastian Coe, um dos adversários de Coventry nas eleições, e também ex-campeão olímpico, no atletismo.
- Teste de feminilidade -
O mandato de Coventry pode trazer "uma grande reforma" no apoio econômico aos atletas, "não só os olímpicos, mas também os querem vir a ser", opina Jean-Loup Chappelet, especialista em olimpismo da Universidade de Lausanne.
Depois de 12 anos de mandato, Bach, campeão olímpico de esgrima, deixa como legado uma organização próspera, que já tem definidas as sedes dos Jogos Olímpicos até 2034 (de verão e de inverno), e que fechou até 2036 seu acordo para transmissão com a emissora americana NBC Universal.
Kirsty Coventry deverá, no entanto, impor sua marca rapidamente, depois de ter feito uma campanha discreta, durante a qual limitou as viagens e deu à luz sua segunda filha, sem apresentar propostas concretas.
Sua posição ficará especialmente exposta em relação aos testes cromossômicos de gênero para acesso às competições femininas.
- Aproximação com Trump -
Coventry prometeu em março "proteger as atletas femininas", mas sem dar pistas sobre se admitiria ou excluiria atletas transgênero ou intersexo: seu desejo era a criação de "um grupo de trabalho" para chegar a uma "decisão comum". Mas várias modalidades pressionam para obter uma resposta conclusiva.
A menos de um ano dos Jogos Olímpicos de inverno de 2026, em Milão-Cortina, também será necessário que a nova presidente decida o futuro dos atletas russos e bielorrussos: a não ser que haja uma paz duradoura na Ucrânia, o mais provável seria uma participação limitada nas provas individuais, sob bandeira neutra e rígidas condições, tal como aconteceu nos Jogos de Paris-2024.
No campo da diplomacia, Kirsty Coventry também terá que alimentar a relação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anfitrião dos Jogos Olímpicos de 2028, em Los Angeles.
"Desde os 20 anos, tive que enfrentar, digamos, homens difíceis ocupando cargos importantes", brincou a ex-nadadora em março. "O que aprendi é que a comunicação será a chave, e é algo que deve acontecer o quanto antes".
Além de abordar suas medidas sobre o modelo econômico do COI e seu impacto climático, questões cruciais para o movimento olímpico, a entidade também terá que atribuir a sede dos Jogos Olímpicos de Verão de 2036, com partes interessadas que vão da Índia à África do Sul, Turquia, Hungria, Catar e Arábia Saudita.
X.Brito--PC