-
Estudo associa sistemas ADAS a redução de colisões e alerta para desativação
-
Restrição a celulares alcança 92% das escolas e gestores relatam mais atenção
-
Geely EX2 Max vence comparação de elétricos de até R$ 150 mil
-
Toyota apresenta GR Corolla reestilizado no Brasil com torque maior
-
GWM Ora 5 lidera seleção de elétricos de até R$ 200 mil em 2026
-
Brasil ocupa segundo lugar mundial em importações de carros chineses
-
Dunlop avalia trazer ao Brasil pneu que muda conforme temperatura e umidade
-
Confronto deixa quatro baleados e dois detidos em São João de Meriti
-
Cinco adolescentes são apreendidos após roubo no Parque do Flamengo
-
Anna Carolina Morais relata separação do cantor Giovani após mais de 20 anos
-
Garotinho retoma campanha ao governo do Rio após decisão provisória do TSE
-
Rio Rotativo Digital chegará ao Saara, à Urca e a novos trechos da Barra
-
Restaurantes do Rio apresentam versões do Nhoque da Fortuna neste dia 29
-
Liminar do TSE libera campanha de Anthony Garotinho ao governo do Rio
-
Roma procura Zenit para negociar contratação de Luiz Henrique
-
Dois homens são presos com 29 celulares furtados na Expo Sapucaia
-
Saúde reforça vacinação contra sarampo após casos em São Paulo
-
Isaquias Queiroz conquista ouro no C1 500 metros do Mundial de Canoagem
-
Justiça Federal agenda audiência com Discord sobre proteção de menores
-
Ataque russo a depósito de munições perto de Kiev deixa 37 mortos
-
Acordo garante aos EUA grande participação em reservas de petróleo da Venezuela
-
Leipzig vence na estreia de Demichelis; Leverkusen perde para time que subiu da 2ª divisão
-
Mbappé merece Bola de Ouro em 2026, opina Mourinho
-
Lando Norris renova com a McLaren até 2030
-
Indignação na Áustria com construção de parque empresarial no local de antigo campo nazista
-
Nepaleses buscam familiares desaparecidos após avalanche devastadora
-
Ao menos 37 mortos em ataque russo a depósito de munições perto de Kiev
-
Noruega em luto inaugura nova era sob o reinado de Haakon VIII
-
Islândia decide em referendo se retoma negociações de adesão à UE
-
Nepal e China lutam para encontrar quase 3.000 desaparecidos após tragédia
-
Ao menos 37 mortos em ataque russo a depósito perto de Kiev
-
Imprensa portuguesa destaca regras do SNS e expansão hoteleira no Porto
-
Restrição a Garotinho altera cálculos da disputa pelo Governo do Rio
-
Gastão Reis critica Lula e atribui juros altos ao desequilíbrio fiscal
-
Crônica relembra o papel social das barbearias ao longo das décadas
-
Raul Velloso pede prioridade para soluções ao desequilíbrio fiscal
-
Padre Omar relaciona paz, conversão pessoal e cuidado ambiental
-
Flamengo rejeita proposta do Parma pelo zagueiro João Victor
-
Favela Mundo abre 200 vagas em cursos gratuitos no Rio
-
Douglas Ruas alcança teto eleitoral após repasse de R$ 17,78 milhões
-
TSE suspende restrições e restabelece instrumentos de campanha de Garotinho
-
Justiça abre processo competitivo para venda de 90% da SAF do Vasco
-
Calor fora de época favorece aumento localizado de pernilongos no Rio
-
SNS regista 10,77 milhões de utentes e cobertura médica de 87%
-
Receita de pão de queijo pode ser congelada antes de assar
-
Dor no quadril tira Alisson do jogo do Fluminense em Curitiba
-
Mel Maia compara fases do corpo e comenta hábitos nas redes sociais
-
Paes e Ruas propõem isenção de IPVA para motos de até 180 cilindradas
-
Paolla Oliveira publica ensaio com vestido de renda transparente
-
Danilo se recupera e pode voltar ao Botafogo no clássico
Irã limita atendimento médico a Nobel da Paz presa por não usar véu, diz família
As autoridades penitenciárias do Irã impediram a transferência da Prêmio Nobel da Paz 2023 Narges Mohammadi ao hospital para receber atendimento médico urgente, denunciou sua família. Mohammadi está detida por ter se recusado a usar o hijab, o véu islâmico obrigatório.
A ativista, de 51 anos, atualmente detida na prisão de Evin, em Teerã, recebeu o prêmio em outubro "por sua luta contra a opressão das mulheres no Irã".
Este prêmio foi concedido a ela, depois de uma onda de protestos sacudir o Irã após a morte, sob custódia, em setembro de 2022, de Mahsa Amini, uma curda de 22 anos, detida por desrespeitar, supostamente, o estrito código de vestimenta da República Islâmica.
Mohammadi anunciou posteriormente que não usaria sob nenhuma circunstância o hijab, véu obrigatório para as mulheres em espaços públicos desde a Revolução Islâmica de 1979.
As autoridades penitenciárias responderam, negando-se a transferir Mohammadi, que tem problemas cardíacos e pulmonares, para um hospital fora da prisão, informou sua família em um comunicado, alertando que sua saúde e vida correm risco.
"Durante dois dias e duas noites, um grupo de mulheres em Evin protestou no pátio da prisão para mandar Narges Mohammadi ao hospital do coração", escreveram em sua conta oficial no Instagram na quarta-feira.
"O diretor da prisão anunciou que, segundo ordens de autoridades superiores, era proibido levá-la ao hospital sem o véu, e sua transferência foi cancelada", acrescentou a família.
Na segunda-feira, uma equipe médica examinou Mohammadi e a submeteu a um ecocardiograma depois que "a prisão se negou, inclusive, a transferir Narges para a enfermaria" sem o véu, informou o comunicado.
Um exame de imagem mostrou duas veias com grandes obstruções e pressão pulmonar elevada, razão pela qual ela precisa urgentemente de uma angiografia coronariana e um escâner pulmonar.
"Está disposta a arriscar sua vida por não usar o 'hijab forçado', incluso para se tratar", disse a família.
Em mensagem de agradecimento ao prêmio, lido por sua filha e difundido na página web oficial do Nobel na terça, Mohammadi descreve o hijab obrigatório como "a principal fonte de dominação e repressão na sociedade, com o fim de manter e perpetuar um governo religioso autoritário".
V.F.Barreira--PC