-
Ataque russo contra shopping deixa 16 mortos na Ucrânia
-
Brasil e EUA vão retomar diálogo sobre tarifas, afirma Lula
-
Ataque russo contra shopping na Ucrânia deixa ao menos 16 mortos
-
Lula liga para Trump e defende diálogo sobre tarifas
-
TikTok vai pagar US$ 400 milhões para resolver caso de privacidade infantil
-
Betis vence Real Sociedad em sua estreia no Campeonato Espanhol
-
Olympique de Marselha estreia no Francês com goleada sobre Strasbourg
-
Campeão Arsenal vence Coventry City na abertura da Premier League
-
Messi é multado pela MLS por acertar tapa em adversário
-
Ex-chanceler de Guiana em vantagem na disputa para dirigir a ONU
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 15 mortos na Ucrânia
-
Após eliminar Sabalenka, Bejlek vence Keys e vai à semifinal do WTA 1000 de Cincinnati
-
Justiça autoriza continuação das obras de salão de baile na Casa Branca
-
Ataque com espada deixa um morto e três feridos em escola na Suécia
-
Inter de Milão anuncia meio-campista Curtis Jones, seu 3º reforço inglês para nova temporada
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos 14 mortos na Ucrânia
-
Turquia emite ordem de prisão contra Netanyahu por detenção de ativistas
-
"Doença do pulmão negro" afeta cada vez mais mineiros nos EUA
-
Andoni Iraola pede reforços para o ataque do Liverpool
-
Governador mexicano procurado por narcotráfico nos EUA retoma cargo
-
Arsenal acerta contratação do zagueiro Ezri Konsa, do Aston Villa
-
Camisa do Milan terá patch em homenagem a Baresi durante toda a temporada
-
Lula defende negociar tarifas em telefonema com Trump
-
Vini, Mbappé e Bellingham 'não são incompatíveis', afirma Mourinho
-
Ataque com espada em escola na Suécia deixa ao menos três feridos
-
Russel faz a pole da corrida sprint do GP dos Países Baixos; Bortoletto é 9º
-
Leandro Paredes é punido pela Fifa com 10 jogos de suspensão por incidentes na final da Copa
-
Presidente da Bolívia destitui ministro da Economia após censura do Congresso
-
Ataque russo contra shopping deixa ao menos cinco mortos na Ucrânia
-
Príncipe Harry e outros famosos terão que pagar quase R$ 67 milhões ao Daily Mail
-
Bayern sabia do problema de Musiala 'há algum tempo', revela Kompany
-
Pressionado pelas eleições, Trump reduz tarifas sobre a carne
-
Número 1 do mundo, Jannik Sinner desiste do US Open devido a lesão
-
Dois mexicanos são detidos em operação contra laboratório de drogas na África do Sul
-
Príncipe Harry e celebridades deverão pagar £ 9,5 mi ao Daily Mail
-
Meghan enfrenta retorno ao Reino Unido marcado por tensões do passado
-
Gamescom 2026 celebra nova edição do aguardado 'GTA VI' na Alemanha
-
Trump promete 'era de ouro' das viagens espaciais
-
Presidente do Irã quer fim da guerra enquanto país está em 'posição de força'
-
Capitão indiano detido em Londres por transportar petróleo russo é 'bode expiatório', diz esposa
-
Antonelli (Mercedes) lidera o único treino livre em Zandvoort
-
Epidemia de ebola na RD Congo avança de 'forma exponencial', diz ONU
-
Bandar Abbas, o polo comercial iraniano às margens de Ormuz e na linha de frente da guerra
-
Harry e William, uma reconciliação que parece improvável a curto prazo
-
EUA e Coreia do Sul concluem exercícios militares
-
Imprensa britânica afirma que Tottenham contratou o brasileiro Savinho
-
ONU tem nova 'votação indicativa' para o cargo de secretário-geral
-
Hong Kong condena ativistas pró-democracia por 'incitação à subversão'
-
No retorno de Memphis, Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
-
Corinthians vence Rosario Central (1-0) e vai às quartas da Libertadores
Líderes existem 'para servir ao povo', reforça Biden em adeus na ONU
Em sua despedida na ONU, o presidente americano, Joe Biden, lembrou que os líderes existem "para servir ao povo e não o contrário", porque não se trata de "se manter no poder" a qualquer custo.
"Decidi que, após 50 anos de serviço público, chegou o momento de que uma nova geração de líderes leve minha nação adiante. Queridos dirigentes, não esqueçamos nunca que há coisas mais importantes do que se manter no poder: o seu povo", declarou o presidente dos Estados Unidos.
"Nunca se esqueçam que estamos aqui para servir ao povo, e não o contrário", ressaltou.
O futuro será de "quem liberar todo o potencial do seu povo (...) Essa é a alma da democracia. Não pertence a nenhum país", afirmou, durante discurso na Assembleia Geral da ONU, em Nova York.
O líder octogenário diz ter visto em sua longa carreira essa luta pela liberdade, a justiça e a dignidade nos homens e mulheres que lutaram contra o apartheid na África do Sul e que derrubaram o muro de Berlim.
Viu-se "esse desejo universal de direitos e liberdade na Venezuela", onde nas eleições de 28 julho passado, foi dado "um voto por uma mudança" que "não se pode negar", afirmou.
Foi uma forma de reiterar junto à ONU o que seu governo repete há um mês e meio: o presidente Nicolás Maduro cometeu "fraude eleitoral" e se nega a ceder o poder ao opositor Edmundo González Urrutia que, segundo Washington e parte da comunidade internacional, venceu as presidenciais.
Biden tenta que sua forma de ver a política e o mundo não desmoronem se seu antecessor, o republicano Donald Trump, voltar à Casa Branca após as eleições de 5 de novembro, que prometem ser extremamente disputadas.
O presidente americano desistiu da candidatura à reeleição em julho e deixará o cargo em janeiro.
Muitos temem que se Trump derrotar a vice-presidente e candidata democrata Kamala Harris, a primeira potência mundial dê uma guinada isolacionista e protecionista.
- "Irreversível" -
Nos poucos meses que lhe restam no cargo, Joe Biden quer, como diz um de seus assessores, garantir que suas iniciativas, especialmente em nível internacional, sejam o mais "irreversíveis" possível.
"Quando chegou ao poder, há quase quatro anos, prometeu restaurar a autoridade internacional dos Estados Unidos", afirmou na segunda-feira sua porta-voz, Karine Jean-Pierre.
Desde então, enumerou, relançou as alianças dos Estados Unidos na Ásia, liderou a resposta internacional à invasão da Ucrânia, consolidou a Otan, tentou fazer frente à China...
O diretor de comunicação da Casa Branca, Ben LaBolt, falou do "sprint final" que a administração em fim de mandato precisa fazer até janeiro para estabelecer as bases para o futuro.
A realidade é que durante esta semana em Nova York, Biden, muito orgulhoso de suas habilidades diplomáticas, enfrenta brutalmente os limites de sua influência.
- Líbano -
E isso que, desde o atentado do Hamas contra Israel em 7 de outubro, Biden tem insistido em que não desejaria uma extensão do conflito.
Até agora, Harris deu poucos detalhes sobre seus planos para a política externa, mas tudo indica que seguirá as mesmas linhas de Biden.
Trump, por sua vez, prometeu que, se for eleito, aumentará as tarifas alfandegárias dos produtos importantes, particularmente os procedentes da China.
- Ucrânia -
Ele também afirma, sem dar detalhes, que poderia resolver facilmente as guerras na Ucrânia e no Oriente Médio e multiplicou suas mensagens hostis aos aliados da Otan.
Sua retórica favorável aos hidrocarbonetos gera temores pelo pior nos partidários da cooperação internacional no campo das mudanças climáticas.
No fim de semana passado, Biden tentou acalmar os dirigentes japoneses, australianos e indianos e na quinta-feira receberá o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, preocupado com o futuro do apoio americano ao seu país.
Mas os líderes internacionais estão de olho no futuro e tentam estabelecer laços com Kamala e Trump.
O ex-presidente republicano afirmou que se reunirá com o premiê indiano, Narendra Modi. Zelensky, por sua vez, se encontrará com Kamala Harris na quinta e também quer conversar com ele.
A.Santos--PC