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Otan quer reforçar resposta à presença de drones russos
Os ministros da Defesa da Otan analisarão nesta quarta-feira em Bruxelas a forma de reforçar a resposta após a recente intrusão de aparelhos russos nos céus de países que integram a organização, percebida como um teste do Kremlin às nações aliadas.
"Fizemos aquilo para o que estamos treinados e funcionou. Porém, precisamos de mais", resumiu esta semana o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.
A presença de quase 20 drones russos em setembro no espaço aéreo da Polônia obrigou a Otan a derrubar três aparelhos, o que não acontecia desde a fundação da aliança militar em 1949.
Alguns dias depois, caças da Otan escoltaram três MiG russos para retirá-los do espaço aéreo da Estônia, ao término de uma incursão que durou 12 minutos.
Vários países exigem mais ações e mais recursos para enfrentar este tipo de incidente, em um contexto de tensão permanente devido à guerra na Ucrânia.
A proposta com a qual a Otan trabalha, segundo fontes diplomáticas, consiste em simplificar protocolos e dar mais flexibilidade ao comando militar para atuar.
Os ministros discutirão sobre a forma de reforçar os meios de defesa e dissuasão diante das incursões de drones russos não identificados, que também aconteceram recentemente na Dinamarca, sobre aeroportos e bases militares, pouco antes de uma cúpula europeia.
A União Europeia, cujos ministros da Defesa se reunirão na tarde de quarta-feira, após o encontro da Otan, propôs a criação de um "muro antidrone" para enfrentar os incidentes.
A Otan é favorável, afirmou o secretário-geral da organização, mas o plano da UE deverá ser coordenado com a Aliança, de forma que esta tenha a autoridade de indicar aos 27 países do bloco o que é conveniente em cada caso.
Os ministros da Defesa da Aliança Atlântica também se encontrarão com seu homólogo ucraniano Denis Shmigal, durante um almoço de trabalho e uma reunião do Grupo de Contato sobre a Ucrânia.
O ministro provavelmente defenderá os méritos do programa Purl, uma iniciativa de Washington que permite a Kiev comprar armas americanas com dinheiro europeu.
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que os aliados europeus devem aumentar suas compras no âmbito deste programa.
Até o momento, vários países assumiram compromissos de quase 2 bilhões de dólares (10,9 bilhões de reais) com o programa, mas Washington e Kiev querem que países como Reino Unido, França, Espanha e Itália gastem mais.
O presidente americano, Donald Trump, se reunirá na sexta-feira com seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, já afirmou que está examinando a possibilidade de autorizar o envio de mísseis Tomahawk para Kiev.
O Kremlin advertiu Washington contra a medida, mas Trump se aproximou da Ucrânia nas últimas semanas, impaciente com os poucos avanços obtidos com o presidente russo Vladimir Putin para negociar um cessar-fogo.
Com os mísseis Tomahawk, Kiev poderia atacar mais profundamente no território russo e aumentar a pressão sobre o Kremlin para conter o conflito.
E.Raimundo--PC