-
Anthropic lança novo modelo e aumenta rivalidade com OpenAI
-
Trump lança site com seu nome para compra de remédios mais baratos nos EUA
-
Gângster australiano ganha liberdade após escândalo envolvendo advogada informante da polícia
-
França diz que luta contra o Estado Islâmico é 'prioridade absoluta'
-
Venezuela avança em anistia histórica após quase três décadas de chavismo
-
Presidente de Cuba oferece diálogo aos EUA; Washington afirma que conversas já começaram
-
Teerã e Washington se preparam para negociar em Omã após repressão violenta no Irã
-
Strasbourg elimina Monaco (3-1) e vai às quartas de final da Copa da França
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Atalanta bate Juventus (3-0) e avança à semifinal da Copa da Itália
-
Atlético de Madrid goleia Betis (5-0) e vai à semifinal da Copa do Rei
-
Wada investigará suposto método usado por saltadores de esqui para obter vantagem com aumento peniano
-
Venezuela avança em anistia histórica de quase três décadas de chavismo
-
Anistia na Venezuela para 'terrorismo', 'traição' e inabilitados: destaques do projeto de lei
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com EUA
-
Astros do Super Bowl entram na disputa por vaga na estreia do flag football nos Jogos Olímpicos
-
Trump pede tratado nuclear novo e 'modernizado' entre EUA e Rússia
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Chama olímpica chega a Milão a um dia da abertura dos Jogos de Inverno
-
Treinar o próprio filho: a mais nova excentricidade de 'Loco' Abreu no futebol mexicano
-
Cineasta teme que interesses do povo iraniano sejam sacrificados nas conversas com EUA
-
Prefeito de Nova York nomeia liberal à frente de escritório contra antissemitismo
-
Presidente eleito do Chile cita inspiração em políticas da Itália e Hungria
-
Rodrygo é suspenso por 2 jogos a vai desfalcar Real Madrid na Champions
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Panamá diz que não 'vai se deixar ameaçar' em meio à tensão com a China
-
João Fonseca espera superar decepção do Aberto da Austrália no ATP de Buenos Aires e no Rio Open
-
Separatista catalão Puigdemont tem vitória simbólica na justiça europeia
-
Vasco chega a acordo com Nottingham Forest para repatriar Cuiabano
-
Libertados 89 cristãos sequestrados após ataque a igrejas na Nigéria
-
Andrea Gaudenzi é reeleito para terceiro mandato como presidente da ATP
-
Clubes gastaram quase R$ 10 bilhões na janela de transferências de janeiro
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Para Trump, líderes latino-americanos são 'astutos' por mandar 'gente ruim' aos EUA
-
Trump ataca sistema eleitoral antes das eleições legislativas de meio de mandato
-
Favorito às presidenciais da Colômbia sofre revés nas primárias
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Venezuela avança com anistia sem perdão a violações de direitos humanos
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Starmer descarta renunciar apesar da pressão por caso Mandelson
-
Energia retorna ao leste de Cuba após apagão
-
Ucrânia e Rússia realizam nova troca de prisioneiros
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Cotação do bitcoin registra menor nível desde a reeleição de Trump
-
Manifestantes do Greenpeace protestam contra patrocinador olímpico
-
Brasil, à conquista de Hollywood
-
Aonishiki, lutador de sumô no Japão que fugiu da guerra na Ucrânia
-
Corte de internet vira instrumento de repressão cada vez mais frequente, diz executivo da Proton
Crise EUA-Venezuela avança lentamente
O atual agravamento da tensão entre Washington e Caracas se desenvolve em câmera lenta, com vazamentos de imagens de navios supostamente secretos, ou de trajetórias de aviões, ou a confirmação por parte do presidente Donald Trump de que a CIA voltou a intervir na região.
"É meio engraçado porque, claro, no passado, como durante a Guerra Fria, as intervenções da CIA na América Latina eram encobertas, certo?", afirma à AFP Michelle Paranzino, professora associada de Estratégia e Política no Colégio Naval Militar dos Estados Unidos e especialista em América Latina.
"Era para manter uma negação plausível do envolvimento dos Estados Unidos. Não está muito claro qual é o aspecto encoberto aqui se o presidente está reconhecendo isto abertamente", acrescentou.
A imprensa americana vazou diversos aspectos do envio de forças ou dos supostos contatos com o regime venezuelano, confirmados ou não por Trump.
As operações da CIA na Venezuela seriam motivadas por "duas razões", disse Trump a um jornalista: o presidente Nicolás Maduro seria um suposto líder do narcotráfico e a Venezuela teria libertado detentos para enviá-los aos Estados Unidos.
- Suposto navio "fantasma" -
Paralelamente, outros vazamentos pareceriam indicar que o governo americano não controla totalmente a narrativa.
Pessoas que acompanham a aviação postaram nas redes sociais itinerários de aeronaves militares americanas perto da costa venezuelana, utilizando simples rastreadores na internet como o Flightradar24.
O Pentágono informou em seguida que um bombardeiro B-52, com capacidade de transportar armas nucleares, havia sobrevoado a região no dia 15 de outubro, para garantir a capacidade "de responder a qualquer eventualidade ou desafio".
E a imprensa publicou fotografias borradas de um suposto "navio fantasma" com unidades especiais a bordo.
A embarcação seria o MV Ocean Trader, um navio com capacidade de "camuflagem" para ser considerado um navio mercante, segundo o site especializado Task&Purpose.
O governo dos Estados Unidos tem três opções, segundo Evan Cooper e Alessandro Perri, analistas do site especializado em segurança e estratégia Stimson.
"Continuar com os ataques contra navios no Caribe, executar ataques direcionados dentro da Venezuela ou uma invasão da Venezuela com o objetivo de mudar o regime", explicam.
As três opções "são ruins", segundo os dois analistas, com base no passado intervencionista dos Estados Unidos na região.
Mas Trump transformou o lema "ser respeitado" em um dos pilares de sua política externa.
O conceito ambíguo ajudou os Estados Unidos a atacar o Irã ao lado de Israel, para imediatamente depois declarar vitória e propor novas negociações.
"Acredito que seria racional ou razoável assumir que o objetivo é conseguir que Maduro renuncie sem precisar efetuar uma intervenção militar completa para removê-lo", explica Michelle Paranzino.
A deliberada lentidão do governo americano pode levar a momentos inesperados, como a confirmação na sexta-feira (17) de que o principal responsável por supervisionar ataques dos Estados Unidos contra supostas lanchas do narcotráfico no Caribe, o almirante Alvin Holsey, deixará o posto de chefe do Comando Sul para se aposentar.
Com mais de três décadas de experiência, Holsey estava no cargo há apenas um ano.
"O Departamento (de Guerra) agradece suas décadas de serviço", afirmou na sexta-feira o secretário Peter Hegseth.
A.F.Rosado--PC