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UE dá tímido primeiro passo para uso de ativos russos em favor da Ucrânia
Os dirigentes da União Europeia incumbiram nesta quinta-feira (23) à Comissão que avance em uma proposta para financiar a Ucrânia nos próximos dois anos, abrindo as portas para um empréstimo utilizando ativos russos congelados, afirmaram vários diplomatas à AFP.
Essa proposta foi redigida intencionalmente em termos muito gerais para levar em conta a reticência da Bélgica, após muitas horas de negociações e, segundo essas fontes, estará na agenda da próxima cúpula europeia que acontecerá em dezembro.
O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, louvou os "bons resultados" da cúpula em Bruxelas.
"Obtivemos apoio político sobre os ativos russos congelados", afirmou Zelensky em publicação na rede X, embora o acordado pelos líderes europeus seja em termos mais gerais.
O líder ucraniano havia instado nesta quinta-feira os dirigentes da União Europeia a aprovarem um plano para utilizar os ativos russos congelados para conceder um enorme empréstimo ao seu país.
Seu objetivo é que os dirigentes europeus cheguem a um acordo para conceder um empréstimo de 140 bilhões de euros (R$ 875 bilhões, na cotação atual) para a Ucrânia utilizando os ativos do Banco Central da Rússia imobilizados na jurisdição da União Europeia.
Zelensky exaltou nesta quinta-feira a decisão dos Estados Unidos e da União Europeia de imporem sanções ao setor petrolífero da Rússia e afirmou que é uma mensagem "forte" para pressionar o presidente russo, Vladimir Putin, para que ponha fim à guerra.
Essa é a medida mais direta imposta pelo presidente americano, Donald Trump, desde seu retorno à Casa Branca, anunciada depois do fracasso dos planos para realizar uma nova cúpula com Putin na Hungria.
Zelensky havia assinalado às margens da cúpula que esperava "uma decisão política" que fosse positiva para ajudar seu país e que funcionasse como "empréstimo de reparação".
"A Rússia trouxe a guerra ao nosso país e tem que pagar por essa guerra", afirmou o ucraniano.
Em sua chegada à cúpula, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, declarou-se otimista e afirmou que esperava "uma decisão política que garanta as necessidades financeiras da Ucrânia para 2026 e 2027".
Para o bloco dos 27, deve-se superar a reticência da Bélgica, onde está a maioria dos ativos russos congelados.
O primeiro-ministro belga, Bart De Wever, ameaçou bloquear o processo se os riscos não forem compartilhados.
"As consequências não podem recair apenas na Bélgica", se a Rússia for aos tribunais.
- Putin descarta impacto significativo das sanções -
As sanções dos Estados Unidos incluem o congelamento de todos os ativos das petroleiras russas Rosneft e Lukoil nos Estados Unidos, assim como a proibição de todas as empresas de fazer negócios com essas duas gigantes petroleiras russas.
As penalidades fizeram os preços do petróleo dispararem mais de 5% nesta quinta-feira, alimentando temores de tensões no fornecimento de hidrocarbonetos.
Os esforços de Trump para pôr fim ao conflito não deram resultados e a Rússia continua bombardeando a Ucrânia. Pelo menos três pessoas morreram nesta quinta-feira em ataques russos na Ucrânia, dois deles jornalistas, disseram as autoridades e o meio local Freedom TV.
Putin descartou que as sanções anunciadas tenham um impacto significativo na economia russa.
"Vão ter consequências, mas não um impacto significativo em nosso bem-estar econômico", afirmou o mandatário.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Maria Zakharova, declarou que a imposição de sanções é um passo "contraproducente", mas afirmou que seu país "desenvolveu uma forte imunidade contra as restrições ocidentais.
A China declarou que "se opõe" às sanções americanas.
- Frota fantasma -
Além disso, Putin afirmou que vai continuar com o "diálogo", mesmo com Trump anunciando um adiamento da reunião prevista entre ambos na Hungria para encerrar o conflito.
No entanto, o líder russo ameaçou com uma resposta contundente, caso o território russo seja atacado com mísseis americanos Tomahawk, um tipo de armamento que a Ucrânia pede a Washington.
"Se esse tipo de arma for utilizada para atacar território russo, nossa resposta será contundente, para não dizer surpreendente", alertou Putin.
O pacote de sanções da União Europeia inclui a proibição total da importação de gás natural da Rússia até 2026 e medidas adicionais contra a denominada frota fantasma de petroleiros que supostamente Moscou utiliza para driblar as sanções dos países ocidentais.
O comércio de petróleo atribuído a essa frota fantasma representa "mais de 30 bilhões de euros" (cerca de 188 bilhões de reais) para o orçamento e as finanças da Rússia, "entre 30% e 40% de seu esforço de guerra" contra a Ucrânia, denunciou o presidente francês, Emmanuel Macron.
V.F.Barreira--PC