-
Teerã e Washington se preparam para negociar em Omã após repressão violenta no Irã
-
Strasbourg elimina Monaco (3-1) e vai às quartas de final da Copa da França
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com os EUA
-
Atalanta bate Juventus (3-0) e avança à semifinal da Copa da Itália
-
Atlético de Madrid goleia Betis (5-0) e vai à semifinal da Copa do Rei
-
Wada investigará suposto método usado por saltadores de esqui para obter vantagem com aumento peniano
-
Venezuela avança em anistia histórica de quase três décadas de chavismo
-
Anistia na Venezuela para 'terrorismo', 'traição' e inabilitados: destaques do projeto de lei
-
Argentina assina acordo de comércio e investimento com EUA
-
Astros do Super Bowl entram na disputa por vaga na estreia do flag football nos Jogos Olímpicos
-
Trump pede tratado nuclear novo e 'modernizado' entre EUA e Rússia
-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Chama olímpica chega a Milão a um dia da abertura dos Jogos de Inverno
-
Treinar o próprio filho: a mais nova excentricidade de 'Loco' Abreu no futebol mexicano
-
Cineasta teme que interesses do povo iraniano sejam sacrificados nas conversas com EUA
-
Prefeito de Nova York nomeia liberal à frente de escritório contra antissemitismo
-
Presidente eleito do Chile cita inspiração em políticas da Itália e Hungria
-
Rodrygo é suspenso por 2 jogos a vai desfalcar Real Madrid na Champions
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Panamá diz que não 'vai se deixar ameaçar' em meio à tensão com a China
-
João Fonseca espera superar decepção do Aberto da Austrália no ATP de Buenos Aires e no Rio Open
-
Separatista catalão Puigdemont tem vitória simbólica na justiça europeia
-
Vasco chega a acordo com Nottingham Forest para repatriar Cuiabano
-
Libertados 89 cristãos sequestrados após ataque a igrejas na Nigéria
-
Andrea Gaudenzi é reeleito para terceiro mandato como presidente da ATP
-
Clubes gastaram quase R$ 10 bilhões na janela de transferências de janeiro
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Para Trump, líderes latino-americanos são 'astutos' por mandar 'gente ruim' aos EUA
-
Trump ataca sistema eleitoral antes das eleições legislativas de meio de mandato
-
Favorito às presidenciais da Colômbia sofre revés nas primárias
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Venezuela avança com anistia sem perdão a violações de direitos humanos
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Starmer descarta renunciar apesar da pressão por caso Mandelson
-
Energia retorna ao leste de Cuba após apagão
-
Ucrânia e Rússia realizam nova troca de prisioneiros
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Cotação do bitcoin registra menor nível desde a reeleição de Trump
-
Manifestantes do Greenpeace protestam contra patrocinador olímpico
-
Brasil, à conquista de Hollywood
-
Aonishiki, lutador de sumô no Japão que fugiu da guerra na Ucrânia
-
Corte de internet vira instrumento de repressão cada vez mais frequente, diz executivo da Proton
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Apresentadora americana pede prova de vida aos sequestradores da mãe
-
Ucrânia, Rússia e EUA prosseguem com negociações de paz nos Emirados Árabes Unidos
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Coroa da imperatriz Eugénie, danificada em roubo no Louvre, será restaurada
Rússia anuncia teste bem-sucedido de míssil de cruzeiro com propulsão nuclear
O presidente russo, Vladimir Putin, anunciou neste domingo (26) o sucesso do teste final de um novo míssil de cruzeiro movido a energia nuclear, o Burevestnik, e elogiou essa arma “única”, com alcance de até 14.000 quilômetros.
“As provas decisivas foram concluídas”, declarou Putin em um vídeo divulgado pelo Kremlin durante uma reunião com altos comandantes militares.
O líder russo, que mantém uma ofensiva na vizinha Ucrânia, ordenou o início dos preparativos de “infraestruturas para colocar esse armamento em serviço nas Forças Armadas” russas.
Putin descreveu o míssil como uma “criação única que ninguém mais no mundo possui” e afirmou que o Burevestnik tem “alcance ilimitado”.
Durante o último teste, realizado em 21 de outubro, o míssil permaneceu no ar “por cerca de 15 horas” e percorreu 14.000 km, segundo o chefe do Estado-Maior russo, Valeri Gerasimov, que acrescentou que essa distância “não é um limite” para essa arma.
“As características técnicas do Burevestnik permitem seu uso com precisão garantida contra alvos altamente protegidos, a qualquer distância”, afirmou.
Putin havia anunciado em 2018 que o Exército russo estava desenvolvendo esses mísseis, que, segundo ele, podem escapar praticamente de todos os sistemas de interceptação existentes.
Sete anos depois, o anúncio dos testes finais do Burevestnik ocorre enquanto o Exército russo continua avançando lentamente em certos setores da Ucrânia, apesar de sofrer grandes perdas, diante de forças ucranianas menos numerosas.
— Racionalidade militar -
As negociações de paz entre Moscou e Kiev continuam estagnadas, apesar dos esforços de mediação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que havia prometido encerrar rapidamente o conflito na Ucrânia após seu retorno à Casa Branca em janeiro.
Trump adiou na terça-feira, por tempo indeterminado, um encontro recém-anunciado com Putin em Budapeste, afirmando não querer realizar conversas “para nada”. No dia seguinte, os Estados Unidos impuseram novas sanções sobre os hidrocarbonetos russos.
No sábado, ele reiterou que não “perderia seu tempo” marcando uma nova reunião com Putin sem que houvesse um acordo à vista para pôr fim ao conflito na Ucrânia.
Um enviado do Kremlin para assuntos econômicos, Kirill Dmitriev, no entanto, reuniu-se na sexta e no sábado com autoridades do governo Trump, informou à AFP uma fonte russa próxima das conversas. As negociações deveriam continuar no domingo.
Por sua vez, o presidente russo afirmou neste domingo que não pretende fixar um calendário para o fim dos combates.
“Não vamos harmonizar nada com datas ou acontecimentos (...), vamos nos basear em uma racionalidade militar”, declarou durante seu encontro com comandantes militares.
Em campo, um ataque russo com drones contra Kiev deixou três mortos e cerca de 30 feridos durante a noite, entre eles seis crianças, segundo o prefeito da capital ucraniana, Vitali Klitschko.
Na Rússia, um ataque ucraniano com drones deixou um morto e um ferido na região de Belgorod, na fronteira com a Ucrânia, segundo o governador regional, Viacheslav Gladkov.
P.Queiroz--PC