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Presidente ucraniano sanciona ex-sócio por escândalo de corrupção
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, determinou, nesta quinta-feira (13), a aplicação de sanções a um colaborador próximo e ex-sócio envolvido em um escândalo de corrupção que abalou o país em meio à guerra com a Rússia.
A medida foi tomada um dia após Zelensky ter forçado a renúncia de seus ministros da Energia e da Justiça, implicados em um esquema de lavagem de dinheiro no setor energético.
Em meio ao escândalo, o mandatário anunciou, nesta quinta-feira, que visitou soldados que lutam na região sul de Zaporizhzhia, onde os militares russos reivindicaram avanços recentes.
A rede elétrica ucraniana foi severamente danificada por ataques russos, que causaram apagões antes do inverno.
A medida presidencial impõe sanções econômicas "pessoais especiais" a Timur Mindich, empresário de 46 anos, incluindo o congelamento de seus bens. Investigadores identificaram Mindich como o mentor do esquema no qual US$ 100 milhões (R$528 milhões) em fundos do setor energético foram desviados.
Mindich é coproprietário da produtora Kvartal 95, fundada por Zelensky quando o atual presidente era um famoso comediante. O empresário, que deixou a Ucrânia antes do escândalo vir à tona, também é suspeito de ter influenciado decisões do alto escalão do governo, incluindo o ex-ministro da Defesa Rustem Umerov, atual secretário do Conselho de Segurança Nacional.
A ministra da Energia da Ucrânia, Svitlana Grinchuk, e o ministro da Justiça, German Galushchenko, renunciaram na quarta-feira a pedido de Zelensky, após a revelação do escândalo de corrupção.
Galushchenko, ex-ministro da Energia, também é acusado de receber "benefícios pessoais" em troca de conceder a Mindich o controle dos fluxos financeiros do setor energético.
Grichuk não está diretamente implicada nas acusações de corrupção, mas a imprensa ucraniana a considera uma confidente próxima do ministro.
A acusação do empresário, que a imprensa ucraniana afirma ser um amigo próximo de Zelensky, pode ser prejudicial ao chefe de Estado em tempos de guerra e para o país que aspira integrar a União Europeia.
Um diplomata europeu de Kiev, que conversou com a AFP sob condição de anonimato, declarou que o governo deve ser "limpo de elementos corruptos" e acrescentou que este escândalo mostra que as agências anticorrupção estão funcionando.
A Alemanha, um dos principais doadores do bloco europeu, disse esperar que a Ucrânia faça mais para combater a corrupção.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban, um dos principais críticos de Kiev no grupo, afirmou que o escândalo revelou "uma máfia relacionada à guerra com vínculos com o presidente".
L.Henrique--PC