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Ataques russos matam 19 na Ucrânia; Zelensky tenta reativar processo de paz
A Rússia bombardeou várias cidades da Ucrânia com mísseis e drones durante a noite, uma ofensiva que matou pelo menos 19 pessoas, ao mesmo tempo que o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, tenta "revitalizar" o processo de paz com uma visita nesta quarta-feira (19) à Turquia.
Zelensky desembarcou em Ancara durante a manhã com o objetivo de reativar a participação dos Estados Unidos nos esforços diplomáticos para acabar com a invasão russa, iniciada em 2022.
Contudo, a onda de ataques noturnos de Moscou foi a mais recente de uma campanha cada vez mais intensa direcionada contra a infraestrutura energética da Ucrânia. Os bombardeios, que atingiram diversos alvos civis, preocupam à medida que o inverno (hemisfério norte) boreal se aproxima.
Os ataques atingiram dois blocos de apartamentos de vários andares na cidade de Ternopil, região oeste do país, informou o ministro das Relações Exteriores, Andrii Sibiga, nas redes sociais.
As fotos publicadas pelas autoridades mostram edifícios destruídos, com enormes focos de incêndio.
As ruas da cidade, que ficou parcialmente envolta em uma fumaça cinza espessa, foram tomadas por escombros. Os primeiros relatos de explosões aconteceram por volta das 7h00 (2h00 de Brasília).
"Dezenove pessoas morreram em consequência de um ataque coordenado russo em larga escala contra a cidade. Outras 66 pessoas ficaram feridas, incluindo 16 crianças", informou o Ministério do Interior nas redes sociais.
Os serviços de emergência anunciaram que os socorristas "prosseguiam retirando as pessoas dos apartamentos bloqueados" e que algumas estavam "presas sob os escombros", o que significa que o número de vítimas pode aumentar.
A Rússia lançou pelo menos 476 drones e 48 mísseis, segundo a Força Aérea ucraniana, que destruiu 442 aparelhos e 41 projéteis.
As autoridades de Ternopil relataram que, devido aos incêndios, o nível de cloro no ar foi multiplicado por seis. Os moradores foram orientados a permanecer em casa, com as janelas fechadas.
- "Sanções e ajuda" -
Os ataques noturnos também deixaram pelo menos 46 feridos na região de Kharkiv (nordeste do país). Além disso, a Rússia atacou outras áreas do oeste ucraniano.
Antes de suas reuniões na Turquia, Zelensky pediu aos aliados ocidentais da Ucrânia que façam mais para que a Rússia encerre a guerra.
"Cada ataque descarado contra a população demonstra que a pressão sobre a Rússia é insuficiente", afirmou.
Na terça-feira, ele declarou que a viagem a Ancara teria a meta de "reativar" as negociações de paz estagnadas.
Um funcionário de alto escalão do governo ucraniano disse à AFP que "o objetivo principal é que os americanos sejam reincorporados" aos esforços de paz.
Kiev espera que Washington consiga pressionar Moscou a voltar à mesa de negociações, inclusive com a imposição de sanções, segundo a fonte.
Mas nesta quarta-feira havia incerteza sobre a presença na Turquia do principal emissário do presidente Donald Trump, Steve Witkoff, em meio a relatos da imprensa de que ele cancelou a viagem.
O gabinete de Zelensky disse estar em "comunicação constante com representantes da administração do presidente (Trump), incluindo o enviado especial", mas não informou se há uma reunião prevista com ele na Turquia. Witkoff também não confirmou a viagem.
Zelensky se reunirá com seu homólogo turco, Recep Tayyip Erdogan, em Ancara durante a tarde para discutir "as melhores formas de garantir que a Ucrânia alcance uma paz justa".
A Turquia abrigou três rodadas de negociações entre Rússia e Ucrânia este ano, que resultaram apenas na troca de prisioneiros e na repatriação dos corpos de soldados mortos.
O Kremlin afirmou que nenhum representante russo estará presente nas conversações de Ancara, mas que continua aberto ao diálogo para solucionar a guerra na Ucrânia.
Moscou também se recusou a comentar uma informação publicada pelo portal americano Axios, segundo a qual o Kremlin trabalha em um plano de paz secreto com Washington para encerrar o conflito, que já dura quase quatro anos.
Ao retornar à Casa Branca em janeiro, Trump tentou aproveitar a boa relação pessoal com o homólogo russo, Vladimir Putin, para finalizar o conflito, mas até o momento não conseguiu nenhum avanço.
As tropas russas avançam lentamente na linha de frente. Putin exige que Kiev ceda mais território e renuncie ao apoio militar ocidental se quiser que Moscou interrompa a invasão.
X.Brito--PC