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Trump e Zelensky se reunirão na Flórida para discutir plano de cessar-fogo com Rússia
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, tem uma reunião marcada neste domingo (28) com seu par dos Estados Unidos, Donald Trump, na Flórida, para dialogar sobre um cessar-fogo com a Rússia.
Trump está intensificando seus esforços, que já duram meses, para negociar um acordo entre as partes no pior conflito na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
Dezenas de milhares de pessoas morreram, milhões foram obrigadas a fugir de casa e grande parte do leste e do sul da Ucrânia ficaram destruídas desde que a Rússia invadiu o país, em fevereiro de 2022.
O plano mais recente é uma proposta de 20 pontos que congelaria a linha de frente, mas abriria a porta para a Ucrânia retirar suas tropas do leste, onde poderão ser criadas zonas-tampão desmilitarizadas, explicou Zelensky, ao revelar detalhes do documento no começo desta semana.
Esta é a declaração mais clara do líder ucraniano sobre a possibilidade de concessões territoriais, parte de um plano mais aceitável para Kiev que a proposta inicial de 28 pontos apresentada pelos Estados Unidos no mês passado, que se ajustava a muitas das principais exigências da Rússia.
Nesta sexta, Moscou criticou essa versão do plano e acusou Kiev de querer "torpedear" as negociações.
O gabinete de Zelensky indicou que uma reunião com Trump está prevista neste domingo na Flórida, onde líder americano possui residência.
"Ele [Zelensky] não tem nada até que eu aprove", disse Trump ao portal americano Politico sobre as negociações.
"Vamos ver com o que ele chega", afirmou, acrescentando: "Acho que vai correr bem com ele. Acho que vai correr bem com [o presidente russo Vladimir] Putin."
- 'Radicalmente diferente' -
Parte do plano inclui uma série de acordos bilaterais em separado entre os Estados Unidos e a Ucrânia sobre garantias de segurança, reconstrução e economia.
"Discutiremos estes documentos, as garantias de segurança", afirmou Zelensky sobre o próximo encontro na Flórida.
"Quanto aos temas sensíveis, discutiremos o Donbass e a usina nuclear de Zaporizhzhia, e sem dúvida vamos abordar outros assuntos", acrescentou.
O novo texto é "radicalmente diferente" do que Moscou havia negociado com os Estados Unidos, declarou, nesta sexta, o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov.
"Sem uma resolução adequada dos problemas que estão na origem desta crise, será simplesmente impossível chegar a um acordo definitivo", afirmou Ryabkov. Também acusou Kiev de redobrar "seus esforços para torpedear" as negociações.
Zelensky disse esta semana que ainda há desavenças entre Kiev e Washington sobre o Donbass e a usina nuclear de Zaporizhzhia.
O governo americano também propôs um controle conjunto americano-ucraniano-russo da central de Zaporizhzhia, a maior usina nuclear da Europa, que a Rússia tomou durante a invasão.
Zelensky afirmou que só poderia ceder território com a aprovação do povo ucraniano mediante referendo e rejeitou a participação russa na gestão da usina nuclear.
- Espera por resposta -
A Ucrânia parece ter obtido algumas concessões no último plano que, segundo Zelensky, eliminou o requisito de Kiev renunciar legalmente à sua aspiração de entrar na Otan, bem como cláusulas anteriores que reconheciam como russos os territórios ocupados por Moscou desde 2014.
Nesta sexta-feira, o Kremlin disse que o assessor de política externa Yuri Ushakov conversou por telefone com funcionários americanos para falar sobre as negociações, embora não tenha dado mais detalhes, nem informado sua posição sobre a nova proposta.
Até agora, Moscou demonstrou pouca disposição em abandonar suas rígidas exigências, dentre elas que a Ucrânia se retire completamente do Donbass e ponha fim aos esforços para aderir à Otan.
A Rússia também exige a proibição da mobilização de tropas de paz ocidentais na Ucrânia e severas restrições políticas e militares que Kiev considera equivalentes a uma capitulação.
Zelensky assinalou que os negociadores ucranianos não mantêm contato direto com Moscou, e que os Estados Unidos atuam como intermediários e esperam uma resposta russa à última proposta.
"Acredito que conheceremos sua resposta oficial nos próximos dias", afirmou Zelensky. No entanto, expressou ceticismo sobre se Moscou realmente deseja deter a invasão. "A Rússia sempre está procurando razões para não chegar a um acordo", concluiu.
H.Portela--PC