-
João Fonseca perde para atual campeão Ben Shelton, que vai às quartas do Masters 1000 de Montreal
-
Irlanda acusa suposto chefe de cartel extraditado pelos Emirados
-
Espanhóis Daniel Mérida e Rafael Jódar avançam às quartas do Masters 1000 de Montreal
-
Don Nelson, lenda da NBA como jogador e treinador, morre aos 86 anos
-
Rybakina vence batalha contra Samsonova e avança às quartas de final em Toronto
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e volta a se distanciar de Trump
-
Como contrata zagueiro Trevoh Chalobah, do Chelsea e da seleção inglesa
-
Líder supremo e presidente do Irã têm encontro raro
-
Bruno Guimarães se apresenta à torcida do Arsenal
-
Irã exige que EUA aceite condições para reabrir Estreito de Ormuz
-
Mónaco de Filipe Luis vence Liverpool (3-2) de virada em amistoso em Anfield
-
Lucas Digne deixa Aston Villa e volta ao PSG
-
Irã afirma que Ormuz seguirá bloqueado até que EUA aceite 'todas' as suas condições
-
Jannik Sinner está fora do Masters 1000 de Cincinnati por lesão no joelho
-
Pelo menos cinco mortos na Ucrânia e na Rússia após ataques recíprocos
-
Netanyahu rejeita plano para Gaza e se distancia novamente de Trump
-
Lionel Messi se despede de seu pai e recebe mensagens de carinho em Rosário
-
Ataques houthis deixam 11 mortos no Iêmen e atingem refinaria saudita
-
Papa pede abertura de corredores humanitários no Sudão
-
Houthis reivindicam ataques contra refinaria saudita e porto no Iêmen
-
Israel 'rejeita' plano dos EUA para Gaza apoiado pelo Hamas
-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
Trump garante que Zelensky e Putin falam 'sério' sobre plano de paz
O presidente americano, Donald Trump, considerou, neste domingo (28), que os líderes da Ucrânia e da Rússia estão comprometidos com a paz no que descreveu como as "etapas finais" dos esforços de Washington pôr fim à guerra iniciada em 2022.
Trump, que tinha prometido acabar com o conflito entre a Ucrânia e a Rússia no primeiro dia de seu mandato, em janeiro, afirmou que não tem um prazo, mas que busca acelerar o processo, ao receber na Flórida o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
Assim como quando Zelensky se reuniu pela última vez com Trump, em outubro, o presidente russo, Vladimir Putin, conversou por telefone um pouco antes com o presidente americano. Imediatamente, Trump expressou novas esperanças de trabalhar com Moscou, que tem buscando evitar uma pressão maior dos aliados da Ucrânia em Washington e na Europa.
O renovado tom otimista de Trump contrasta com o ceticismo da Europa sobre as intenções de Putin, depois que Moscou lançou outro bombardeio maciço contra Kiev no sábado, enquanto Zelensky viajava para a Flórida.
Quando perguntado se Putin estava comprometido com a paz apesar dos ataques, Trump disse que ele fala "muito a sério" a respeito.
Antes de começarem as conversações na residência de Trump em Mar-a-Lago, o presidente americano publicou nas redes sociais que a conversa com Putin foi "muito produtiva".
Em declarações a jornalistas ao lado de Zelensky, que estava um degrau abaixo dele na entrada da residência, Trump afirmou que um acordo incipiente também seria bom para a Ucrânia.
"Haverá garantias de segurança. Serão fortes", disse Trump. "E os países europeus estarão muito envolvidos", acrescentou.
Os assessores de Trump inicialmente avaliavam a ideia de oferecer à Ucrânia garantias de segurança similares às da Otan, o que significaria teoricamente que os membros da Aliança Atlântica responderiam militarmente se a Rússia voltasse a atacar.
- Moscou exige concessões -
O Kremlin fez uma leitura mais contundente da conversa entre Trump e Putin. Segundo o governo russo, o presidente americano concordou que um simples cessar-fogo "só prolongaria o conflito", enquanto Moscou exigia que a Ucrânia fizesse concessões territoriais.
Zelensky buscou mostrar sua disposição de trabalhar dentro dos planos do presidente americano, mas Putin não deu nenhum indício de que vá aceitá-los.
Em sua reunião de outubro, Trump recusou o pedido de Zelensky de mísseis Tomahawk de longo alcance, ao mesmo tempo em que ressaltou que Putin estava mostrando sinais positivos.
Espera-se que as conversas entre Trump e Zelensky durem uma hora, após as quais os dois preveem conversar por telefone conjuntamente com líderes dos principais aliados europeus.
Trump e Putin também têm prevista outra conversa por telefone mais tarde neste domingo.
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, que participará do telefonema, escreveu no X que os ataques russos contra Kiev foram "contrários às expectativas do presidente Trump e apesar da disposição de fazer concessões" por parte de Zelensky.
O ataque com drones e mísseis contra Kiev, na madrugada de sexta para sábado, deixou temporariamente sem eletricidade e calefação centenas de milhares de pessoas em meio a temperaturas congelantes.
- Zelensky mostra abertura -
O plano de paz revisado, resultante de semanas de intensas negociações entre os Estados Unidos e a Ucrânia, deteria a guerra ao longo das linhas de frente atuais e poderia exigir que a Ucrânia retire tropas do leste, permitindo a criação de zonas desmilitarizadas de amortecimento.
O texto inclui o reconhecimento mais explícito até agora por parte de Kiev sobre possíveis concessões territoriais. Mas não contempla que a Ucrânia se retire de 20% da região oriental de Donetsk que ainda controla, que é a principal exigência da Rússia.
Zelensky foi cuidadoso em manter um tom positivo durante a reunião com Trump. "É muito importante que nossas equipes falem de estratégia", disse.
Em seguida, os dois líderes entraram na sala de jantar da residência do presidente americano, cercados de seus principais assessores, enquanto Trump pedia à imprensa que se retirasse e anunciava que iriam almoçar.
A Rússia acusou a Ucrânia e seus aliados europeus de tentarem "torpedear" um plano anterior, mediado pelos Estados Unidos, para deter os combates.
Os avanços recentes da Rússia no campo de batalha, como a tomada de outras duas cidades no leste da Ucrânia, anunciada no sábado, são vistas como um fortalecimento da posição de Moscou nas negociações de paz.
"Se as autoridades de Kiev não querem resolver este assunto pacificamente, solucionaremos todos os problemas que temos pela via militar", advertiu Putin no sábado.
V.Dantas--PC