-
Harvey Weinstein diz que prisão é um 'inferno'
-
Brasil pede explicações ao TikTok por videos que incitam violência contra as mulheres
-
Comissão de especialistas acusa governo de Bukele de 'crimes contra a humanidade'
-
Cercado de dúvidas, PSG recebe Chelsea nas oitavas da Liga dos Campeões
-
EUA faz novas ameaças ao Irã, que busca paralisar comércio de petróleo
-
Barcelona arranca empate com Newcastle (1-1) na ida das oitavas da Champions
-
Atlético de Madrid vence Tottenham (5-2) e fica mais perto das quartas da Champions
-
Bayern goleia Atalanta (6-1) e coloca um pé nas quartas da Champions
-
Sonhando com 'quádrupla coroa' e temendo cansaço, Arsenal encara Leverkusen na Champions
-
Petróleo despenca e impulsiona alta das bolsas em Europa e Ásia
-
Musk duplica sua fortuna e se mantém como o mais rico do mundo, segundo Forbes
-
Explosões sacodem Teerã após promessa dos EUA de intensificar ataques
-
'Quero merecer estar na próxima fase', diz Guardiola antes de enfrentar Real Madrid
-
Petróleo despenca e impulsiona alta das bolsas
-
Sabalenka atropela Osaka e avança às quartas de final em Indian Wells
-
Ucrânia ataca fábrica militar russa 'chave'
-
Galatasaray vence Liverpool (1-0) e abre vantagem nas oitavas da Champions
-
Irã promete bloquear exportação de petróleo e EUA ameaça intensificar ataques
-
Barcelona consegue licença para reabrir novos setores do Camp Nou
-
Luka Doncic é multado em US$ 50 mil por gesto 'pouco profissional'
-
Com quase 900 gols, Messi "é muito mais do que estatísticas", diz Mascherano
-
Presidente da federação do Irã coloca em dúvida participação do país na Copa do Mundo
-
São Paulo anuncia Roger Machado como novo técnico
-
Kyle Walker anuncia aposentadoria da seleção inglesa
-
Estrelas de 'Heated Rivalry' condenam comentários tóxicos de fãs na internet
-
Folclore e natureza no desfile da Louis Vuitton em Paris
-
Arbeloa confirma ausência de Mbappé contra o City, mas retorno será 'em breve'
-
Rodrygo passa por cirurgia bem-sucedida no joelho direito
-
Sony vai à justiça britânica por suposto abuso nos preços do PlayStation
-
Petróleo, Ucrânia, Irã: o que a Rússia pode ganhar e perder com a guerra no Oriente Médio
-
Petróleo cai e bolsas sobem após declarações de Trump sobre a guerra
-
Jovens cineastas que sonham com Oscar veem IA como um atalho
-
Irã desafia os Estados Unidos e ameaça Donald Trump
-
ONU: Rússia cometeu 'crimes contra a humanidade' ao deportar crianças ucranianas
-
Seleção do Irã deixa a Austrália sem as cinco jogadoras que pediram asilo
-
Itália paga € 30 milhões por quadro de Caravaggio
-
Vídeos com drone reabrem debate sobre turismo nas favelas do Rio
-
Ursinho Pooh, que adora mel, faz 100 anos
-
Startup de IA arrecada US$ 1 bilhão e busca 'mudança de paradigma'
-
Volkswagen cortará 50 mil empregos na Alemanha até 2030
-
Irã promete lutar pelo 'tempo necessário' e bloquear exportações de petróleo do Golfo
-
Dezenas de civis mortos no Haiti por ataques de drones usados contra gangues
-
Trump garante que guerra com o Irã 'terminará muito em breve'
-
Guerra no Oriente Médio: os números de vítimas em toda a região
-
James Rodríguez garante que fará sua estreia na MLS pelo Minnesota no domingo
-
West Ham vence Brentford nos pênaltis e vai às quartas da Copa da Inglaterra
-
Trump diz que fim da guerra com o Irã está próximo
-
Manchester City e Liverpool vão se enfrentar nas quartas da Copa da Inglaterra
-
Blazy oferece uma viagem no tempo através do icônico tailleur da Chanel
-
Petróleo modera sua alta e Wall Street se recupera graças a Trump
Kiev fica sem calefação após bombardeio russo e prefeito pede evacuação da cidade
Metade dos edifícios residenciais de Kiev ficou sem aquecimento nesta sexta-feira (9), após uma noite de intensos ataques russos que deixaram ao menos quatro mortos e durante os quais, pela segunda vez desde o início da guerra, Moscou lançou um míssil hipersônico Oreshnik.
O prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, pediu aos moradores que tenham condições que deixem a cidade temporariamente.
"Metade dos prédios de apartamentos de Kiev — quase 6 mil — está atualmente sem aquecimento devido a danos à infraestrutura crítica da capital causados por um ataque maciço do inimigo", afirmou Klitschko nas redes sociais.
Cerca de 40 locais foram atingidos pelos ataques russos, incluindo 20 edifícios residenciais e a embaixada do Catar na capital, informou o presidente Volodimir Zelensky. A promotoria ucraniana contabilizou quatro mortos e 24 feridos.
Técnicos ucranianos tentavam, nesta sexta-feira, com o termômetro oscilando entre -7 ºC e -12 ºC, reparar o sistema de aquecimento da capital, onde 417 mil residências ficaram sem fornecimento, segundo a operadora elétrica privada DTEK.
De acordo com as autoridades da capital, 1.200 estações de aquecimento foram habilitadas.
- 'Onde está a Europa, onde estão os Estados Unidos?' -
Moscou bombardeou Kiev poucas horas depois de rejeitar um plano europeu de envio de uma força multinacional à Ucrânia após um possível fim da guerra.
A Ucrânia e seus aliados concordaram nesta semana que a Europa enviará tropas ao território ucraniano após um eventual cessar-fogo.
Mas Moscou, que lançou sua invasão em fevereiro de 2022 em parte para impedir que a Ucrânia se juntasse à Otan, rejeitou reiteradamente a ideia de estacionar forças ocidentais no país e afirmou, na quinta-feira, que essas tropas seriam consideradas" alvos militares legítimos".
Enquanto a diplomacia tenta avançar, a Rússia continua pressionando com ataques diários contra a Ucrânia em meio às temperaturas gélidas do inverno.
Nina, de 70 anos, vive em um dos prédios atingidos e manifestou sua indignação nesta sexta-feira ao ver que a mídia fala de um possível acordo para pôr fim ao conflito enquanto a Rússia segue bombardeando. "Onde está a Europa, onde estão os Estados Unidos?", questionou, em declarações à AFP.
Moscou informou ter atacado "alvos estratégicos" na Ucrânia, utilizando, entre outros armamentos, seu míssil Oreshnik, um projétil hipersônico com capacidade nuclear que pode atingir cerca de 13 mil km/h.
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia, os ataques foram ordenados "em resposta" a uma tentativa da Ucrânia de bombardear uma residência do presidente russo, Vladimir Putin, no fim de dezembro — acusações que tanto a Ucrânia quanto seus aliados ocidentais classificaram como "mentira".
O Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU) divulgou imagens de destroços que apresentou como pertencentes ao míssil Oreshnik na região de Lviv. O órgão não especificou o alvo do míssil nem a extensão dos danos.
Moradores de Rudno, nos arredores de Leópolis, relataram à AFP que ouviram explosões durante a noite e alguns mencionaram cortes no fornecimento de gás.
"Sentimos muito medo e incerteza. Porque a temperatura está a 18 ou 20 graus abaixo de zero, e aqui não há gás. E as pessoas têm crianças pequenas, famílias… Como vão viver sem aquecimento?", disse Slava, uma mulher de 70 anos.
- 'Teste' para UE e Otan -
Por sua vez, Zelensky exigiu uma "reação clara" da comunidade internacional ao ataque, que "ocorreu justamente no momento em que uma importante onda de frio atingia o país".
"Um ataque desse tipo perto da fronteira da União Europeia e da Otan representa uma grave ameaça à segurança do continente europeu e um teste para a comunidade transatlântica", afirmou nas redes sociais o chanceler ucraniano, Andrii Sybiha, que também pediu "respostas contundentes".
A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, declarou nesta sexta-feira que o lançamento do míssil hipersônico é um sinal "claro" de "escalada" do conflito. Reino Unido, Alemanha e França classificaram o ataque como "inaceitável".
A Rússia já havia utilizado um projétil desse tipo, com ogiva convencional, contra a Ucrânia no fim de 2024.
Nesta sexta-feira, Kiev acusou Moscou de ter bombardeado com drones dois navios cargueiros que estavam no mar Negro, matando um marinheiro sírio. Nos últimos dias, a Ucrânia acusou a Rússia de ter realizado vários ataques semelhantes nessa região.
Do outro lado da fronteira, o governador da região russa de Belgorod, Viacheslav Gladkov, informou que mais de meio milhão de pessoas ficaram sem eletricidade ou aquecimento após um ataque ucraniano.
burs-pop-mda/blb/lpt/jvb/ahg/mvv/aa/am/rpr
L.Henrique--PC