-
EUA aumenta criação de postos de trabalho e desemprego recua a 4,3%
-
Da Argentina a Miami: febre do padel cruza fronteiras
-
Filipinos comparecem em massa à procissão de Sexta-feira Santa, apesar de alta do combustível
-
Paris suspende 31 monitores escolares por supostos abusos sexuais
-
Toyota bZ7: Luxo elétrico na China
-
Ucrania acusa Rússia de lançar quase 500 drones e mísseis
-
Chefe da junta militar de Mianmar permanece no poder, agora como presidente
-
Hegseth demite chefe do Estado-Maior do Exército
-
EUA: chefe do Estado-Maior do Exército renuncia após exigência de Hegseth
-
Coreia do Norte organizará funeral para soldados mortos na guerra da Ucrânia
-
Cuba, sob forte pressão dos EUA, anuncia indulto de 2.010 presos
-
Irã ataca Israel e Trump ameaça bombardear pontes e usinas elétricas
-
Empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho é presa no Paraguai
-
Comitê de urbanismo aprova salão de baile de Trump bloqueado pela Justiça
-
Secretário de Defesa dos EUA pede renúncia de chefe do Estado-Maior do Exército
-
Quatro astronautas seguem rumo à Lua pela primeira vez em 50 anos
-
Barcelona volta a golear Real Madrid (6-0) e vai à semifinal da Champions feminina
-
Nova missão de flotilha pró-palestinos partirá da Espanha neste mês
-
Atlético de Madrid e Barcelona se enfrentam no Campeonato Espanhol de olho na Champions
-
Faltando 7 rodadas, o Lens conseguirá superar o PSG na luta pelo título francês?
-
Rússia não fez nenhum avanço territorial na Ucrânia em março, algo inédito desde 2023
-
Mais de 40 países pedem a Irã 'reabertura imediata' de Ormuz
-
De Zerbi diz que continuará no Tottenham na próxima temporada 'aconteça o que acontecer'
-
'Pequeno Príncipe' comemora 80 anos com uma versão cheia de cor
-
Polícia divulga vídeo de câmera corporal da prisão de Tiger Woods
-
Real ou fabricado? A IA, mais um ator da guerra no Irã
-
Acusação pede prisão condicional à atriz Isabelle Adjani por fraude fiscal na França
-
Trump demite procuradora-geral Pam Bondi
-
Ingressos 'impagáveis': a frustração de uma família mexicana às vésperas da Copa do Mundo
-
Quatro astronautas seguem para a Lua pela primeira vez em 50 anos
-
Trump pede boicote a shows de Bruce Springsteen
-
Presidente da Uefa ameaça tirar Euro 2032 da Itália se estádios não forem modernizados
-
Presidente da Federação Italiana de Futebol renuncia após novo fiasco da seleção
-
Lojas de luxo em Dubai têm movimento impactado por guerra no Oriente Médio
-
Israel voltará a ocupar o sul do Líbano?
-
Papa Leão XIV celebra primeira Páscoa em meio à guerra no Oriente Médio
-
Irã promete ataques 'devastadores' contra EUA e Israel após ameaças de Trump
-
Trump debocha de Macron em almoço privado
-
Trump afirma que objetivos dos EUA contra o Irã estão 'quase cumpridos'
-
Republicanos anunciam acordo que deve encerrar caos em aeroportos dos EUA
-
Giráldez, técnico mais jovem de LaLiga, renova com Celta de Vigo
-
Homem é preso nos EUA por ameaçar Trump de morte
-
Bolívia e DEA retomam investigações conjuntas sobre narcotráfico após 18 anos
-
Irã descreve ataques dos EUA a infraestrutura elétrica como 'crime de guerra'
-
Bayern e Arsenal avançam às semifinais da Champions feminina
-
Astros do futebol apaixonados pelo xadrez impulsionam popularidade do jogo milenar
-
Últimos ingressos para Copa do Mundo de 2026 são colocados à venda
-
Mario Götze, herói alemão da Copa do Mundo de 2014, renova com Eintracht Frankfurt
-
Kast se reunirá com Milei na Argentina em 1ª viagem como presidente do Chile
-
Rapper Megan Thee Stallion passa mal durante show na Broadway
Negociações sobre a guerra na Ucrânia são adiadas para quarta-feira
A segunda rodada de negociações diretas entre Kiev, Moscou e Washington sobre um plano dos Estados Unidos para acabar com quase quatro anos de guerra na Ucrânia começará na próxima quarta-feira (4) em Abu Dhabi, anunciou neste domingo o presidente ucraniano Volodimir Zelensky.
O ciclo de reuniões estava inicialmente previsto para este domingo. O chefe de Estado ucraniano não explicou o motivo do atraso.
"As datas das próximas reuniões trilaterais foram estabelecidas: 4 e 5 de fevereiro em Abu Dhabi", informou Zelensky na rede social X.
Os governos da Rússia e dos Estados Unidos não confirmaram as novas datas até o momento.
Washington afirma que está perto de negociar um acordo para encerrar o conflito mais letal na Europa desde a Segunda Guerra Mundial.
O principal obstáculo é a divergência entre Rússia e Ucrânia sobre a questão crucial do território.
A Rússia, que ocupa quase 20% do território do país vizinho, pressiona para obter o controle total da região leste de Donetsk e ameaça assumir o controle da área à força em caso de fracasso das negociações.
A Ucrânia considera que ceder território incentivará Moscou e que não assinará um acordo que não consiga dissuadir a Rússia de invadir novamente o país.
Muitos ucranianos consideram inconcebível a ideia de ceder território que seus soldados defendem há vários anos.
Inicialmente, estava previsto um encontro neste domingo em Abu Dhabi, que já recebeu nos dias 23 e 24 de janeiro um primeiro ciclo de negociações com delegações da Ucrânia, Rússia e Estados Unidos.
Estas foram as primeiras negociações diretas conhecidas entre Kiev, Moscou e Washington para tentar acabar com a guerra.
Paralelamente, o emissário do Kremlin para assuntos econômicos, Kirill Dmitriev, teve uma reunião no sábado na Flórida com o enviado especial americano, Steve Witkoff, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, o genro do presidente Trump, Jared Kushner, e o conselheiro da Casa Branca Josh Gruenbaum.
"Nós nos sentimos encorajados por esta reunião, que demonstra que a Rússia está trabalhando pela paz na Ucrânia", afirmou Witkoff. Nenhuma parte, no entanto, revelou detalhes das conversas.
A Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022. O Kremlin descreveu a ação como uma "operação militar especial" para impedir a expansão da Otan. Na opinião de Kiev, a alegação é um pretexto para apropriar-se ilegalmente de seu território.
A guerra deixou cidades inteiras em ruínas e dezenas de milhares de soldados e civis mortos.
- Ucrânia agradece a Musk -
Ataques russos contra a Ucrânia na madrugada de domingo mataram pelo menos duas pessoas e deixaram sete feridas, informaram as autoridades regionais.
Um ataque atingiu com um drone uma maternidade na cidade de Zaporizhzhia (sul) e feriu duas mulheres que passavam por exames médicos, informaram o governador regional e as equipes de emergência.
Ao mesmo tempo, o ministro da Defesa ucraniano agradeceu a Elon Musk e sua empresa SpaceX pelas medidas adotadas para impedir que a Rússia utilize os sistemas de comunicação por satélite Starlink para fazer com que seus drones sobrevoem a Ucrânia.
"As primeiras medidas já estão dando resultados (...) Obrigado por estar conosco. É um verdadeiro campeão da liberdade e um verdadeiro amigo do povo ucraniano", escreveu no X o ministro Mykhailo Fedorov, em uma mensagem para Elon Musk.
Fedorov respondeu a uma mensagem do bilionário americano: "Parece que as medidas que adotamos para impedir o uso não autorizado do Starlink por parte da Rússia funcionaram. Nos avisem se precisarem de outras medidas", escreveu no X.
Segundo os serviços de inteligência ucranianos, os terminais Starlink obtidos pelo Exército russo procedem de circuitos paralelos, como importações através de países terceiros, e não de uma venda oficial por parte da empresa de Elon Musk.
B.Godinho--PC