-
Enviado de Trump quer que Itália substitua Irã na Copa do Mundo de 2026
-
Acionistas da Warner Bros. Discovery aprovam venda para a Paramount Skydance
-
Governo argentino impede entrada de jornalistas na Casa Rosada por suposta 'espionagem'
-
Sabalenka estreia com vitória no WTA 1000 de Madri
-
Trump ordena destruição de barcos do Irã que tentam instalar minas em Ormuz
-
Economia do Irã poderia resistir ao bloqueio dos EUA, segundo analistas
-
Sony apresenta robô capaz de derrotar jogadores de tênis de mesa de elite
-
UE aprova empréstimo de € 90 bilhões à Ucrânia e novas sanções contra a Rússia
-
Líbano acusa Israel de crime de guerra após a morte de jornalista
-
Maggie Gyllenhaal presidirá o júri do Festival de Cinema de Veneza
-
Leão XIV conclui viagem pela África com missa na Guiné Equatorial
-
Imagem de família equatoriana separada pelo ICE vence o World Press Photo
-
Irã e EUA mantêm disputa sobre o Estreito de Ormuz
-
Militão sofre lesão a menos de dois meses da Copa do Mundo
-
Juiz da Virginia bloqueia novo mapa electoral que poderia favorecer os democratas
-
Colisão de trens na Dinamarca deixa 18 feridos, cinco deles em estado grave
-
Candidatos a liderar a ONU defendem necessidade de paz e retorno da confiança
-
Ex-presidente filipino Rodrigo Duterte será julgado pelo TPI
-
Colisão de trens na Dinamarca deixa 17 feridos, cinco deles em estado grave
-
Ataques russos e ucranianos deixam seis mortos
-
França e Reino Unido firmam novo acordo para frear fluxo migratório no Canal da Mancha
-
Irã descarta reabrir Ormuz após apreender 2 navios, um de bandeira panamenha
-
Candidata a secretária-geral classifica ONU como 'conservadora em matéria de riscos'
-
Seria 'uma grande perda' se Verstappen deixasse a F1, dizem Norris e Piastri
-
Barça vence Celta (1-0) e segue firme rumo ao título; Lamine Yamal se lesiona
-
México e Washington trocam acusações após morte de dois agentes dos EUA
-
Nice vence na visita ao Strasbourg (2-0) e vai enfrentar Lens na final da Copa da França
-
Irã descarta reabrir Estreito de Ormuz após apreender dois navios
-
Manchester City rebaixa Burnley (1-0) e assume liderança da Premier League
-
Bayern vence Leverkusen (2-0) e vai à final da Copa da Alemanha
-
Medo e incerteza entre latino-americanos retidos no Congo após expulsão dos EUA
-
Atlético de Madrid tem Almada expulso e perde (3-2) na visita ao Elche
-
Papa pede na Guiné 'respeito aos direitos de cada cidadão' após visitar uma prisão
-
PSG vence Nantes (3-0) em jogo adiado e abre 4 pontos na liderança do Francês
-
Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã
-
'Colômbia Solar': símbolo da ambiciosa, mas limitada, transição energética de Petro
-
Gnabry anuncia que vai desfalcar Alemanha na Copa do Mundo de 2026
-
Médicos e pacientes protestam contra crise no sistema de saúde do Equador
-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
UE aprova empréstimo de € 90 bilhões à Ucrânia e novas sanções contra a Rússia
A União Europeia aprovou um empréstimo de 90 bilhões de euros (523 bilhões de reais) para a Ucrânia, que estava bloqueado há meses pelo veto da Hungria. O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, celebrará o acordo com os líderes da UE nesta quinta-feira (23), em uma cúpula europeia no Chipre.
Os europeus também aprovaram um novo pacote de sanções contra a Rússia, o vigésimo desde a invasão da ex-república soviética em fevereiro de 2022. Essas sanções visam o setor bancário russo e impõem novas restrições às exportações de petróleo, cujas receitas financiam grande parte da guerra da Rússia contra a Ucrânia.
"Chegamos ao Chipre com boas notícias", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. "Enquanto a Rússia intensifica sua agressão, a Europa fortalece seu apoio à Ucrânia e sua pressão sobre a economia de guerra russa."
A retirada do veto húngaro, após meses de bloqueio, permitirá que a Comissão Europeia libere a primeira parcela desse empréstimo, originalmente adotado em dezembro.
O consenso foi alcançado depois que a Eslováquia também retirou suas objeções, após a retomada pela Ucrânia do fluxo de petróleo russo para a Europa através do oleoduto Druzhba, que estava danificado.
"O impasse foi rompido", disse a chefe da diplomacia da UE, Kaja Kallas, no X. "A economia de guerra da Rússia está sob crescente pressão, enquanto a Ucrânia tem apoio fundamental", acrescentou.
- "Vantagens simbólicas" -
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, que se reunirá com chefes de Estado e de governo da UE no Chipre, saudou a aprovação do empréstimo europeu.
Este empréstimo "fortalecerá nosso exército, tornará a Ucrânia mais resiliente e nos permitirá cumprir nossas obrigações sociais para com os ucranianos", afirmou em uma mensagem publicada no Facebook.
"É importante para a Ucrânia alcançar esse nível de segurança financeira após mais de quatro anos de guerra em larga escala", acrescentou o presidente, que disse esperar o primeiro desembolso "entre o final de maio e o início de junho".
No entanto, Zelensky não hesitou em pressionar a Europa, argumentando que seu país merece "adesão plena à UE" e não apenas "vantagens simbólicas".
Este empréstimo, garantido pelo orçamento da UE, permitirá à Ucrânia financiar a guerra contra a Rússia durante o período de 2026-2027.
Aproximadamente 60 bilhões de euros (348 bilhões de reais) serão destinados a este esforço de guerra, dos quais 30 bilhões (174 bilhões de reais) serão reservados para garantir o funcionamento do Estado.
As bases para um acordo final foram lançadas na quarta-feira, mas era necessário aguardar a conclusão do procedimento.
A Hungria condicionou seu acordo à retomada do fornecimento de petróleo russo por meio do oleoduto Druzhba, que atravessa a Ucrânia e que foi danificado em janeiro por ataques russos e cujo bombeamento foi restabelecido nesta semana.
F.Cardoso--PC