-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam ao menos 21 mortos
-
Colômbia e EUA convidarão Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva antidrogas
-
Negociadores da Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Ciência lança luz sobre os grafites de Pompeia
-
Takaichi, a primeira-ministra japonesa que cativa a Geração Z
-
ONGs lutam para contabilizar os mortos da repressão no Irã
-
Governos latinos violam direitos humanos sob a proteção das políticas de Trump: HRW
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
Negociadores de Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Papa faz alerta contra 'nova corrida armamentista' com expiração de tratado nuclear EUA-Rússia
-
Diretor da HRW pede aliança de 'potências médias' diante de EUA, Rússia e China
-
Trump diz que é momento de virar a página do escândalo de Epstein
-
Nada mudou em Minneapolis desde a morte de Renee Good, lamentam seus irmãos
-
Noam Chomsky expressou solidariedade a Epstein em 2019
-
Vrabel-Maye, a dupla salvadora dos Patriots apadrinhada por Tom Brady
-
N'Golo Kanté deixa Arábia Saudita para jogar no Fenerbahçe
-
Leonard é selecionado para o All-Star Game; LeBron e Curry jogarão juntos
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Guardiola manifesta solidariedade às vítimas de conflitos em todo o mundo
-
Chavismo exige libertação de Maduro, um mês após sua captura pelos EUA
-
Chefe de segurança da NFL garante que não haverá agentes do ICE no Super Bowl
-
Filho do ex-ditador Muammar Kadafi é assassinado na Líbia
-
Leverkusen vence St Pauli (3-0) e avança às semifinais da Copa da Alemanha
-
Arsenal elimina Chelsea e vai à final da Copa da Liga Inglesa
-
Olympique de Marselha vence Rennes (3-0), alivia crise e vai às quartas da Copa da França
-
Milan vence Bologna (3-0) e diminui distância em relação à líder Inter na Serie A
-
Barcelona vence Albacete e avança à semifinal da Copa do Rei
-
Bill e Hillary Clinton vão depor no fim do mês sobre laços com Epstein
-
EUA diz ter derrubado drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Do Super Bowl ao trabalho no escritório: a vida atípica dos árbitros da NFL
-
MP da França dificulta candidatura de Marine Le Pen nas eleições de 2027
-
Diretor da Williams diz que pensar em título em 2026 ou 2027 'não é realista'
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
-
"Mbappé não precisa correr 11 km por jogo", diz Deschamps
-
Trump recebe Petro na Casa Branca para zerar relação EUA-Colômbia
-
Futebol nos Jogos de Los Angeles 2028 se estenderá da Califórnia a Nova York
-
Economia russa desacelerou e cresceu 1% em 2025, anuncia Putin
-
Técnico da seleção da Alemanha lamenta nova lesão de Ter Stegen
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Homenagem ou propaganda? Samba-enredo sobre Lula gera polêmica antes do Carnaval
-
Kirsty Coventry demarca caminho do COI: mais esporte, menos política
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
América do México anuncia oficialmente a contratação de Raphael Veiga
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
Crítico de Trump, ex-diretor do FBI James Comey é indiciado nos EUA
O ex-diretor do FBI James Comey, um crítico proeminente do presidente americano, Donald Trump, foi indiciado nesta quinta-feira (25) por "graves delitos", informou o Departamento de Justiça, uma medida que foi comemorada pelo mandatário republicano.
Comey foi acusado de falso testemunho e obstrução de justiça em relação com a investigação que realizou para determinar se a Rússia interferiu nas eleições de 2016, vencidas por Trump, e sobre se membros da campanha do republicano agiram em conluio com Moscou.
"Hoje, um grande júri federal [uma comissão de cidadãos investidos com poderes de investigação] indiciou o ex-diretor do FBI James Comey de graves delitos relacionados com a divulgação de informações sensíveis", indicou o Departamento de Justiça em comunicado.
A acusação chega dias depois de Trump reivindicar publicamente à procuradora-geral Pam Bondi que tomasse medidas contra Comey e outros dirigentes políticos.
"Justiça nos Estados Unidos!", escreveu Trump em sua rede Truth Social, ao comemorar a acusação. "Um dos piores seres humanos aos quais este país já esteve exposto é James Comey, o ex-chefe corrupto do FBI", acrescentou.
Comey garantiu que é inocente e disse estar pronto para encarar a Justiça.
"Minha família e eu sabemos há anos que enfrentar Donald Trump tem seus custos, mas não conseguimos imaginar viver de outra forma", disse Comey em um vídeo publicado no Instagram. "Não tenho medo, e espero que vocês tampouco o tenham", acrescentou.
Por sua vez, a procuradora-geral Bondi escreveu na rede X que "ninguém está acima da lei", mas sem mencionar Comey.
"A acusação de hoje reflete o compromisso deste Departamento de Justiça de pedir contas aos que abusam de posições de poder para enganar o povo americano. Acompanharemos os fatos neste caso", acrescentou.
- Até cinco anos -
Se for declarado culpado, Comey pode pegar até cinco anos de prisão, segundo a promotora federal Lindsey Halligan, ex-advogada pessoal de Trump e designada por ele há poucos dias, apesar de não ter experiência na promotoria.
Halligan trabalhava sob intensa pressão por parte de Trump devido ao prazo de prescrição de cinco anos sobre o depoimento de Comey no Congresso, que vence na terça-feira.
"Durante muito tempo, a liderança corrupta anterior e seus cúmplices utilizaram agências federais de aplicação da lei como armas", disse o atual diretor do FBI, Kash Patel.
"Em nenhuma parte esta politização da aplicação da lei foi mais evidente que durante a fraude do 'Russiagate', um capítulo vergonhoso na história que seguimos investigando e expondo", acrescentou.
Trump demitiu Comey em 2017, durante o seu primeiro mandato presidencial, em meio a uma investigação sobre se membros de sua campanha haviam agido em conluio com Moscou para influenciar nas eleições presidenciais de 2016.
- Outros casos -
A promotora Halligan, que apresentou a acusação contra Comey, ocupou a vaga de Erik Siebert, que renunciou como promotor federal do Distrito Leste da Virgínia sob pressão de Trump após informar ao Departamento de Justiça que não havia provas suficientes para acusar Comey ou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James.
James, como outros funcionários democratas, foi acusada por um aliado próximo de Trump, o diretor da Agência Federal de Financiamento de Habitação Bill Pulte, de falsificar documentos em aplicações hipotecárias.
Em agosto, agentes do FBI fizeram buscas na casa e no escritório de outro crítico de Trump, seu ex-assessor de Segurança Nacional John Bolton, em uma investigação que os funcionários disseram que estava vinculada a documentos classificados.
Bolton enfureceu Trump com a publicação de críticas severas no livro "The Room Where it Happened" e aparece constantemente em programas de notícias e artigos para condenar o homem que classificou como "não apto para ser presidente".
Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump, o primeiro mandatário em exercício dos Estados Unidos condenado criminalmente, tomou uma série de medidas punitivas contra seus inimigos e adversários políticos.
Trump foi alvo de várias investigações depois de deixar a Casa Branca em 2020.
Ferreira--PC