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Crítico de Trump, ex-diretor do FBI James Comey é indiciado nos EUA
O ex-diretor do FBI James Comey, um crítico proeminente do presidente americano, Donald Trump, foi indiciado nesta quinta-feira (25) por "graves delitos", informou o Departamento de Justiça, uma medida que foi comemorada pelo mandatário republicano.
Comey foi acusado de falso testemunho e obstrução de justiça em relação com a investigação que realizou para determinar se a Rússia interferiu nas eleições de 2016, vencidas por Trump, e sobre se membros da campanha do republicano agiram em conluio com Moscou.
"Hoje, um grande júri federal [uma comissão de cidadãos investidos com poderes de investigação] indiciou o ex-diretor do FBI James Comey de graves delitos relacionados com a divulgação de informações sensíveis", indicou o Departamento de Justiça em comunicado.
A acusação chega dias depois de Trump reivindicar publicamente à procuradora-geral Pam Bondi que tomasse medidas contra Comey e outros dirigentes políticos.
"Justiça nos Estados Unidos!", escreveu Trump em sua rede Truth Social, ao comemorar a acusação. "Um dos piores seres humanos aos quais este país já esteve exposto é James Comey, o ex-chefe corrupto do FBI", acrescentou.
Comey garantiu que é inocente e disse estar pronto para encarar a Justiça.
"Minha família e eu sabemos há anos que enfrentar Donald Trump tem seus custos, mas não conseguimos imaginar viver de outra forma", disse Comey em um vídeo publicado no Instagram. "Não tenho medo, e espero que vocês tampouco o tenham", acrescentou.
Por sua vez, a procuradora-geral Bondi escreveu na rede X que "ninguém está acima da lei", mas sem mencionar Comey.
"A acusação de hoje reflete o compromisso deste Departamento de Justiça de pedir contas aos que abusam de posições de poder para enganar o povo americano. Acompanharemos os fatos neste caso", acrescentou.
- Até cinco anos -
Se for declarado culpado, Comey pode pegar até cinco anos de prisão, segundo a promotora federal Lindsey Halligan, ex-advogada pessoal de Trump e designada por ele há poucos dias, apesar de não ter experiência na promotoria.
Halligan trabalhava sob intensa pressão por parte de Trump devido ao prazo de prescrição de cinco anos sobre o depoimento de Comey no Congresso, que vence na terça-feira.
"Durante muito tempo, a liderança corrupta anterior e seus cúmplices utilizaram agências federais de aplicação da lei como armas", disse o atual diretor do FBI, Kash Patel.
"Em nenhuma parte esta politização da aplicação da lei foi mais evidente que durante a fraude do 'Russiagate', um capítulo vergonhoso na história que seguimos investigando e expondo", acrescentou.
Trump demitiu Comey em 2017, durante o seu primeiro mandato presidencial, em meio a uma investigação sobre se membros de sua campanha haviam agido em conluio com Moscou para influenciar nas eleições presidenciais de 2016.
- Outros casos -
A promotora Halligan, que apresentou a acusação contra Comey, ocupou a vaga de Erik Siebert, que renunciou como promotor federal do Distrito Leste da Virgínia sob pressão de Trump após informar ao Departamento de Justiça que não havia provas suficientes para acusar Comey ou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James.
James, como outros funcionários democratas, foi acusada por um aliado próximo de Trump, o diretor da Agência Federal de Financiamento de Habitação Bill Pulte, de falsificar documentos em aplicações hipotecárias.
Em agosto, agentes do FBI fizeram buscas na casa e no escritório de outro crítico de Trump, seu ex-assessor de Segurança Nacional John Bolton, em uma investigação que os funcionários disseram que estava vinculada a documentos classificados.
Bolton enfureceu Trump com a publicação de críticas severas no livro "The Room Where it Happened" e aparece constantemente em programas de notícias e artigos para condenar o homem que classificou como "não apto para ser presidente".
Desde que assumiu o cargo em janeiro, Trump, o primeiro mandatário em exercício dos Estados Unidos condenado criminalmente, tomou uma série de medidas punitivas contra seus inimigos e adversários políticos.
Trump foi alvo de várias investigações depois de deixar a Casa Branca em 2020.
Ferreira--PC