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Tribunal critica Louvre por preferir 'operações de grande visibilidade' a investir em segurança
O Louvre optou por "operações de grande visibilidade e atraentes" em vez de investir em segurança, adverte o Tribunal de Contas da França em um relatório apresentado nesta quinta-feira (6), quase três semanas após o espetacular roubo de joias em um dos museus mais famosos do mundo.
A instituição "privilegiou as operações de grande visibilidade e atraentes em detrimento da manutenção e renovação dos edifícios e das instalações técnicas, em particular de segurança", afirma o relatório sobre a gestão do museu entre 2018 e 2024.
Os investimentos, no entanto, eram "indispensáveis para garantir o funcionamento perene da instituição", alertam os membros do tribunal.
O documento, que tinha a divulgação prevista há muito tempo e do qual já haviam vazado algumas informações, era muito aguardado desde o furto das joias imperiais no museu mais visitado do mundo, em 19 de outubro.
Na data, quatro indivíduos estacionaram uma escada elevatória sob uma das varandas do estabelecimento, dois assaltantes subiram e, com uma serra elétrica portátil, entraram na galeria de Apolo através de uma janela.
Em poucos minutos, os ladrões roubaram oito joias, incluindo uma tiara de pérolas da imperatriz Eugênia e um conjunto de colar e brincos de safiras da rainha Maria Amélia, com um valor global avaliado em mais de 100 milhões de dólares (536 milhões de reais).
Quatro pessoas, três delas suspeitas de participação direta no assalto, foram acusadas e detidas. As joias continuam desaparecidas.
"O roubo das joias da Coroa é, sem dúvida, um sinal de alerta ensurdecedor sobre o ritmo muito insuficiente de renovação dos equipamentos de segurança do museu", afirmou nesta quinta-feira o presidente do Tribunal de Contas, Pierre Moscovici.
- "Falta de hierarquização" -
No relatório, o tribunal adverte que, "apesar de seus abundantes recursos, o museu, devido à falta de hierarquização de seus muitos projetos, enfrenta um muro de investimentos que não está em condições de financiar".
Entre 2018 e 2024, o Louvre "mobilizou 26,7 milhões de euros (164 milhões de reais na cotação atual) para a realização de obras de manutenção e adequação às normas e 59,5 milhões de euros (367 milhões de reais) para obras de restauração do palácio enquanto monumento histórico", contra "105,4 milhões de euros (648 milhões de reais) de seus próprios recursos para a aquisição de obras e 63,5 milhões de euros (391 milhões de reais) destinados à reforma das instalações museográficas", detalha o documento.
O tribunal aponta "um atraso considerável no ritmo dos investimentos" diante de uma "degradação acelerada" do museu, que recebeu nove milhões de visitantes em 2024, 80% deles estrangeiros.
A direção do Louvre, em sua resposta ao relatório, publicada em conjunto com o documento, afirma que aceita "a maioria das recomendações" formuladas pelo tribunal, mas considera que a análise "desconhece" várias de suas ações no âmbito da segurança.
"A gestão do maior e mais visitado museu do mundo só pode ser objeto de um julgamento equilibrado se for baseada no longo prazo", destacou a direção do Louvre, que também lamentou que o documento detalhe com precisão o número de câmeras de segurança em suas salas.
A presidente do museu, Laurence des Cars, admitiu poucos dias após o roubo que o sistema externo de segurança por vídeo é "muito insuficiente".
O Tribunal de Contas também revisou o grande projeto de reforma do museu, apresentado em janeiro pelo presidente francês Emmanuel Macron: do valor inicial de entre 700 e 800 milhões de euros (800 e 920 milhões de dólares, 4,32 bilhões e 4,94 bilhões de reais) para 1,15 bilhão de euros (1,3 bilhão de dólares, 7,1 bilhões de reais).
Segundo o tribunal, o valor continua sendo "baixo" ao considerar as necessidades de reforma do estabelecimento. O conselho de administração do Louvre deve se reunir em "caráter de urgência" na sexta-feira.
R.Veloso--PC