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Trump e Petro concordam em virar a página e explorar 'caminhos em comum'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu colega colombiano, Gustavo Petro, concordaram nesta terça-feira (3) em virar a página, após meses de insultos e ameaças, e explorar "caminhos em comum" na luta contra o narcotráfico.
"Nós nos demos muito bem. Não éramos exatamente melhores amigos, mas não me senti insultado, porque não o conhecia", disse Trump na Casa Branca, após a reunião.
Os dois países já estão trabalhando na cooperação contra o narcotráfico, principal preocupação do presidente americano. "Minha impressão foi positiva", disse Petro, na embaixada da Colômbia.
- Recepção discreta -
A recepção ao presidente colombiano foi discreta. Ele não foi recebido na porta por Trump, como o americano costuma fazer com outras autoridades, mas os dois líderes — um procedente de uma guerrilha de extrema esquerda e o outro um empresário disposto abertamente a retomar a interferência na América Latina — mostraram vontade de deixar para trás as recriminações, diante de mudanças-chave na região, como na Venezuela.
Petro disse que pediu a Trump para fazer a mediação entre Colômbia e Equador, envolvidos em uma guerra tarifária, e que o americano aceitou. Mas a reunião, da qual participaram os chanceleres dos dois países, o ministro da Defesa colombiano e o vice-presidente americano, não resultou em medidas concretas.
Existe uma "confusão em torno da realidade, por exemplo, o narcotráfico. Perspectivas diferentes sobre como encarar o problema [...] Voltei a repetir: deve-se ir atrás dos chefes [...] A linha de frente do narcotráfico não é a que você imagina. Passei os nomes para o presidente Trump. Estão fora da Colômbia e deve-se ir atrás deles", ressaltou Petro.
- Sanções -
Trump iniciou seu mandato com o anúncio de uma campanha de deportação em massa, à qual Petro inicialmente respondeu com críticas e a suspensão da chegada de aviões, argumentando que os imigrantes colombianos não estavam recebendo tratamento digno.
O governo americano se irritou e, em setembro, a relação bilateral se deteriorou: Trump começou a atacar embarcações supostamente ligadas ao tráfico de drogas no Caribe, o que Petro denunciou como "execuções extrajudiciais".
Trump também aplicou sanções contra Petro e sua família, um tema que não foi incluído na conversa de hoje, segundo o colombiano. A reunião foi "entre livres", comentou. "Uma reunião entre iguais, que pensam diferente, sim, com poderes diferentes, obviamente, mas capazes de encontrar caminhos em comum."
Maior produtor mundial de cocaína, a Colômbia precisa do apoio de Washington para manter a pressão militar nas áreas de cultivo. Já Trump deseja que Bogotá garanta de forma estável a recepção de milhares de imigrantes sem documentos, fruto da sua campanha de deportações, no momento em que recebe fortes críticas da oposição.
Com um visto temporário, Petro busca aproveitar seu tempo em Washington, onde se reunirá amanhã com congressistas e fará uma visita à Organização dos Estados Americanos (OEA). No dia seguinte, dará uma palestra na Universidade de Georgetown e encerrará sua viagem com um encontro com a diáspora colombiana.
A.Silveira--PC