-
Itália será comandada pelo técnico da seleção sub-21 nos amistosos de junho
-
João Fonseca perde para Zverev e se despede do Masters 1000 de Monte Carlo
-
Papa Leão XIV recebe Macron em encontro centrado na guerra no Oriente Médio
-
Franquia de Michael Jackson parece imune ao fantasma das acusações de abuso
-
Inflação nos EUA salta para 3,3% anual em março devido à guerra com Irã
-
Porto de Antuérpia é reaberto ao tráfego marítimo após vazamento de petróleo
-
Iranianos vivem entre medo e desilusão antes das negociações com os EUA
-
Coachella inicia edição liderada por Sabrina Carpenter, Justin Bieber e Karol G
-
Mulheres dão à luz em abrigo subterrâneo em Israel
-
Incerteza em torno das negociações entre Irã e EUA previstas no Paquistão
-
Tribunal da Suécia julga homem acusado de prostituir a esposa com 120 pessoas
-
Vazamento de petróleo paralisa grande parte do Porto de Antuérpia
-
Paquistão se prepara para negociações incertas entre EUA e Irã
-
Tripulação da Artemis a poucas horas de pousar na Terra
-
Petro convoca sua embaixadora no Equador em meio à crise diplomática
-
Rússia proíbe grupo ganhador do Nobel e faz operação em jornal independente
-
Corinthians vence Platense (2-0) na Argentina em sua estreia na Libertadores
-
Investidores comemoram anúncio de diálogo entre Israel e Líbano e petróleo tem leve alta
-
Equador vai aumentar para 100% tarifas à Colômbia; Petro critica 'monstruosidade'
-
Sob pressão dos EUA, Venezuela abre mineração para investidores privados
-
Conmebol declara apoio à reeleição de Infantino na presidência da Fifa
-
Pioneiro do hip hop, Afrika Bambaataa morre aos 68 anos
-
Presidente da CAF rechaça acusações de corrupção feitas pelo Senegal
-
Andy Robertson deixará o Liverpool no final da temporada
-
Freiburg encaminha vaga na semifinal da Liga Europa; Aston Villa vence Bologna fora
-
Parlamento da Venezuela nomeia procurador-geral alinhado ao chavismo
-
Argentina fará amistosos contra Honduras e Islândia antes da Copa do Mundo
-
Inglaterra fará amistosos contra Nova Zelândia e Costa Rica em junho
-
Engenheiro de corrida de Verstappen deixará Red Bull no final de 2027
-
Melania Trump nega relação com abusos de Jeffrey Epstein
-
Sabalenka desiste do WTA 500 de Stuttgart após sofrer lesão em Miami
-
João Fonseca vence Berrettini e vai às quartas em Monte Carlo; Alcaraz e Sinner também avançam
-
Diddy pede a tribunal de apelações dos EUA que revogue sua pena
-
Polícia dispersa com gás lacrimogêneo marcha rumo ao palácio presidencial da Venezuela
-
'Romance' de líder da extrema direita ganha destaque na imprensa francesa
-
Berd destinará € 5 bilhões para economias afetadas pela guerra no Oriente Médio
-
Panamá diz que não permitirá que 'detenções' de navios na China continuem
-
Trégua e diálogo ficam ameaçados por advertência de Israel de continuar ataques no Líbano
-
México pretende explorar gás natural para reduzir dependência dos EUA
-
Embaixador dos EUA para UE nega qualquer interferência de Washington nas eleições da Hungria
-
Associação britânica de proteção aos animais resgata 250 cães amontoados em uma casa
-
China ativa ampla zona de exclusão aérea perto de Xangai durante 40 dias
-
'Nenhum convence': voto jovem é decisivo nas eleições presidenciais do Peru
-
Almodóvar, Kore-eda e Farhadi vão disputar a Palma de Ouro em Cannes
-
Espanha, Irã e Japão... mas nenhum país latino-americano em disputa no 79º Festival de Cannes
-
Guerra no Irã pode levar 45 milhões de pessoas à insegurança alimentar (FMI)
-
Petróleo volta a subir por incerteza sobre trégua no Oriente Médio
-
Esfaqueada por dizer 'não': A misoginia online alimenta a violência no Brasil?
-
Guerra eleva preços e agrava economia no Irã
-
Rússia declara Memorial, vencedora do Nobel da Paz, como 'organização extremista'
EUA e Taiwan chegam a acordo sobre tarifas e investimentos em chips e tecnologia
Taiwan prometeu, nesta sexta-feira (16), manter-se como a "mais importante" fabricante mundial de chips de inteligência artificial, após chegar a um acordo com Washington que reduzirá as tarifas sobre seus produtos e aumentará seus investimentos nos Estados Unidos.
A ilha asiática é uma potência na produção de chips, um componente crucial da economia global que os Estados Unidos desejam que seja fabricado em seu próprio território.
O acordo alcançado "impulsionará uma realocação maciça da indústria de semicondutores dos Estados Unidos", afirmou o Departamento de Comércio dos EUA após o anúncio.
O pacto estipula que Washington reduzirá as tarifas sobre produtos taiwaneses para 15%, ante os atuais 20% aplicados reciprocamente para compensar o déficit comercial dos EUA e práticas que considera desleais.
O primeiro-ministro taiwanês, Cho Jung-tai, elogiou os negociadores nesta sexta-feira por "terem alcançado um resultado bem-executado".
O domínio de Taiwan na indústria de chips tem sido há muito tempo apelidado de "Escudo de Silício", o que incentiva os Estados Unidos a proteger a ilha de governo democrático de invasões ou bloqueios por parte da China, que a reivindica como parte de seu território.
No entanto, a ameaça de um ataque de Pequim aumentou as preocupações com possíveis interrupções nas cadeias de suprimentos globais, o que intensifica a pressão para transferir a produção de semicondutores para fora de Taiwan.
"De acordo com o planejamento atual, Taiwan continuará sendo o principal produtor mundial de chips de inteligência artificial", declarou o ministro da Economia, Kung Ming-hsin, a jornalistas nesta sexta-feira.
A capacidade de produção desses chips avançados, que alimentam os sistemas de IA, deverá ser dividida em 85-15 entre Taiwan e os Estados Unidos até 2030, e em 80-20 até 2036.
Pequim respondeu ao anúncio, afirmando que "se opõe sistemática e categoricamente a qualquer acordo que tenha implicações para a soberania ou o status oficial do país".
- "Novos investimentos diretos" -
Este acordo agora precisa ser aprovado pelo Parlamento taiwanês, controlado pela oposição, cujos parlamentares expressaram preocupação com a possibilidade de a ilha perder sua posição dominante no setor.
Segundo o acordo, as empresas taiwanesas de semicondutores e tecnologia farão "novos investimentos diretos totalizando pelo menos US$ 250 bilhões (R$ 1,34 trilhão)" para expandir suas capacidades em áreas como chips avançados e inteligência artificial nos Estados Unidos, informou o Departamento de Comércio americano.
Taiwan também fornecerá "garantias de crédito de pelo menos US$ 250 bilhões para facilitar investimentos adicionais por empresas taiwanesas", acrescentou.
As tarifas setoriais sobre autopeças, madeira e produtos derivados de madeira taiwaneses também serão limitadas a 15%, enquanto medicamentos genéricos e certos recursos naturais não estarão sujeitos a tarifas "recíprocas", afirmou o governo americano.
- "Autossuficientes" -
Nenhum nome foi mencionado no anúncio, mas o acordo tem implicações importantes para a gigante taiwanesa de semicondutores TSMC, a maior produtora mundial de microchips usados em dispositivos que vão desde iPhones até os sistemas de IA de ponta da Nvidia.
Em entrevista à CNBC, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, afirmou que a TSMC comprou terrenos e poderá expandir suas operações no Arizona.
"Como uma fundição de semicondutores que atende clientes em todo o mundo, vemos com bons olhos a perspectiva de fortes acordos comerciais entre Estados Unidos e Taiwan", declarou a empresa nesta sexta-feira.
"O fortalecimento das relações comerciais é essencial para o avanço das tecnologias do futuro", acrescentou.
Os Estados Unidos especificaram que os produtores taiwaneses que investirem em seu território receberão tratamento mais favorável em relação às futuras tarifas sobre semicondutores.
"O objetivo é trazer 40% de toda a cadeia de suprimentos e produção de Taiwan para os Estados Unidos", concluiu Lutnick. "Vamos trazer tudo, para sermos autossuficientes na capacidade de fabricar semicondutores", prometeu.
O.Salvador--PC