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Bolsas asiáticas se recuperam; petróleo segue em alta
As Bolsas de Seul e Tóquio registraram altas expressivas nesta quinta-feira (5), após quedas acentuadas nos dias anteriores devido ao impacto da guerra no Oriente Médio, enquanto o petróleo seguia em alta, à espera de uma solução para o bloqueio no estratégico Estreito de Ormuz.
As Bolsas europeias abriram com perdas moderadas (-0,26% em Londres, -0,58% em Frankfurt, -0,87% em Milão, -0,31% em Paris).
Na Bolsa de Seul, o índice Kospi fechou a sessão em alta de 9,63%, uma recuperação espetacular após um tombo histórico de 12% na quarta-feira, em um mercado em pânico diante das consequências do conflito e da disparada dos preços da energia.
O susto foi tamanho que o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung, ordenou a ativação de um fundo de estabilização do mercado de 68 bilhões de dólares (356 bilhões de reais), que, segundo ele, "vai prevenir a instabilidade" nos mercados de capitais.
"A escalada da crise no Oriente Médio está piorando significativamente o ambiente econômico e de segurança mundial", declarou o chefe de Estado.
O índice Nikkei da Bolsa de Tóquio fechou em alta de 1,9%, após a queda de 3,61% na quarta-feira.
As Bolsas chinesas também subiram (Hong Kong avançou 0,3% e Xangai, 0,6%), depois do anúncio da meta de crescimento para este ano — entre 4,5% e 5% —, a mais modesta em três décadas.
Os mercados asiáticos se acalmaram após a alta de Wall Street, em Nova York, na quarta-feira, que deixou de lado os temores inflacionários vinculados ao conflito no Oriente Médio e recebeu com entusiasmo os dados econômicos melhores que o esperado nos Estados Unidos.
A preocupação, no entanto, persiste com o bloqueio do Estreito de Ormuz: o preço do petróleo prosseguia em alta nesta quinta-feira nas operações asiáticas.
O barril de Brent subia pouco mais de 3%, a 83,88 dólares (440 reais). O barril do West Texas Intermediate (WTI) americano avançava 3,3%, 77,14 dólares (404 reais).
Jonas Goltermann, da Capital Economics, afirma que o mercado aposta na repetição do cenário de meados de 2025, quando os Estados Unidos bombardearam de maneira pontual três usinas nucleares iranianas, como parte da ofensiva israelense contra a República Islâmica: "Incerteza a curto prazo, mas sem impacto de grande envergadura nem duradouro sobre a economia".
"Esta perspectiva é otimista, levando em consideração que o conflito já se propagou para toda a região e o Estreito de Ormuz está fechado. Os mercados podem enfrentar uma grande decepção em caso de agravamento da situação", alerta o analista.
H.Silva--PC