-
Flávio Bolsonaro critica Lula e Judiciário em ato na Paulista
-
Rússia retoma ataques a Kiev após três dias
-
Autoridades americanas recuperam caixa-preta de avião da Amazon que saiu da pista em Miami
-
Aeroportos são reabertos na Indonésia após erupção vulcânica
-
Lazio de Gattuso vira sobre Udinese e se junta a Roma e Inter na liderança do Italiano
-
Atriz Angelina Jolie visita clube de boxe na Ucrânia
-
Rybakina elimina Osaka do US Open e fica a uma vitória de se tornar número 1 do mundo
-
Manifestantes denunciam transferência de presos políticos na Venezuela
-
Ataques israelenses matam 13 pessoas no sul do Líbano
-
US Open testemunha desaparecimento do backhand de uma mão
-
Isack Hadjar também está fora do GP da Espanha de F1
-
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
-
Duas latinas concorrem em seção paralela no Festival de Veneza
-
Andreeva avança pela primeira vez às quartas de final do US Open
-
Cuba denuncia impacto financeiro 'recorde' do embargo dos EUA
-
Swiatek perde para Zheng e cai nas oitavas do US Open
-
Fiorentina anuncia retorno de Paolo Vanoli após demissão de Fabio Grosso
-
Torre Eiffel fecha por protesto após 'invisibilizar' trabalhadoras durante uma visita
-
Todos contra o PSG, que busca tri histórico na Champions.
-
Enviado dos EUA vê 'disposição' para conversas trilaterais com Rússia e Ucrânia
-
Dezenas de robôs 'protestam' contra uso descontrolado da IA na Polônia
-
Noosha Aubel a krize v Postupimi: Jak dlouho je ještě možné tolerovat toto selhání vedení?
-
Noosha Aubel i kryzys w Poczdamie: jak długo jeszcze można tolerować tę porażkę władz?
-
Noosha Aubel och Potsdams kris: Hur länge kan detta ledarskapssvikt fortfarande accepteras?
-
ヌーシャ・オーベルとポツダムの危機:この指導力の欠如は、いつまで容認され続けるのか?
-
Η Noosha Aubel και η κρίση του Πότσνταμ: Για πόσο ακόμα είναι ανεκτή αυτή η διαχειριστική αποτυχία;
-
Noosha Aubel e a crise de Potsdam: até quando é que esta falha de liderança ainda é aceitável?
-
नूशा ऑबेल और पॉट्सडैम का संकट: नेतृत्व की इस विफलता को और कितना सहन किया जा सकता है?
-
누샤 아우벨과 포츠담의 위기: 이러한 리더십 부재는 얼마나 더 용인될 수 있는가?
-
Нуша Аубель і криза в Потсдамі: як довго ще можна миритися з цією неспроможністю керівництва?
-
نوشا أوبيل وأزمة بوتسدام: إلى متى سيظل هذا الفشل القيادي مقبولاً؟
-
努莎·奧貝爾與波茨坦的危機:這種領導失職還能容忍多久?
-
"Pode ser um bom ano para ganhar a Bola de Ouro", diz Mbappé
-
Vinte e cinco anos depois, EUA busca manter viva a memória do 11 de Setembro
-
Ataques israelenses matam 12 pessoas no sul do Líbano
-
Canal do Panamá não descarta novas restrições provocadas pelo El Niño
-
Indústria audiovisual busca se organizar diante da IA e da crise nos cinemas
-
Especialista da ONU teme destruição de provas com retirada de escombros em Gaza
-
'Woman Unknown' destaca em Veneza a 'invisibilidade' das mulheres
-
Indonésia fecha aeroportos após erupção vulcânica e milhares de passageiros ficam retidos
-
Extrema direita inicia negociações para governar região da Alemanha
-
França registra menor produção de vinho desde 1957 por seca e ondas de calor
-
Alemanha pede arquivamento de caso de genocidio apresentado pela Nicarágua na CIJ
-
Kremlin não descarta retomada das negociações entre Moscou, Kiev e Washington
-
IA avançada pode representar um 'risco existencial para a humanidade', alerta ONU
-
Sérvios homenageiam o criminoso de guerra Ratko Mladic em Belgrado
-
Nepal tem dia de luto 13 dias após avalanche devastadora
-
Ataques israelenses matam 11 pessoas no sul do Líbano
-
Vitória da extrema direita em eleições regionais pressiona chanceler alemão
-
Enviados dos EUA apresentaram propostas 'mais eficazes', diz funcionário ucraniano
Tarifas do Canadá sobre produtos americanos entram em vigor
As tarifas do Canadá sobre uma série de produtos dos Estados Unidos entraram em vigor nesta terça-feira (8), uma medida de represália pelas taxas impostas por Washington no fim de agosto, enquanto se intensifica a guerra comercial entre os dois países.
As tarifas de 15%, 25% e 50% afetam quase 20 bilhões de dólares (102 bilhões de reais) em importações procedentes dos Estados Unidos, que incluem, por exemplo, aço, laticínios, produtos eletrônicos e celulose.
Segundo Ottawa, o valor corresponde exatamente ao dos produtos canadenses afetados desde 22 de agosto pelas sobretaxas americanas de 50%.
O conflito comercial entre os dois países vizinhos ganhou uma nova dimensão desde a ruptura, em 21 de agosto, das negociações com a Casa Branca por parte do primeiro-ministro canadense, Mark Carney.
O ex-presidente do Banco Central do Canadá acusou o governo dos Estados Unidos de tentar impor ao seu país um "acordo ruim", com "condições injustas", e de ter o objetivo de transformar o Canadá em uma "filial" e "destruir" sua indústria, em particular a automotiva.
Carney também justificou sua postura pelas condições que Washington tentou estabelecer sobre a língua francesa, um tema politicamente sensível no Canadá.
Segundo Carney, o projeto de acordo questionava o espaço dos meios francófonos online e a obrigação de etiquetas bilíngues nos produtos vendidos no Canadá.
A Casa Branca negou a acusação e afirmou que não transformou o tema em uma "linha vermelha".
- Críticas -
Uma retomada das negociações não está sobre a mesa e a troca de críticas não cessou nas últimas duas semanas.
O presidente americano Donald Trump ameaçou na segunda-feira atacar as vendas da fabricante aeronáutica canadense Bombardier, antes da entrada em vigor da resposta canadense.
"CHEGA DE VENDAS DE BOMBARDIER NOS ESTADOS UNIDOS!", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.
Os secretários americanos do Tesouro e da Defesa, Scott Bessent e Pete Hegseth, ironizaram o Exército canadense e colocaram em dúvida a capacidade de defesa do país vizinho.
"Não estamos em guerra com o Canadá. Como poderíamos estar em guerra com o Canadá? Eles vão pegar seus dois submarinos do shopping de Edmonton e lançá-los contra nós?", zombou Bessent, ao mencionar uma atração que funcionou no passado no oeste do Canadá.
Comentários "indignos", segundo Mark Carney, que instou o governo Trump a parar com os "memes" e deixar de "fazer pose de durão". "Não é construtivo, mas é a democracia deles", disse.
Trump assinou um decreto para mudar o nome do lago Ontário, cujas águas são compartilhadas pelos dois países, para "lago América". A medida provocou uma onda de protestos no Canadá.
O presidente americano também ameaçou a indústria automotiva, um setor crucial no Canadá, com um aumento das tarifas de 25% para 50% a partir de 1º de janeiro.
Apoiado pela opinião pública canadense, Carney faz uma aposta economicamente arriscada, pois o Canadá depende em grande medida do vizinho.
Quase 60% das importações do Canadá procedem dos Estados Unidos e cerca de 70% de suas exportações são destinadas a este país.
Para ajudar os setores afetados, o governo liberou 7,5 bilhões de dólares canadenses (5,4 bilhões de dólares, 27 bilhões de reais) para apoiar as empresas.
P.Cavaco--PC