-
Milhares são evacuados por chuvas em Espanha e Portugal, que confirma 2º turno presidencial
-
Chama olímpica chega a Milão a um dia da abertura dos Jogos de Inverno
-
Treinar o próprio filho: a mais nova excentricidade de 'Loco' Abreu no futebol mexicano
-
Cineasta teme que interesses do povo iraniano sejam sacrificados nas conversas com EUA
-
Prefeito de Nova York nomeia liberal à frente de escritório contra antissemitismo
-
Presidente eleito do Chile cita inspiração em políticas da Itália e Hungria
-
Rodrygo é suspenso por 2 jogos a vai desfalcar Real Madrid na Champions
-
Brasileiro bate recorde mundial ao correr 188 km em esteira por 24 horas
-
Panamá diz que não 'vai se deixar ameaçar' em meio à tensão com a China
-
João Fonseca espera superar decepção do Aberto da Austrália no ATP de Buenos Aires e no Rio Open
-
Separatista catalão Puigdemont tem vitória simbólica na justiça europeia
-
Vasco chega a acordo com Nottingham Forest para repatriar Cuiabano
-
Libertados 89 cristãos sequestrados após ataque a igrejas na Nigéria
-
Andrea Gaudenzi é reeleito para terceiro mandato como presidente da ATP
-
Clubes gastaram quase R$ 10 bilhões na janela de transferências de janeiro
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Para Trump, líderes latino-americanos são 'astutos' por mandar 'gente ruim' aos EUA
-
Trump ataca sistema eleitoral antes das eleições legislativas de meio de mandato
-
Favorito às presidenciais da Colômbia sofre revés nas primárias
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Venezuela avança com anistia sem perdão a violações de direitos humanos
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Starmer descarta renunciar apesar da pressão por caso Mandelson
-
Energia retorna ao leste de Cuba após apagão
-
Ucrânia e Rússia realizam nova troca de prisioneiros
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Cotação do bitcoin registra menor nível desde a reeleição de Trump
-
Manifestantes do Greenpeace protestam contra patrocinador olímpico
-
Brasil, à conquista de Hollywood
-
Aonishiki, lutador de sumô no Japão que fugiu da guerra na Ucrânia
-
Corte de internet vira instrumento de repressão cada vez mais frequente, diz executivo da Proton
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Apresentadora americana pede prova de vida aos sequestradores da mãe
-
Ucrânia, Rússia e EUA prosseguem com negociações de paz nos Emirados Árabes Unidos
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Coroa da imperatriz Eugénie, danificada em roubo no Louvre, será restaurada
-
Expira o último tratado de não proliferação nuclear entre EUA e Rússia
-
Indígenas protestam contra exploração de rios amazônicos para exportação de grãos
-
Apostas no Super Bowl enlouquecem com apresentação de Bad Bunny
-
Guterres considera fim do acordo nuclear entre EUA e Rússia um 'momento sério' para a paz
-
EUA e Irã terão conversas nucleares nesta semana em Omã
-
Lesionado, Shai Gilgeous-Alexander está fora do All-Star Game da NBA
-
Stuttgart vence Holstein Kiel (3-0) e se garante nas semifinais da Copa da Alemanha
-
City volta a vencer Newcastle e vai à final da Copa da Liga contra o Arsenal
-
Com golaço de Endrick, Lyon vence Laval (2-0) e vai às quartas da Copa da França
-
Governo Trump provoca 'erosão democrática' na América Latina, alerta ONG
-
Vítimas de tragédia em Mariana esperam justiça por 'um crime muito grande'
Judeus ultraortodoxos fazem protesto maciço em Jerusalém por isenção do serviço militar
Dezenas de milhares de judeus ultraortodoxos se manifestaram nesta quinta-feira (30) nas ruas de Jerusalém para protestar contra a ausência de uma lei que lhes permita evitar o serviço militar obrigatório.
Desde o meio da manhã alguns manifestantes começaram a chegar ocupando uma das principais vias de acesso à cidade, constataram jornalistas da AFP.
Pouco antes, a polícia havia fechado o eixo principal e deslocado dois mil agentes em Jerusalém.
Com um megafone na mão, um rabino recitava salmos, repetidos em uníssono por uma multidão compacta exclusivamente masculina.
Um helicóptero sobrevoava a manifestação, na qual foram entoadas orações coletivas tradicionalmente recitadas em momentos difíceis para o povo judeu.
"Não vamos ao exército, não porque sejamos egoístas, mas porque tentamos nos preservar, conforme o que ensina a Torá e o que dizem os rabinos. Servir ao exército é contrário à Torá", explicou Abraham, de 27 anos, estudante de uma yeshivá (escola talmúdica) em Jerusalém, que preferiu não revelar seu sobrenome.
Poucos cartazes foram vistos, mas alguns diziam "Melhor ir para a prisão que para o exército".
"A manifestação pela isenção do serviço militar é uma vergonha para a direção do país e um insulto aos nossos heroicos soldados", destacou no X o líder do partido nacionalista Israel Beiteinu, Avigdor Lieberman.
Convocados pelos dois partidos ultraortodoxos Judaísmo Unido da Torá (JUT) e Shass, os manifestantes chegaram de todo o país para reivindicar a restituição do acordo que isentava do serviço militar os estudantes das yeshivás, anulado pelo Supremo Tribunal.
- Isenção de fato -
Esta isenção foi enfraquecida pela guerra em Gaza, que mobiliza centenas de milhares de israelenses, enquanto o exército sofre com a escassez de soldados e reservistas.
Desde a criação do Estado de Israel, em 1948, os ultraortodoxos desfrutavam de uma isenção do serviço militar desde que se dedicassem em tempo integral ao estudo dos textos sagrados do judaísmo nas yeshivás.
Em junho de 2024, o Supremo Tribunal determinou que deveria ser aprovada uma lei que regulamentasse o recrutamento dos ultraortodoxos.
O projeto de lei, atualmente em comissão parlamentar, obrigaria os jovens ultraortodoxos que não estudam em tempo integral a se alistarem no exército.
Para parte dos rabinos ultraortodoxos, o serviço militar representa um perigo, pois os jovens poderiam se afastar da religião.
Outros, no entanto, aceitam que aqueles que não estudam os textos sagrados em tempo integral possam se alistar.
Os partidos Shass e JUT abandonaram o governo à espera de um projeto de lei prometido nos acordos de coalizão do final de 2022, destinado a manter a isenção militar.
Se o partido sefardita Shass (11 cadeiras) abandonar a coalizão por causa desta lei, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu poderia perder sua maioria, abrindo a porta para a realização de eleições antecipadas, segundo analistas.
Os ultraortodoxos representam 14% da população judia de Israel, ou seja, cerca de 1,3 milhão de pessoas. Até pouco tempo atrás, cerca de 66 mil homens em idade de servir estavam isentos.
Nos últimos meses foram enviadas milhares de ordens de recrutamento e vários objetores foram encarcerados, o que provocou novas convocações para se manifestar.
L.Torres--PC