-
Economia russa desacelerou e cresceu 1% em 2025, anuncia Putin
-
Técnico da seleção da Alemanha lamenta nova lesão de Ter Stegen
-
Alemanha tem a maior proporção de trabalhadores com mais de 55 anos da UE
-
Homenagem ou propaganda? Samba-enredo sobre Lula gera polêmica antes do Carnaval
-
Kirsty Coventry demarca caminho do COI: mais esporte, menos política
-
Aclamado filme iraquiano mostra jugo de Saddam Hussein da perspectiva infantil
-
América do México anuncia oficialmente a contratação de Raphael Veiga
-
Ex-embaixador britânico Mandelson deixará Câmara dos Lordes por vínculos com Epstein
-
Quatro em cada 10 casos de câncer são evitáveis, diz OMS
-
ICE é principal ponto de discórdia em votação para acabar com 'shutdown' nos EUA
-
Guardiola ironiza ao falar dos gastos em contratações do Manchester City
-
'Uma viagem humilhante', denuncia palestina ao retornar do Egito
-
Filho da princesa herdeira da Noruega se declara não culpado por estupro
-
Walt Disney nomeia Josh D'Amaro como seu próximo CEO
-
Acidente de ônibus com romeiros deixa 15 mortos em Alagoas
-
Reino Unido abre investigação contra a rede X por imagens sexuais falsas
-
Nasa adia missão lunar Artemis 2 após detectar vazamento de combustível
-
Tribunal europeu condena Rússia por 'tratamento desumano' ao líder da oposição Navalny
-
Waymo capta 16 bilhões de dólares para expandir táxis autônomos
-
Famílias chinesas buscam filhos sequestrados na era da política do filho único
-
Rússia retoma ataques em larga escala contra Ucrânia durante onda de frio
-
Um mês sem Maduro no poder: o que mudou na Venezuela?
-
Bill e Hillary Clinton prestarão depoimento no Congresso dos EUA sobre caso Epstein
-
Petro espera começar do zero com Trump na Casa Branca
-
Justiça francesa chama Musk para depor e determina buscas em sedes da rede X
-
Papa Leão XIV opta pela diplomacia discreta diante de Trump
-
Presidente da Fifa critica possível boicote à Copa e defende reintegração da Rússia
-
Netflix transmitirá show de retorno da banda sul-coreana BTS ao vivo
-
Filho da princesa herdeira da Noruega é julgado por acusações de estupro
-
Xi defende mundo multipolar 'ordenado'
-
Rússia retoma ataques contra Kiev em momento de frio extremo
-
Irã ordena negociações 'equitativas' com EUA após advertências de Trump
-
Nova York registra 13 mortes relacionadas ao frio desde o fim de janeiro
-
Bill e Hillary Clinton vão depor em investigação do Congresso sobre Epstein
-
Presidente interina da Venezuela se reúne com chefe de missão diplomática dos EUA
-
Oitavas da Copa da França começam com Olympique de Marselha e Lyon como favoritos após eliminação do PSG
-
Musk funde xAI com SpaceX em tentativa de desenvolver datacenters espaciais
-
Chefe do instituto que mede a inflação na Argentina renuncia
-
Cuba e EUA estão em 'comunicação', mas 'não existe diálogo', diz vice-chanceler
-
Zagueiro Jérémy Jacquet vai deixar Rennes após fim da temporada para jogar no Liverpool
-
Trump diz que México 'deixará' de enviar petróleo a Cuba
-
Trump diz que conversará sobre narcotráfico com Petro
-
Ressurgimento de Yamal aumenta otimismo do Barça, que enfrenta Albacete na Copa do Rei
-
María Corina considera reunião com Delcy para definir 'cronograma de transição' na Venezuela
-
Trump insta Congresso dos EUA a acabar com 'shutdown'
-
Insatisfeito, Benzema deixa Al-Ittihad e assina com rival Al-Hilal
-
Sunderland vence Burnley (3-0) e é 8º na Premier League
-
Governo Milei anuncia libertação de um dos argentinos presos na Venezuela
-
Roma perde na visita à Udinese (1-0) e fica em 5º lugar no Italiano
-
Presidente eleita da Costa Rica diz contar com Bukele em sua estratégia contra o narcotráfico
Venezuela liberta jornalistas e americanos em meio à pressão de Trump
A Venezuela libertou jornalistas nesta quarta-feira (14) em uma nova rodada das excarcerações prometidas pelo governo interino, em um processo que avança a conta-gotas sob pressão dos Estados Unidos.
Essas libertações incluem o renomado ativista opositor Roland Carreño, jornalista de profissão, e se somam às de cidadãos norte-americanos anunciadas na véspera pelo Departamento de Estado, em Washington.
O sindicato da imprensa informou 17 libertações até as 17h30 GMT (14h30 em Brasília0, entre repórteres, cinegrafistas, assistentes e membros de equipes de imprensa da oposição.
ONGs estimam que a Venezuela tem entre 800 e 1.000 presos políticos. E já são 68 libertações, incluindo profissionais da comunicação, segundo uma contagem da AFP que inclui dados de ONGs e de partidos políticos de oposição.
O governo informou nesta semana que 116 detidos deixaram a prisão, e o chefe do Parlamento insinuou que são 400, embora tenha incluído números de dezembro.
Delcy Rodríguez tem previsto um encontro com a imprensa nesta quarta-feira.
– "Paz" e "reconciliação" –
As autoridades evitam realizar libertações diretamente nos presídios, onde dezenas de familiares se aglomeraram desde 8 de janeiro com a esperança de ver seus entes queridos fora das celas.
Os detidos são transferidos de seus centros de reclusão para outros locais para serem libertados, longe das lentes da imprensa.
Carreño foi libertado em um centro comercial. Outros dirigentes, como o ex-candidato presidencial Enrique Márquez, foram levados em uma viatura dos serviços de inteligência até suas casas.
"Com as emoções misturadas, mas bom, finalmente em liberdade e à espera dos acontecimentos futuros, que não têm de ser outros senão o encontro, a paz, a reconciliação", disse Carreño em um vídeo de Luis López, outro jornalista libertado, divulgado pela imprensa local.
"Ainda há muita gente que continua nas prisões e esperamos que vá sendo libertada paulatinamente até que não reste nenhum preso", acrescentou. "Não é bom nem saudável para um país ter presos políticos."
Carreño esteve entre as mais de 2 mil pessoas que acabaram presas após os protestos contra a questionada reeleição de Maduro em 2024. Integrava o partido Vontade Popular (VP) e foi um colaborador próximo do antigo líder opositor Juan Guaidó. Antes, atuou como comentarista em um programa de opinião do canal de notícias Globovisión.
Ele estava detido na prisão de Rodeo I, nos arredores de Caracas, e precisou que foi informado de sua excarceração de madrugada.
Já havia estado preso anteriormente entre 2020 e 2023, acusado de "terrorismo". E foi excarcerado em meio a negociações entre Venezuela e Estados Unidos no caminho para as eleições presidenciais.
O caso de Carreño, à época, foi questionado por uma missão de especialistas das Nações Unidas, organismo que denunciou crimes contra a humanidade na Venezuela na repressão a protestos.
– "Justiça pelo meu filho" –
Entre os libertados está Nicmer Evans, analista político e diretor do meio Punto de Corte, que já havia sido preso em 2020 por 51 dias.
Washington informou na noite de terça-feira que a Venezuela começou a libertar prisioneiros americanos, sem precisar um número: apenas disse que foi mais de um.
"Saudamos a libertação de americanos detidos na Venezuela. Este é um passo importante na direção correta por parte das autoridades interinas", declarou um funcionário do Departamento de Estado sob condição de anonimato.
A administração Trump já havia conseguido anteriormente a libertação de americanos, em uma troca que envolveu imigrantes venezuelanos mantidos na prisão de segurança máxima Cecot, em El Salvador.
Um grupo de familiares dos 200 mortos nos protestos de 2017 na Venezuela criticou nesta quarta-feira, em Madri, a "lentidão" do Tribunal Penal Internacional (TPI) e pediu agilidade na investigação por crimes contra a humanidade contra o governo de Maduro.
"Hoje, depois de oito anos, vou continuar gritando e exigindo justiça pelo meu filho (...) Pedimos celeridade", afirmou Zugeimar Armas, mãe de Neomar Lander, um jovem de 17 anos que morreu nos distúrbios em Caracas em junho de 2017.
C.Amaral--PC